segunda-feira, 18 de março de 2013

Barata é encontrada em ração para cães.










Do G1





Uma estudante de Indaiatuba (SP) afirma ter encontrado baratas em um pacote de ração para cães e que o inseto teria contaminado o alimento dos animais. “Pensei que estava comprando a melhor ração, mas meus cachorros quase morreram”, relata Camila Lidiane Bender. A internauta alega que três cachorros tutelado por, uma fêmea da raça poodle e dois machos Shih Tzu, passaram mal e apresentaram vômito após comerem porções de uma ração da marca Royal Canin. Quando verificou se havia algo errado com o alimento, ela afirma ter encontrado baratas no pacote.

Depois de fotografar o inseto em meio à ração, a estudante entrou em contato com a empresa para pedir explicações e enviou o pacote para que a loja encaminhasse a mercadoria para análise. “Depois disso, eu recebi um retorno da veterinária da empresa admitindo que a barata que contaminou a ração e por isso meus cachorros passaram mal”, afirma.





Após ter a confirmação da empresa de que seus animais haviam sido contaminados pela barata, a jovem pediu o reembolso dos gastos que teve com veterinários, remédios e exames, já que os cachorros passaram mal por uma semana. “Eles me disseram que a ração pode ter sido contaminada no transporte ou na loja que eu comprei a ração e não me deram mais retorno nenhum, mas a barata estava no fundo do saco”, rebate.

O caso ocorreu em janeiro deste ano. A estudante afirma que entrará com processo na Justiça contra a fabricante porque garante que o pacote estava fechado quando foi comprado na loja. “Eu só queria o reembolso do que gastei”.



Nota do G1: Em nota, a Royal Canin afirmou que a saúde e bem estar dos animais é prioridade da empresa e que utiliza padrões internacionais no processo de fabricação. Sobre o contato da estudante, a fabricante explica que providenciou a substituição do produto, com a retirada da embalagem original para análise pelo nosso setor de controle de qualidade, assim que foi contatata pelo Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Cães passaram mal após comer ração contaminada (Foto: Camila Bender/VC no G1)

No entanto, segundo laudo do setor de controle de qualidade, o inseto presente na embalagem de alimento não teve origem na fábrica, de acordo com a Royal Canin. Sobre o ressarcimento da consumidora, a empresa afirma que constatou que o problema não ocorreu durante o processo produtivo, que cumpriu o que a Lei de Proteção ao Consumidor impõe e que entende que a indenização requerida não é devida.

Fonte: G1

quinta-feira, 14 de março de 2013

Mortes de gatos em Ribeirão Preto.










por Thaisa Figueiredo do G1 Ribeirão Preto - Franca



O delegado Luiz Geraldo Dias, da Delegacia do Idoso e dos Animais em Ribeirão Preto(SP), responsável pela investigação das mortes de gatos por suposto envenenamento no condomínio Jardim das Pedras, o maior da cidade, afirmou, na segunda-feira (11), que começou a ouvir os depoimentos dos moradores e que aguarda o resultado dos laudos sobre as análises de amostras coletadas de dois animais mortos. Segundo Dias, não há dúvidas sobre o que pode ter causado as mortes. “Está claro que foi envenenamento. Há fortes evidências. Quem faz isso com animais pode fazer também com outros seres vivos. Essa pessoa cometeu uma monstruosidade”, diz. No entanto, Dias afirma que não há um suspeito.

A Comissão Permanente de Defesa e Direito dos Animais da Câmara dos Vereadores de Ribeirão Preto pediu empenho da Polícia Civil na investigação das denúncias feitas por moradores. Segundo a presidente, a vereadora Viviane Alexandre (PPS), casos como esses não podem ficar impunes.



A presidente da comissão diz ainda que um ofício foi enviado à Secretaria do Meio Ambiente de Ribeirão Preto para apurar a denúncia de que três animais foram enterrados de forma irregular em uma vala nos fundos do condomínio. “Pode ter havido um impacto ambiental, sem contar a ocultação de provas. O residencial pode ser penalizado”, afirma Viviane. 

A síndica do Jardim das Pedras rebate acusações feitas contra funcionários por moradores à polícia. “É um absurdo o que estão dizendo.”

No domingo (10), um grupo de manifestantes se reuniu em frente ao condomínio no bairro Jardim Paulista em um ato cobrando explicações sobre o caso.

Moradores encontraram carne contaminada e
animais agonizando (Foto: Reprodução/EPTV)

Denúncias
A denúncia sobre as mortes dos gatos no condomínio foi feita na semana passada por um grupo de moradores. Cerca de 20 animais abandonados viviam soltos no local e eram cuidados por voluntários. Segundo eles, três deles foram encontrados mortos em uma vala nos fundos do residencial. Quatro foram socorridos enquanto agonizavam e levados a veterinários particulares e ligados às ONGs de Ribeirão. Três deles não resistiram.








De acordo com a moradora Amábile Pastore uma grande quantidade de carne contaminada foi encontrada nas áreas comuns do condomínio. “Espalharam carne com veneno por todos os lados. O veterinário disse que é uma substância perigosíssima até para seres humanos. Aqui tem muitas crianças e elas foram expostas por causa desse tipo de ato. O que aconteceu aqui é uma atrocidade”, diz.

