sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Como viajar com seu animal de estimação



por Assessoria jornalbomdia(*).




Para quem vai sair de férias e quer levar seu animalzinho de estimação é importante planejar cuidadosamente o transporte. As regras variam para viagens nacionais e internacionais. No caso das internacionais, as normas mudam também de país para país.

Os animais podem ser responsáveis pela transmissão de doenças que afetam até mesmo os humanos e podem transportar, também, parasitas eventualmente presentes em determinado país e causar danos em outra realidade sanitária. "Há uma preocupação muito grande com a saúde da população e dos animais, tanto a brasileira, quanto a dos países de destino dessas viagens", explica o auditor fiscal federal agropecuário Oscar Rosa, que atua no posto Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Aeroporto de Brasília.

Para as viagens nacionais, basta o atestado sanitário, emitido pelo veterinário do animal garantindo o bom estado de saúde e a carteira de vacinação antirrábica atualizada. As companhias aéreas fazem exigências específicas sobre o tamanho e material utilizado na caixa de transporte do animal.

Quando a viagem é para o exterior as exigências são maiores e determinadas pelas autoridades dos países de destino.

Os países que compõem o Mercosul admitem o trânsito de animais com o Passaporte para Cães e Gatos. O documento é expedido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), deve estar devidamente atualizado e legalizado pelo auditor fiscal federal agropecuário médico veterinário e precisa conter todos os dados do animal, bem como das vacinas aplicadas. É necessário que o animal tenha um microchip de identificação. O documento é válido apenas para cães e gatos.

Para os países que compõem a União Europeia o dono vai precisar implantar o microchip e, em seguida, vacinar o animal contra raiva. Trinta dias depois da vacinação, deve procurar um veterinário e solicitar um exame de sorologia a ser enviado para o único laboratório credenciado a fazer esse tipo de exame no Brasil, que fica em São Paulo. Passados 90 dias da coleta do sangue para a sorologia o dono deve procurar um dos postos do Vigiagro com o laudo da sorologia, atestado sanitário e carteira de vacinação atualizada, e solicitar a emissão do Certificado Veterinário Internacional (CVI). "O processo todo pode levar até 120 dias. É indispensável que os proprietários se organizem com antecedência para a viagem", ressalta Rosa.

O Japão é outro exemplo de país que exige a sorologia para emissão do CVI. Nesse caso, o prazo mínimo é de 180 dias entre a sorologia e a entrada do animal em território japonês. Além disso, é necessário comunicar as autoridades sanitárias locais com 40 dias de antecedência da viagem.



Para países como Estados Unidos e Canadá basta levar o atestado sanitário sobre o bom estado de saúde do animal e os comprovantes de vacinação antirrábica até o posto da Vigilância Agropecuária Internacional para emissão do CVI. "Mas ainda assim é importante se organizar com antecedência para realizar a viagem. Recomendamos, ao menos, cinco dias antes da viagem para evitar qualquer contratempo", acrescenta o auditor fiscal federal agropecuário.



Para que o animal retorne ao Brasil, é necessário um CVI emitido pelo país de procedência, comprovando a vacinação antirrábica e o tratamento contra parasitas. "Recomenda-se procurar a autoridade sanitária do país de procedência também com antecedência e, de posse da documentação necessária como cartões de vacina e atestado sanitário do animal, solicitar a emissão do certificado", informa Rosa.


Se o bichinho de estimação for outro, para sair e regressar ao Brasil, é necessário entrar em contato com o Setor de Saúde Animal da Superintendência Federal de Agricultura do seu Estado, pois os procedimentos são específicos para cada espécie de animal e destino da viagem. (mais informações acesse www.agricultura.gov.br)


Fonte: (*)jornalbomdia.com.br

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Cães detectores de epilepsia







por meusanimais.com.br.




Existem cães que podem desenvolver habilidades especiais, como serem capazes de detectar ataques de epilepsia nas pessoas, inclusive antes mesmo que aconteçam. Os cães detectores de epilepsia são muito úteis e ajudam a salvar vidas.