A pedido da Comissão da Câmara, a Associação Vida Animal (AVA) de Ribeirão Preto recolheu amostras de dois animais para análises laboratoriais. Os laudos serão encaminhados nos próximos dias à Polícia Civil.

O delegado que cuida do caso diz que as imagens das câmeras de segurança do condomínio foram pedidas à administração. Dias afirma que há depoimentos que apontam que sacos de lixo cheios de gatos mortos foram retirados do condomínio na quinta-feira. “Vamos encaminhar também um pedido de esclarecimentos à empresa responsável pelo recolhimento do lixo, já que os gatos teriam sido levados no caminhão da coleta”, diz.

Administração
Sessenta e cinco pessoas trabalham no Jardim das Pedras. De acordo com o delegado, os trabalhadores e a administração do condomínio também serão ouvidos. A síndica Vera Ferreira afirmou ao G1 que só tomou conhecimento das mortes pela imprensa e que, até agora, nenhum morador a procurou para relatar as denúncias. “É provável que alguns moradores, que não gostam da presença dos animais aqui, tenham dado veneno aos gatos. Tem muita gente que reclama deles, dizem que eles riscam os carros. Estou aqui há quatro anos e há pessoas que gostam deles e pessoas que simplesmente não gostam.”

Vera defende os funcionários de acusações feitas por moradores à polícia. “Eles seriam incapazes de fazer isso contra os animais. Eles tratam dos gatos e chegam a tirar comida da marmita para dar a eles. Até eu estou sendo apontada pelo grupo que fez a denúncia. É um absurdo o que estão dizendo. Eles precisam provar”, diz.

A Polícia Civil tem 30 dias para concluir o inquérito.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Cães e gatos: municípios descumprem lei de proteção aos animais.






por Roberto Crispim (diariodonordeste.globo.com)











Crato - Mesmo sem números oficiais, uma vez que diversos municípios do Ceará não realizam o Censo Animal, estima-se que haja cerca de 10 mil animais domésticos (cães e gatos), perambulando pelas ruas e avenidas dos 28 municípios que formam a macrorregião do Cariri. A estimativa revela a falta de políticas públicas desenvolvidas pelas gestões municipais, em desobediência a legislações ambientais pertinentes ao assunto.

A Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), prevê em seu Art. 32: 


"praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, 
domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos; 
pena - detenção de três meses a um ano , e multa". 


A pena deste artigo, aumenta de 1/6 a 1/3 no parágrafo 1º, se o animal vier a morrer. A pena de multa está regulamentada pelo Decreto Federal nº 6.514, de 22 de julho de 2008, que no Art. 29, estabelece uma multa de R$ 500,00 a R$ 3.000,00, com acréscimo de R$ 300,00 por indivíduo (animal).

Centro de Zoonose
No Cariri, apenas o município do Crato detém local para acomodação de animais recolhidos. Há o Centro de Zoonoses do Cariri, responsável pelo acompanhamento de casos de abandono registrados em toda a região. "Falta boa vontade por parte das gestões públicas. Os prefeitos, secretários municipais e, até mesmo, algumas entidades protetoras, encaminham as demandas para cá, como se apenas nós da Zoonose tivéssemos obrigação no trato desses animais", desabafa o diretor do órgão, Ricardo Pierre.

Segundo ele, somente na última semana o Centro de Zoonoses recebeu cerca de 20 ligações telefônicas, oriundas de municípios da região, solicitando o recolhimento de animais errantes. "Aqui chegam cerca de 30 animais por semana. Só na semana passada foram ligações de Nova Olinda, Várzea Alegre, Caririaçu, Milagres e Penaforte, solicitando captura de animais. É impossível atender a todos os municípios", avalia.

Para o veterinário a questão não é financeira. "Não faltam recursos. Falta interesse", afirma. Para o profissional, qualquer município poderia contar com postos de recolhimento e de proteção a animais vítimas de abandono. "Qualquer prefeito pode muito bem buscar, junto a Fundação Nacional de Saúde, recursos para a construção de canis e gatis. No próprio endereço eletrônico do órgão é possível verificar projetos para tal finalidade, inclusive com projeção para a densidade demográfica de cada município", informa.

Ele observa, ainda, que no caso dos municípios onde não há cumprimento à legislação, prefeitos podem vir a ser punidos. "A lei estabelece o cuidado destes animais também aos municípios. Qualquer gestor municipal que estiver descumprindo o que a lei determina pode sim responder judicialmente pelo não cumprimento à legislação".

Para a presidente da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), em Fortaleza, Geuza Leitão, os proprietários de animais domésticos também precisam dividir, junto com as gestões municipais, a responsabilidade de melhor cuidar de seus animais. Embora admita que a política de proteção animal não venha sendo cumprida pelas prefeituras, ela avalia que a quantidade de animais abandonados também é fruto da falta de responsabilidade de criadores.

"A Lei, no papel, é muito bonita. Na prática é difícil de ser observada. Claro que os municípios deveriam cumprir a legislação e estabelecer mecanismos de guarita aos animais abandonados. Porém, é bom lembrar que estes animais que circulam pelas ruas e avenidas das cidades, muitas vezes, são fruto do abandono de seus verdadeiros guardadores", observa.