▶Sinais de um ataque epilético e os cães detectores de epilepsia

A partir de determinados sinais (sobretudo no caso de animais que tenham sido adestrados), os cães são capazes de alertar os seus donos, que poderão tomar as medidas necessárias para evitar as convulsões e solicitar assistência médica, caso seja necessário.

Mas como os cães detectores de epilepsia detectam na pessoa as mudanças que um ataque produz antes mesmo que ele aconteça? Especialistas afirmam que a detecção é possível através de sinais externos, como o odor, mudanças no tom de voz e no comportamento.
Além da importante ajuda que fornecem ao detectar que algo não vai bem, esses cães também são úteis após as convulsões, ajudando os donos a se recuperarem da confusão e desorientação causadas por esses ataques. Não se esqueça de que os cachorros podem ser treinados para executar tarefas diferentes de acordo com as necessidades de seus proprietários.

▶A convivência entre epiléticos e cães detectores de epilepsia

Como podemos ver, os animais de estimação pode ter um papel essencial na vida de uma pessoa com epilepsia. O que também fica claro é que ter um cão obriga a pessoa a mudar o seu estilo de vida, criando espaço para ele em sua rotina.

A convivência diária implica em certas obrigações, como cuidar do animal, levá-lo para passar, brincar com ele, cuidar de sua higiene e saúde, levá-lo ao veterinário e oferecer sempre os melhores alimentos. Tudo isso resultará em alguns gastos extras no final do mês.

Essas são obrigações que terão duração de 10 a 12 anos, que é o tempo médio de vida de um cachorro.

▶Treinamento de cães para a prevenção de ataques epiléticos

Temos que diferenciar os cães que demonstram ter um comportamento natural de prevenção do ataque epilético, o que poderíamos chamar de “cães preventivos“, capazes, por instinto, de alertar que um ataque epilético está prestes a acontecer, de outros cães que foram adestrados para isso, ou “cães de resposta”.

O cão de resposta está treinado para realizar uma ou várias tarefas específicas e importantes, a maioria delas depois de uma crise epilética. O cão pode, por exemplo, pressionar botões de alarme, despertar uma pessoa, pegar um aparelho de telefone etc. Assim, previnem o ataque, alertando seus donos com a antecedência necessária.

Esse tipo de treinamento é muito similar ao adestramento de cães destinados à assistência de pessoas com deficiência física, mas adaptado às necessidades e peculiaridades dos portadores de epilepsia.

▶O comportamento de cães adestrados



Se o cão foi bem treinado e já tem algum tempo de convivência, o usuário deve observar se ele executa algum comportamento específico antes que um ataque apareça. O ideal é que esse tipo de sinal e outras observações pertinentes sejam registradas para determinar o comportamento preciso que o cão realiza antes dos primeiros sintomas de uma crise epilética.

Outra técnica muito boa é contar o tempo entre um ataque e outro.Dessa forma, o paciente poderá se preparar da melhor forma possível para não se machucar com quedas ou pancadas em crises futuras.

O comportamento de cães detectores de epilepsia pode ser modificadocom um pouco de treinamento para que ele aprenda outros que sejam mais úteis.

▶Provas científicas

Em diversos estudos, pesquisadores descobriram que alguns cães podem detectar ataques epiléticos até 45 minutos antes que eles aconteçam. Os animais podem reduzir os ricos causados por uma crise gemendo ou latindo. Essas ações são extremamente úteis. O dono ou a própria pessoa afetada pelas convulsões saberá que uma nova crise se aproxima e terá tempo de se sentar, ficar longe de escadas ou ir para um local seguro, sem risco de quedas e machucados quando o ataque começar.

Assim, o cachorro atuará não apenas como um alarme, mas também estará ao lado do dono enquanto a convulsão acontece. Isso trará mais tranquilidade e ajudará a manter o corpo do paciente mais estável e seguro, reduzindo a possibilidade de quedas e outros tipos de danos.