Na sua avaliação, muitos proprietários de animais desconhecem as normas da posse responsável. "Animal não é brinquedo. É um ser que precisa de carinho, zelo, proteção, amor e cuidado. Porém, muitos proprietários adquirem seus cães e gatos como se estes fossem utensílios que, após um determinado período, podem ser descartados", avalia.

Geuza, que já chegou a ter em sua casa cerca de 100 animais, entre cães e gatos, adverte que uma das soluções para a diminuição do abandono é o controle de natalidade. "Se os criadores realizarem a castração em seus animais, claro que o número de cães e gatos abandonados vai diminuir". Ela, no entanto, reconhece que o valor do procedimento é inacessível para famílias de baixa renda.

Para Angélica Donato, voluntária da Associação de Proteção à Vida (Aprov), do Crato, governos municipais e criadores precisam assumir a responsabilidade no bem-estar dos animais vítimas do abandono. "Não há como diminuir o número de animais vitimados pelo abandono sem que aja a participação do criador e, também, dos gestores públicos", salienta.

Segundo ela, a Aprov possui hoje cerca de 50 animais, recolhidos em sua sede, vítimas do abandono e da ausência de políticas públicas das gestões municipais. "Já chegamos a cuidar de um número maior de animais. Graças às campanhas de adoção, realizadas pela entidade, e a boa vontade de algumas pessoas, reduzimos este número. No entanto, a cada dia percebe-se o aumento de animais vitimados e que passam a perambular pelas ruas do Crato".

Mais informações
Centro de Zoonoses do Cariri (88) 3521.2698; Associação de Proteção à Vida - (88) 8845.3542
União Internacional Protetora dos Animais (Uipa) - (85) 3261.3330

terça-feira, 12 de março de 2013

Agility.




por André Rodrigues (Gazeta do Povo)



 André Rodrigues / Gazeta do Povo / João Vitor de Assis acompanha sua beagle Lilica, de 2 anos e meio, no circuito agility
João Vitor de Assis acompanha sua beagle 
Lilica, de 2 anos e meio, no circuito agility



Foi na creche frequentada por sua beagle Lilica, de 2 anos e meio, que João Vitor Wielewski de Assis, de 8 anos, descobriu que poderia ensinar inúmeras façanhas à sua fiel companheira e ainda fazê-la se exercitar. O menino ficou encantado com circuito agility, esporte para cães em que o pet passa por uma série de desafios sob o comando do condutor. A atividade também agradou a mãe de João Vitor, a pedagoga Luciana Wielewski. “Muito agitada, a Lilica ficou bem mais obediente depois que começou a praticar”, conta.



João Vitor e Lilica trei­­nam há um ano na Uni­­versicão, espaço coordenado pela veterinária, adestradora e treinadora de agility Fernanda Correa Lesnau. Para a especialista, a modalidade é uma boa escolha para quem quer fazer um exercício físico junto com o animal de estimação. “O dono tem que correr junto com o seu cão durante todo o circuito”, comenta.




O adestrador Aguinaldo Diniz explica que, no agility, os cães devem completar uma sequência de obstáculos, como rampa, passarela e túnel, sem cometer infrações e no menor tempo possível. “Nós usamos petiscos e brinquedos para orientar o pet no percurso”, afirma Diniz.

E os benefícios de praticá-lo são inúmeros. Além de melhorar a obediência do cão aos comandos do dono, Fernanda ressalta que o elo entre os dois fica ainda maior. “Trata-se de uma atividade saudável, que promove uma socialização dos cães e de pessoas”, salienta.

Segundo Diniz, qualquer cão pode praticar o esporte, desde que as condições de saúde estejam em ordem. “No caso de raças braquicefálicas, como o pug, é importante consultar um veterinário antes de começar”, afirma Fernanda. Apesar de não conseguirem saltar antes de um ano de idade, a veterinária diz que é possível começar os treinos com os cachorros a partir dos quatro meses.

Competições

Nas disputas, os cães são separados em categorias de níveis, que variam em iniciante e graus 1, 2 e 3. Eles também são divididos de acordo com o tamanho: mini para cães com até 35 centímetros de altura, como o yorkshire, midi, de até 43 centímetros, em que o beagle se enquadra e o standard, acima de 43 centímetros, que abriga raças como o labrador.

Para participar de competições oficiais, no entanto, é preciso procurar provas em outras cidades. Em Curitiba, somente demonstrações internas. Com a Lei Municipal 12.467, de 2007, a capital “proíbe a manutenção, utilização e apresentação de animais em circos ou espetáculos assemelhados no município de Curitiba e dá outras providências”.




segunda-feira, 11 de março de 2013

Rinha de cães: um péssimo exemplo.





De: foxsports.com.br


O quarterback dos Philadelphia Eagles passou 23 meses na cadeia depois de a polícia descobrir dezenas de cães de rinha em sua casa




Vick foi visto treinando com sua nova cadela durante uma aula em um Pet Center de New Jersey (Reprodução TMZ)







A notícia de que o quarterback do Philadelphia Eagles, Michael Vick, acabou de comprar uma nova cadela da raça Malinois Belga, no Brasil conhecida como pastor belga, pode não parecer grande coisa. A novidade, entretanto, chama atenção pelo fato de que, há quatro anos, o mesmo atleta foi liberado da prisão. O motivo do cárcere: Vick treinou dezenas de pit bulls para lutar e promoveu uma rinha brutal entre os animais em Atlanta, da qual vários cachorros saíram mortos.



A escolha de Vick se mostra ainda mais bizarra por causa da raça da cadela. A Malinois Belga tem a forte reputação de ser uma raça de cachorros militares, utilizada, inclusive, pelos agentes especiais da marinha americana, conhecidos como ‘Navy Seals’. 



Recentemente, Michael Vick foi visto treinando com seu novo animal durante uma aula em um Pet Center de Nova Jersey. Segundo o site CrossingBroad.com, o nome da cadela é “Angel”.


O Clube Americano de Malinois Belgas (ABMC, American Belgian Malinois Club, em inglês), em entrevista ao site TMZ.com, demonstrou preocupação quanto à possibilidade de Vick criar ‘qualquer’ tipo de cachorro. A organização endossou que a raça é altamente treinável e que pode se tornar perigosa caso caia nas mãos erradas.

domingo, 10 de março de 2013

Idéias simples.




Idéias simples.


Esse carretéis, frequentemente são encontrados pelas ruas; já que as concessionárias de serviços telefônicos comumente as largam jogadas onde o seu serviço termina. 

Para dar uma finalidade a esses carretéis que virarão lixo.



abre-gatos-playground-carretel-fio

quinta-feira, 7 de março de 2013

Gatos interpretam também.



Gatos interpretam também.
por Bruno Eugênio (oversodoinverso.com)



Jenny Parks é um grande ilustrador, que com muito bom gosto, desenhou alguns personagens da cultura pop atual em suas versões Gatísticas. Confira alguns de seus trabalhos.



Confira tudo no site de Jenny Parks (aqui)

segunda-feira, 4 de março de 2013

sexta-feira, 1 de março de 2013

Sorvete para cães e gatos.












Sorvete para cães e gatos.


por Sammy Eduardo (para o dci.com.br)

SÃO PAULO - A empresa Ice Pet, recém chegada ao ramo de animais domésticos, está lançando um sorvete para cães e gatos. O produto poderá ser encontrado em redes de varejo pets, além de pet shops e lojas do ramo.

foto: DivulgaçãoCachorros e gatos têm uma nova opção no mercado para se refrescar


O diretor e proprietário da Ice Pet, Paulo Silva, de 39 anos, foi quem teve a ideia de criar o produto que é fabricado em São Paulo e distribuído para todo Brasil. Segundo ele, o sorvete deve servir como um petisco, não faz mal e auxilia na nutrição do animal. "É uma novidade no mercado. Temos parceria com a Turma da Mônica para ilustrar os produtos e temos visto um grande crescimento nasvendas. Fabricamos ele há 3 anos e parece que agora o crescimento está mais intenso. Em 2012, vendíamos 3 mil sorvetes por mês, e em 2013 já estamos vendendo 2 mil unidades por dia", afirmou.

O Ice Pet tem opções diferenciadas de sabores para cão e gato. Os cachorros tem mais sabores disponíveis, como menta, chocolate, bacon, creme, morango, banana e milho verde. Para os felinos, os sabores são leite, frango e salmão. 

De acordo com Silva, o produto foi desenvolvido por veterinários e está registrado no ministério da Agricultura. O preço do pote com 200 ml sai em torno de R$ 10 (Um pote de sorvete de 1 litro da Kibon custa por volta de R$14. Convenhamos, isso é abusar de um mercado que cresce dia a dia. 


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Tipos de focinhos podem facilitar problemas respiratórios em cães.






Tipos de focinhos podem facilitar problemas respiratórios em cães.

Polyanna Vieira - Diario de Pernambuco



Basta fazer um pequeno exercício mental: quantas raças de cães e gatos simplesmente não existiam há poucos anos? A busca por novidades também faz parte do mercado pet, mas tanto a criação de novas linhagens quanto a busca indiscriminada pelo que os criadores chamam de "perfeição" pode levar a sérios problemas de saúde nos animais.

O alto índice de cruzamentos entre raças é o principal fator apontado pelos especialistas para a predisposição característica de algumas raças a problemas respiratórios e até oculares. E o vilão, nesses casos, costuma ser o formato do focinho que, por conta de alterações provocadas por cruzamentos, nem sempre consegue cumprir sua função orgânica de possibilitar a respiração correta. Por isso, animais de raças com focinhos acentuadamente achatados, como ocorre nos pugs, buldogues ingleses e gatos persas, exigem cuidados redobrados.

Nem sempre um focinho curto é indício de problema. Algumas raças têm esse achatamento natural como característica. O problema, segundo os veterinários, é o exagero e as sucessivas tentativas de "aperfeiçoamento" nos canis e gatis a partir de cruzamentos que acentuem o encurtamento. "Isso existe por conta da busca exagerada em aperfeiçoar cada vez mais as raças, mas a prática pode trazer sérios problemas aos animais", explica a veterinária clínica Adriana Leal, da Clínica Petit Pet.

Dificuldade na respiração, infecção ocular e diminuição nas dimensões do crânio são alguns dos vários graves problemas de saúde que podem ser ocasionados por um focinho excessivamente achatado. Com as vias respiratórias comprometidas, os animais podem ter grande dificuldade para respirar e se alimentar.