Fonte: meusanimais.com.br



terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Como organizar um pet day







por Tamires Vitorio(*).



As empresas estão abrindo as portas para os animais de estimação dos funcionários, mas é preciso tomar alguns cuidados para que ações desse tipo deem certo




Em uma sala de treinamento, uma palestra do adestrador Daniel Sawagucchi é acompanhada por doze participantes de quatro patas no primeiro pet day da Elo 7, plataforma de comércio eletrônico com sede em São Paulo.

A companhia criou o evento a pedido dos funcionários, que puderam levar seus cães até a sede da empresa. “No primeiro momento, queríamos que qualquer animal pudesse vir, mas ficamos preocupados com possíveis brigas e restringimos a apenas cachorros”, diz Aline Garcia, responsável pelo RH na Elo 7.

Assim como a companhia de tecnologia, muitas empresas estão abrindo a porta para os pets. As razões vão desde a vontade de aumentar o engajamento do time até a diminuição do estresse dos funcionários – uma pesquisa da Universidade da Virgínia, feita em 2016 com 550 empregados de uma firma americana, descobriu que as pessoas que levavam seus bichinhos ao trabalho eram mais satisfeitas, comprometidas e calmas do que as que não faziam isso.

Mas, para que o pet day realmente funcione, é preciso estabelecer algumas regras. Caso contrário, os benefícios podem ir por água abaixo. Na C&A, por exemplo, os empregados precisam estar cientes de que os cães devem estar sempre acompanhados. “Se o funcionário tiver uma reunião, deve levar o cachorro”, diz Márcia Costa, vice-presidente de RH da C&A. Essa regra foi fundamental para que cinquenta cães convivessem em harmonia com os empregados no escritório da varejista, em São Paulo. A companhia também pensou naqueles que têm medo ou alergia a animais – algo fundamental para que ninguém se sinta contrariado com eventos desse tipo. “É importante que a empresa se lembre sempre que, ao mesmo tempo em que está agradando quem gosta de cachorro, está desagradando quem não gosta. Por isso, demos a liberdade para fazer home office ou trabalhar em outra área em que não haveriam animais”, diz Márcia.

Bem-estar geral

Um dos pontos mais importantes para que pet days sejam bem-sucedidos é a comunicação transparente. Foi isso que fez com que o evento da multinacional Nestlé, que uniu gatos e cachorros, desse certo. “Tivemos uma orientação geral via e-mail para todos avisando que o evento ia acontecer e explicando como seria, tanto para quem queria levar o pet quanto para quem tinha alguma restrição”, afirma Mariana Albino, gerente de RH da Nestlé.

Regras claras são necessárias não apenas para que todos os funcionários se sintam confortáveis, mas para garantir também o bem-estar dos bichinhos. “Não adianta só as pessoas acharem bacana, precisamos pensar no animal, que deve estar em um ambiente tranquilo, com comida, controle de parasitas e com a vacinação em dia. E, também, é importante que os pets participantes sejam dóceis e habituados com as pessoas, o que evita acidentes”, diz Ana Lúcia Rivera, gerente da unidade de Animais de Companhia da Bayer.

A multinacional alemã, além de pet days, realizou uma feira de adoção em sua sede em São Paulo e deu um dia de licença “peternidade” para os colaboradores que resolvessem cuidar de um dos gatos ou cães disponíveis para doação. “Além de uma sexta-feira de folga, oferecemos o suporte de um adestrador para dar dicas e ajudar na adaptação do animal e da família”, diz Ana Lúcia Rivera.

▶O que a empresa deve fazer

  • Comunique e oriente os funcionários

Para que o pet day dê certo, é preciso manter uma comunicação frequente com os funcionários – participantes ou não do evento. Palestras sobre adestramento, por exemplo, são uma boa maneira de começar o dia dedicado aos animais.

  • Prepare-se para imprevistos

Ao lidar com bichos, lida-se com imprevistos. Por isso, é recomendável manter um veterinário a postos ou dar a liberdade para o funcionário sair mais cedo caso algo aconteça.