O acompanhamento contínuo por um veterinário faz com que a fisioterapeuta Andrea Maciel fique mais tranquila com relação ao seu pug Dino. "Sabendo dos problemas que ele pode vir a ter por causa do focinho achatado, procuro levá-lo sempre ao veterinário", afirma. "Até agora ele não apresentou nenhum problema, mas fico atenta para saber como agir", revela. Andrea acredita que esse acompanhamento é essencial para orientá-la quanto aos cuidados com Dino. 
Os problemas com as vias respiratórias dos animais, porém, não são exclusivos de raças de focinho curto. A área deve receber atenção especial independentemente das suas características.

Pelo próprio costume de gatos e cachorros de cheirar objetos e usar o focinho para exploração, há chances de inalação de substâncias alérgenas e de picadas de insetos no local. Outro cuidado indicado pelos veterinários é a necessidade de proteção solar no caso de focinhos de cor clara. Por se tratar de uma área sensível e com a pele mais exposta, pode haver desde queimaduras solares até o desenvolvimento de manchas e lesões cancerígenas. A recomendação, neste caso, é aplicar protetor solar sempre que o animal for exposto ao sol.

A ordem dos veterinários é olhar e manusear sempre o focinho do animal. Qualquer inchaço, vermelhidão ou perda da coloração normal são sinais de alerta. Barulhos anormais durante a inspiração ou a expiração também devem ser relatados ao especialista. "Verificando diariamente, o criador saberá como está a região e, diante de alguma alteração, é preciso levá-lo imediatamente ao veterinário", finaliza a Adriana.

Um buldogue francês, por exemplo: O local onde ele esteja, precisa estar sempre arejado e fresco, não podendo em hipótese alguma ficar com muito calor. A troca de calor é feita pelos cães através da salivação e do focinho, e como cães com a “cabeça achatada” tem um focinho muito curto, ficam prejudicados neste quesito.(inf:tudosobrecachorros.com.br)

Saiba mais sobre 
RESPIRAÇÃO EM MAMÍFEROS

domingo, 17 de fevereiro de 2013

17 de fevereiro Dia Mundial do Gato.








A data foi escolhida por uma organização italiana de defesa aos animais para defender os felinos de perseguições e promover adoções. O lema da campanha foi "Todos juntos contra a superstição".






Os gatos domésticos atuais são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens. Cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos aos humanos. Os gatos foram domesticados primeiramente no Oriente Médio nas primeiras vilas agriculturais do Crescente Fértil. Os sinais mais antigos de associação entre homens e gatos datam de 9 500 anos atrás e foram encontrados na ilha de Chipre.

Quando as populações humanas deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender substancialmente da agricultura. A produção e armazenamento de cereais, porém, acabou por atrair roedores. Foi nesse momento que os gatos vieram a fazer parte do cotidiano do ser humano. Por possuírem um forte instinto caçador, esses animais espontaneamente passaram a viver nas cidades e exerciam uma importante função na sociedade: eliminar os ratos e camundongos, que invadiam os silos de cereais e outros lugares onde eram armazenados os alimentos.



Registros encontrados no Egito, como gravuras, pinturas e estátuas de gatos, indicam que a relação desse animal com os egípcios data de pelo menos 5 000 anos. Elementos encontradas em escavações indicam que, nessa época, os gatos eram venerados e considerados animais sagrados. Bastet (Bast ou Fastet), a deusa da fertilidade e da felicidade, considerada benfeitora e protetora do homem, era representada na forma de uma mulher com a cabeça de um gato e frequentemente figurava acompanhada de vários outros gatos em seu entorno.

Na verdade, o amor dos egípcios por esse animal era tão intenso que havia leis proibindo que os gatos fossem "exportados". Qualquer viajante que fosse encontrado traficando um gato era punido com a pena de morte. Quem matasse um gato era punido da mesma forma e, em caso de morte natural do animal, seus donos deveriam usar trajes de luto.

Não tardou para que alguns animais fossem clandestinamente transportados para outros territórios, fazendo com que a popularidade dos gatos aumentasse. Ao chegarem à Pérsia antiga, também passaram a ser venerados e havia a crença de que, quando maltratados, corria-se o risco de estar maltratando um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra. Desse modo, ao prejudicar um gato, o homem estaria atingindo a si próprio.

Devido ao fato de serem exímios caçadores e auxiliarem no controle de pragas, por muitos séculos os gatos tiveram uma posição privilegiada na Europa cristã. Porém, no início da Idade Média, a situação mudou: gatos foram acusados de estarem associados a maus espíritos e, por isso, muitas vezes foram queimados juntamente com as pessoas acusadas de bruxaria. Até hoje, ainda existe o preconceito de que as bruxas têm um gato preto de estimação, sendo esse animal associado aos mais diversos tipos de sortilégios; dependendo da região, porém, podem ser considerados animais que trazem boa sorte. É muito comum ouvir histórias de sorte e azar associadas aos animais dessa cor.




Ao fim da Idade Média, a aceitação dos gatos nas residências teve um novo impulso, fenômeno que também se estendeu às embarcações, onde os navegadores os mantinham como mascotes. Conhecidos como gatos de navios, esses animais assumiam também a função de controlar a população de roedores a bordo da embarcação. Com o passar do tempo, muitos gatos passaram a ser considerados animais de luxo, ganhando uma boa posição do ponto de vista social, sendo até utilizados como "acessórios" em eventos sociais pelas damas. Nessa época, o gato começou a passar por melhoramentos genéticos para exposições, começando assim a criação de raças puras, com pedigree. Uma das primeiras raças criadas para essa finalidade foi a Persa, que ficou conhecida após sua introdução no continente europeu, realizada pelo viajante italiano Pietro Della Valle.

A primeira grande exposição de gatos aconteceu em 1871, em Londres. A partir desse momento, o interesse em se expor gatos desenvolvidos dentro de certos padrões propagou-se por toda a Europa.

Atualmente, os gatos são animais bastante populares, servindo ao homem como um bom animal de companhia, e ainda continuam sendo utilizados por agricultores e navegadores de diversos países como um meio barato de se controlar a população de determinados roedores. Devido ao fato de sua domesticação ser relativamente recente, quando necessário convertem-se facilmente à vida selvagem, passando a viver em ambientes silvestres, onde formam pequenas colônias e caçam em conjunto.



Os gatos, geralmente, pesam entre 2,5 e 7 kg; entretanto, alguns exemplares, como o Maine Coon, podem exceder os 12 kg. Já foram registrados exemplares com peso superior a 20 kg, devido ao excesso de alimentação.

Em cativeiro, os gatos vivem tipicamente de 15 a 20 anos, porém o exemplar mais velho já registado viveu até os 36 anos. Os gatos domésticos têm a expectativa de vida aumentada quando não saem pelas ruas, pois isso reduz o risco de ferimentos ocasionados por brigas e acidentes. A castração também aumenta significativamente a expectativa de vida desses animais, uma vez que reduz o interesse do animal por fugas noturnas e também o risco de incidência de câncer de testículos e ovários.

Gatos selvagens que vivem em ambientes urbanos têm expectativa de vida reduzida. Gatos selvagens mantidos em colônias tendem a viver muito mais. O Fundo Britânico de Ação para Gatos (British Cat Action Trust) relatou a existência de uma gata selvagem com cerca de 19 anos de idade.










sábado, 16 de fevereiro de 2013

Vermes intestinais em cães e gatos.


Vermes intestinais em cães e gatos.


Ozzy

por Maria Inês Ferreira, médica veterinária


Uma das coisas mais rotineiras na clínica de cães e gatos são os vermes intestinais. Há vários tipos de vermes, mas os que mais comumente ocorrem são os ascaris, ancilostomas e tênias. Aqui vamos descrever os principais representantes do dia a dia e mostrar como esses bichinhos não são virtuais e nem deixam seu animalzinho livre de vários males, podendo levar até à morte.

Muitas doenças sistêmicas (a vírus ou bactérias) ou dermatológicas têm insucesso no tratamento devido ao animal estar cheio de vermes. Vamos a eles:

Áscaris: são encontrados em cães e gatos, principalmente nos filhotes. Das três espécies - Toxocara canis, Toxascaris leonina e Toxocara cati - a mais importante é o T. canis, pois, além de suas larvas migrarem no homem, podem levar a infecções fatais em filhotes de cães. O T. Leonina ocorre mais em cães adultos e menos em gatos.

De um modo geral, os áscaris são hóspedes habituais do intestino delgado. Periodicamente expulsam ovos pelas fezes. Quando um exame de fezes em seu animal der negativo, não quer dizer que ele esteja livre dos parasitas, pois, talvez um dia antes, ele já tenha eliminado os ovos. O ideal é repetir o exame.

Os ovos são ingeridos por um hospedeiro como o cão. A larva se libera no intestino e cai na corrente sanguínea. Em sua migração chega aos brônquios, passa pela traqueia, é expulsa e deglutida de novo, indo novamente para o intestino onde atinge sua maturidade. Em fêmeas grávidas, as larvas são mobilizadas, migram para o feto em desenvolvimento e, eventualmente, alcançam o intestino dentro de uma semana após o nascimento.

No homem, as larvas, principalmente a T. canis, são associadas a lesões no fígado, rins, pulmões, cérebro e olhos. No seu animalzinho, os principais sintomas, de acordo com a quantidade de vermes, são pelos eriçados, emagrecimento e falha no crescimento dos filhotes. Frequentemente são barrigudos. Os vermes saem nas fezes ou através do vômito. Podem ocorrer lesões pulmonares levando a uma pneumonia. Os animais se cansam com facilidade, ficam anêmicos. As fezes podem ter muco e são pastosas. Podem ocorrer também sintomas nervosos como ataques convulsivos, acessos de fúria, movimentos circulares contínuos. Geralmente o animal mantém o apetite.


Ancilostomas: Os mais comuns são Ancylostoma caninum em cães e Ancylostoma tubaeforme em gatos, que podem ser adquiridos pela ingestão de água ou alimentos contaminados e pela penetração das larvas através da pele. Filhotes podem pegar A. caninum através do leite da cadela.