  • Leve em conta quem não gosta de bichos

Nem todos empregados têm cachorros e gatos ou se sentem confortáveis com esses animais. Identifique quem prefere não estar no evento e ofereça opções como home office ou setores livres de bichinhos.

  • Pense na estrutura física

Se o pet ficar com o dono é preciso que exista um espaço para ele descansar. Caso o funcionário fique longe do bichinho, a empresa deve criar um espaço para os pets. Na Bayer, por exemplo, uma creche foi estruturada, já que os empregados só podiam ficar meio expediente com seus animais de estimação.

▶O que os funcionários devem fazer

  • Conheça a personalidade do seu bichinho

Não adianta levar um animal arisco para um dia todo de interação. Para que tudo corra bem, entenda se o seu pet se dá bem com outras pessoas e com outros bichos.

  • Mantenha a vacinação em dia

É importante que seu bichinho de estimação esteja com a carteira de vacinação completa e em dia para não colocar a saúde dos outros participantes em risco.

  • Cuide da higiene

Embora as empresas costumem oferecer um kit higiene, cabe ao dono prestar atenção se o animal está fazendo as necessidades no local certo e fazer a limpeza.

(*)Tamires Vitório é articulista da Revista exame.abril.com.br

Veja uma empresa que organizou um pet day:


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Cão com diabetes; e agora?




por Fernanda Fragata



Esse é o questionamento mais frequente dos donos de cães acometidos por esta doença no momento do diagnóstico. As histórias contadas por eles ao chegarem ao consultório veterinário são muito parecidas: o animal tem muita fome, come bem, mas está emagrecendo, bebe muita água e urina muito. Alguns relatam que observam formigas juntarem na urina feita na rua ou no quintal. Em casos mais avançados, o animal apresenta fraqueza, apatia e vômito.

O Diabetes mellitus ocorre quando o organismo do cão produz uma quantidade insuficiente de insulina (hormônio que possibilita o uso da glicose presente na corrente sanguínea pelas células do corpo) ou não a processa corretamente. Sem insulina suficiente a glicose não pode entrar nas células e acumula-se no sangue. Por isso, seu cão pode agir como se estivesse com fome, querendo comer constantemente, mas mesmo assim continua a demonstrar sinais de desnutrição porque as suas células não conseguem absorver a glicose.

O diagnóstico pode ser confirmado após a realização de um exame de sangue que detecta altos níveis de glicose (açúcar) no sangue e do exame de urina com a presença de glicose (que não aparece em animais sadios). Em casos mais graves ou descompensados, há a presença de corpos cetônicos, que são compostos tóxicos produzidos após o organismo tentar suprir a falta de energia causada pela doença.

A maior preocupação dos proprietários de animais diabéticos é como será a rotina e a qualidade de vida dos pets a partir do diagnóstico. Uma vez confirmado o diagnóstico da doença, é necessário ainda mais dedicação e disciplina para aprender a cuidar do seu animal de estimação diabético. O objetivo é manter as concentrações de glicose em níveis não elevados, evitando picos e quedas bruscas, além de reduzir ou até eliminar os sinais da diabetes, tais como sede excessiva e muita urina.

A dieta desempenha um papel fundamental no controle do cão diabético. O ideal é o seu cão ter acesso à mesma quantidade de alimento, nas mesmas horas, todos os dias. Esta dieta geralmente inclui uma fonte de proteína de alto valor biológico, carboidratos complexos e fibras alimentares para permitir uma absorção mais lenta da glicose pelo aparelho digestivo. Os alimentos também devem ter também baixos níveis de gordura, serem saborosos, nutritivos e que minimizem as flutuações da concentração da glicose no sangue e ajudem o seu cão a manter um peso adequado, o que é muito importante para o controle da doença.
  • Exercícios físicos 
Ajudam a manter os animais ativos, saudáveis e felizes. E para cães diabéticos não é diferente, ele afeta as concentrações sanguíneas de glicose auxiliando no controle da doença.