Os ovos de ancilostoma podem ser encontrados nas fezes do hospedeiro cerca de 15 a 18 dias após a infestação oral inicial. Os vermes adultos alimentam-se da mucosa intestinal. Essa "raspagem" resulta em numerosas hemorragias da mucosa do intestino. O A. caninum e o A.tubaeforme são os mais patogênicos para o cão e o gato, respectivamente. Os animais perdem sangue continuamente. Os principais sintomas são emagrecimento, anemia grave, fraqueza, fezes escuras e fluidas (diarreia).


Cestoides: o que comumente infesta cães e gatos é o Dipylidium caninum. Tais animais adquirem a infecção ingerindo pulgas. Cestódeos em cães e gatos também podem infectar o homem, por isso sua importância em saúde pública. Você pode ver esses vermes na forma de proglotes grávidas (cheias de ovos), quando se destacam dos cestoides e saem nas fezes. As proglotes se movem lentamente nas fezes ou no períneo (região em redor do ânus) do cão ou gato e os proprietários acham que se parece com um grão de arroz.

Os sinais clínicos em altas infestações podem variar de debilidade, mal-estar, irritabilidade, apetite inconstante, pelos ásperos, cólicas, diarreia suave e ataques epiléticos.

O diagnóstico de todas essas espécies de vermes é feito através do exame de fezes ou visualização e reconhecimento dos mesmos.

O tratamento é feito através de vermífugos que existem no mercado e que são determinados pelo veterinário que irá escolher o melhor para cada caso. As sequelas advindas da verminose também devem ser tratadas pelo veterinário. A vermifugação não deve ser feita somente quando o animal estiver infectado. Deve ser instituída uma rotina preventiva para animais com os mesmos vermífugos que são utilizados no tratamento. Para canis e gatis isso deve ser uma prioridade.

Fonte: webanimal.com.br


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Gatos e suas manias.


Um gato que não se especializou em escaladas...




O gato que não entende de gravidade...


Não sei para que serve, mas é macio...


Uma estranha forma de enfrentar o inimigo...




Aprendendo a andar como os humanos ... em dia de desfile de carnaval



Aquecimento para andar de bike...



Testando a resistência ... da parede...


Estranha forma de interpretação teatral...

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Ator de Babe é preso por protestar contra tortura de gatos.











Ator de Babe é preso por protestar contra tortura de gatos.


(do site diversao.terra.com.br)



Famoso por ter estrelado o filme Babe - Um Porquinho Atrapalhado (1995), o ator James Cromwell foi preso na Universidade de Wisconsin, nos EUA, na manhã desta quinta-feira (7). De acordo com o site da PETA - organização em defesa dos animais -, a polícia também levou com ele o porta-voz da organização, Jeremy Beckham, ambos por terem invadido uma reunião na reitoria da instituição de ensino para protestar contra a tortura praticada em gatos para estudos científicos.


James Cromwell, que foi preso com porta-voz da PETA, em fotografia tirada pela polícia nesta quinta Foto: Reprodução
James Cromwell, que foi preso com porta-voz da PETA,
 em fotografia tirada pela polícia nesta quinta Foto: Reprodução



Cromwell teria entrado no recinto segurando uma foto de um gato com um grande pedaço de aço em volta de sua cabeça e gritando: "isto não ciência! Isto é cruel! Que vergonha!". O ator, indicado ao Oscar por sua atuação em Babe, trabalha há anos com a PETA em seus esforços contra maus tratos aos animais. A organização garante ter pedido "repetidamente à Universidade de Wisconsin para terminar com os experimentos em gatos, sem nunca ter recebido respostas".



A imagem levada por Cromwell, que mostra uma gata laranja malhada com o objeto imobilizando seus movimentos, se tornou uma arma para comprovar a crueldade exercida por cientistas da universidade. No experimento, foi postado nos ossos do animal um pedaço de aço para imobilizar sua cabeça e, posteriormente, foram colocados dispositivos elétricos profundamente em seus ouvidos - levando-o a ganhar uma enorme ferida sangrenta, que acabou inflamando. Depois, ainda o teriam deixado passar dias sem se alimentar com o objetivo de que a fome o levasse a cooperar com os cientistas em troca de comida. "Finalmente, classificando o experimento como um fracasso, eles a mataram e decapitaram", garante a PETA.



Algemado, o ator foi levado para uma cadeia próxima à instituição de ensino e, no local, deve ser acusado por conduta turbulenta.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Big Cat: gatos viram indicador de riqueza pelo mundo.


Big Cat: gatos viram indicador de riqueza pelo mundo.





É possível medir o nível de riqueza de um país pela quantidade de cães e gatos de estimação. De acordo com o índice Big Cat, nações com grande número de gatos nas casas de família são mais desenvolvidas, e, nos países mais pobres, a preferência é pelos cães.



De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), a população felina maior do que a canina é característica de países mais ricos. No Brasil, os cães predominam e, segundo a Abinpet, o numero de gatos vai se igualar ao de cachorros de estimação só em 2022.


“A verticalização dos grandes centros fez com que as pessoas optassem por animais de estimação de pequeno porte, independentes e de fácil adaptação a ambientes menores”, esclarece a Abinpet.

Uma pesquisa da Universidade de Bristol, na Inglaterra, respalda o Big Cat e revela que donos de gatos estudam mais do que os de cachorros. A pesquisa avaliou quase 3 mil famílias e constatou que, em 47% das que tinham gatos, pelo menos uma pessoa tinha ensino superior completo. Mas o número caía para 38% quando o animal da residência era um cão.

Conforme os pesquisadores, o excesso de trabalho (e a maior renda) leva à necessidade de pets menos carentes, como os gatos.

Outra razão para a supremacia dos felinos nos lares mais abastados mundo afora é que os endinheirados têm cada vez menos crianças, e estas preferem os caninos.

Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2000 e 2010, o tamanho das famílias diminuiu e a população ficou mais velha. Considerando essas tendências demográficas, a Abinpet afirma que o crescimento da população de animais de estimação é diretamente proporcional ao crescimento do número de idosos, à redução do número de pessoas por domicílio e à mudança no estilo de vida nas cidades.


Cuidar de um felino é mais fácil, mas há exigências

Alguns mitos sobre gatos ainda impedem que muita gente se renda à docilidade desses animais. Segundo a médica veterinária Teresa Cristina Brini, os felinos são bastante afetuosos e não dão valor apenas ao conforto que os donos oferecem.

“O que eles têm é um perfil de independência, o que torna os cuidados mais práticos. Ficam tranquilos quando estão sozinhos, não fazem muito barulho, ocupam pouco espaço e são mais higiênicos do que os cães”, cita Teresa.

Mas a facilidade não pode eliminar cuidados os básicos que todo pet precisa. Trocar frequentemente a caixa de areia, a água e a comida, além de dar brinquedos para o bichano se divertir são obrigações dos donos.

Maria Rita Brandão é funcionária da faculdade Milton Campos e faz mestrado em direito empresarial. Com a rotina corrida, ela não teria tempo para levar cães para passear e escolheu morar com gatos no apartamento.

“Dizem que os gatos são interesseiros, mas eles são é interessantes. Têm uma personalidade única, além de serem extremamente amigos, leais e fiéis”, observa Maria Rita.

Bruna Bueno, de 24 anos, gosta tanto de gatos que tem 23 bichanos e abriga outros 12 para encaminhar à adoção. “Posso ficar o dia inteiro fora de casa e eles me recebem com muito carinho”, conta Bruna, que faz serviços de táxi dog.

Fonte: hojeemdia.com.br/R7





quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

GATO PRETO NÃO DÁ AZAR, DE NOVO.











Após protestos nas redes sociais, Volkswagen tira do ar campanha com gato preto.





A partir da próxima quarta-feira (6/2), um comercial da Volkswagen que repercutiu negativamente nas mídias sociais sairá do ar, informou O Estado de S. Paulo. O vídeo associava um gato preto a azar.





Na campanha, produzido pela Almap BBDO, uma pessoa estacionava um carro vermelho e sugeria que objetos de “sorte” teriam ajudado o motorista a estacionar em um local difícil. Contudo, no final, um gato preto pula no capô – indicando má sorte.


Donos de gatos e protetores de animais consideraram o anúncio uma forma de estimular maus-tratos contra gatos pretos. Em comunicado, a empresa revelou que o comercial não será mais veiculado em respeito e atendimento às manifestações.


“Em nenhum momento, no comercial, a Volkswagen quis estimular/sugerir qualquer tipo de desrespeito aos animais. Pelo contrário. Os animais sempre serviram de inspiração para as nossas campanhas, por sua inteligência e exuberância, e geraram filmes marcantes como o do Cachorro-Peixe e da Ovelha-Nuvem (ambos para a SpaceFox), dos Tigres (CrossFox) do elefante Korama (Amarok), do ‘cachorro Pug falante’ (Jetta) e dos cães Labradores (Gol)”, dizia o texto.


Para o sócio-diretor da agência Fischer & Friends, Mario D’Andrea, “o filme fala sobre crendices populares" e "tanto para o cliente quanto para a agência que o produziu, o assunto não é o animal, mas sim a superstição". "Acho que as pessoas deviam dedicar o tempo delas nas redes sociais para discutir assuntos mais sérios. E o País está cheio deles”, completou.


Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br


domingo, 3 de fevereiro de 2013

A Idade do Gato.














Nos cães o cálculo é mais simples. O número de anos do animal vezes sete indica a idade do cão. Nos gatos, as contas são mais complicadas. Depende da raça, se vive dentro ou fora de casa, entre outros aspectos.






Regra geral, os especialistas defendem que até aos dois anos o gato é jovem. Entre os três e os 10 anos é adulto e depois torna-se um senior.

Aos doze meses de vida, o felino atinge o equivalente a 14-16 anos de idade, quando comparado com os humanos. Aos três anos chega aos 28-30 anos e daí para a frente, por cada ano de vida a mais, o animal somará mais quatro anos. O envelhecimento é mais rápido se o felino viver na rua.

As teorias de cálculo divergem e deve basear-se a idade do animal na análise que o veterinário faz, já que os gatos amadurecem de uma forma diferente e mais rápida que os humanos, passando a maior parte da vida como adultos.

É frequente existirem gatos com um tempo de vida superior a 12 anos, o equivalente a mais de 70 anos, daí ser fácil de compreender que a sua agilidade, movimentação e astúcia fiquem condicionadas com o passar dos anos.



Fonte: http://www.regiaodeleiria.pt/ http://boanimal.blogspot.com.br