No entanto, a atividade física precisa ser regular e monitorada, porque em excesso ou feito de forma inadequada pode levar a mudanças bruscas com queda nos níveis glicêmicos. Por isso, o médico veterinário sempre orienta o dono de um animal diabético a reconhecer os sintomas e orienta sobre o que fazer numa possível queda de glicemia a fim de evitar complicações e situações de emergência.

  • Complicações

Depois de aprender sobre como conviver com a doença, vem a dúvida sobre as complicações decorrentes desta doença. Os cães diabéticos podem desenvolver algumas complicações, assim como os humanos.

A catarata costuma ser a complicação secundária mais comum decorrente das elevadas concentrações de glicose no sangue, e que pode levar à cegueira. Evitar as altas concentrações de glicose no sangue pode ajudar a prevenir ou retardar o desenvolvimento da catarata. A insuficiência renal também pode aparecer como complicação em alguns casos.

  • Grupo de risco
Embora qualquer cão possa desenvolver diabetes, cães de meia-idade ou idosos, especialmente fêmeas não castradas são mais frequentemente acometidas.

A principal causa da diabetes canina é em grande parte desconhecida, mas especialistas sugerem que a genética pode desempenhar um papel importante. Por isso, a glicemia e exames simples de urina devem fazer parte do check-up anual de todo pet.

Embora não exista cura, a doença pode ser controlada com sucesso com injeções diárias de insulina, alterações na rotina e na dieta. Com um controle bem sucedido da diabetes o seu cão pode levar uma vida feliz, saudável, ativa e com qualidade de vida. O relacionamento com o veterinário nestes casos fica bastante próximo, pois a família e o médico precisam trabalhar juntos para um bom controle e o sucesso no tratamento.

Fernanda Fragata é articulista de epoca.globo.com

domingo, 10 de dezembro de 2017

Por que Holland não para de sorrir?



por Nathalia Salvado(*).






Coberta de terra, cheia de nós e com a pele irritada. Foi assim que a cadelinha Holland apareceu em um abrigo para animais em Chicago, nos Estados Unidos, em setembro deste ano.

Ela tinha medo de tudo, mas a Fundação Trio Animal (Trio Animal Foundation) a ajudou.

Eles começaram a trabalhar na recuperação do animal e o primeiro passo foi remover o pelo embaraçado.




Foi bastante complicado. A cachorra precisou ser sedada por um veterinário. Apesar disso, eles descobriram que Holland era super saudável, tirando pelo seu problema de pele, algumas contusões mínimas e pequenos cortes.
Livre dos nós e do pelo sujo, a cadelinha voltou a brincar, pular e até andar normalmente. Depois de algumas semanas de adaptação com o cão-terapeuta do abrigo, ela se acostumou a ficar perto de outros animais e, no início de novembro, pôde ser adotada. Agora, a pequena não para de "sorrir".




Depois da transformação, ela teve dificuldade em andar, mas a medicina veterinária e o tempo ajudaram com isso. Após semanas de tratamentos médicos e reabilitação emocional, a Holland encontrou uma família e uma casa para chamar de sua. A história acabou viralizando na web porque ela não para de “sorrir”.




(*)Nathalia Salvado é articulista de virgula.com.br





quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

5 dicas para os cachorros obedecerem com comandos simples







por Marina Mori(*).



Ele pula em todo mundo, late demais e destrói tudo o que encontra pela frente? Conversamos com um adestrador e elencamos dicas infalíveis

Não é preciso ser nenhum Cesar Millan ou Alexandre Rossi para ter em casa cachorros comportados e felizes. Sim, pode parecer difícil educar os pets sozinho e sem a ajuda de um profissional, mas basta adicionar alguns hábitos simples de adestramento à rotina para ver a mudança acontecer.

“Só adianta adestrar enquanto é filhote”

Engana-se quem acha que existe uma idade certa para corrigir algumas características de comportamento dos pets. “A educação vai até o fim da vida. O cachorro é um ser extremamente adaptável – mesmo os adultos e velhinhos têm que ser educados”, explica o adestrador.
Late muito

Latir é algo natural aos cachorros, mas algumas raças são mais “barulhentas” do que outras. Enquanto cães de pastoreio (como o Border Collie e Pastor Alemão) costumam latir menos, os de pequeno porte (como Maltês, Yorkshire e Schnauzer) dificilmente serão silenciosos.

Uma forma de diminuir a frequência dos latidos é fazer com que os pets gastem muita energia. “Eles precisam passear, correr e brincar. Quanto mais estressado o cão estiver, mais ele vai latir. E uma coisa é lei: cão cansado é cão feliz”, diz Assunção.
Destrói móveis, sapatos e tudo o que vê pela frente

Os cachorros têm três necessidades básicas: cavar, destrinchar e roer. Para canalizar toda sua energia em algo que não seja o sofá de casa ou os sapatos, é preciso enriquecer o ambiente com opções variadas (e mais prazeroas que os móveis).

Segundo Assunção, a dica é fazer um rodízio de brinquedos. “Vale deixar espalhados pela casa três opções num dia, três no outro. Animais gostam de novidade.” Bolinhas, trança de corda e roedores de borracha são algumas sugestões. Para os maiores (que ficam na área externa), osso in natura e coco verde.

Pula demais

Cães respondem aos estímulos que recebem. “Se, toda vez que você chegar em casa agitado, o cachorro vai retribuir essa agitação”, diz o especialista. Para evitar os pulos inesperados, o melhor a se fazer é ignorar o pet enquanto ele estiver eufórico.

Mas esse aprendizado não ocorre de um dia para o outro. Às vezes levam semanas para que o cachorro entenda que não deve pular em ninguém. Para acelerar o processo, Assunção sugere aliar o “gelo” no cão a um comando, como “não” ou “fica”. “Em uma semana de repetição isso já melhora bastante”, afirma.
Não anda ao lado durante o passeio

Quem comanda o passeio é o líder, ou seja, o humano. O cachorro precisa entender que ele está acompanhando o tutor no passeio e não o contrário, segundo o adestrador. Por isso, o ideal é ter uma guia curta para que ele fique o mais próximo possível durante a caminhada.

Come muito e/ou muito rápido

A comida deve ser porcionada e oferecida em horários determinados. “O cachorro que tem comida à vontade não tem desafios e isso é algo essencial para eles”, explica Assunção.

Em alguns casos, porém, o problema é outro. “Alguns cães comem rápido demais e isso pode causar problemas gástricos sérios”, afirma o adestrador. Uma solução é colocar toda a ração em uma garrafa pet e fazer alguns furos ao longo do plástico (grandes o suficiente para que apenas alguns grãos passem).

Eles adoram isso porque é como se estivessem caçando. O que seria comido em 10 segundos leva uma hora e ainda faz eles gastarem energia”, garante.



(*) Marina Mori escreve para gazetadopovo.com.br





terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Cães e o Medo dos Fogos.






por Gabu Machado(*).

A virada do ano está chegando e não há como fugir dos barulhos dos fogos de artifício. Durante todo o ano eles são usados em festas populares, finais de campeonatos esportivos e também celebrações e quem sofre com tudo isso são os pets. Mas, por que cachorro tem tanto medo de fogos de artifício?

Os cães possuem uma audição muito sensível, podendo escutar a origem do som em até seis centésimos de segundo e chegando a escutar até 45 mil hertz. Alguns se escondem dos barulhos, fogem, se ferem e outros correm para os donos tremendo. Quando estão em pânico, os cães podem até chegar a óbito, principalmente os que têm problemas cardíacos.

O especialista em comportamento animal e zootecnista, Renato Zanetti, explica que é importante entender a diferença entre medo e pânico para que o tutor saiba identificar qual a sensação de seu cachorro. “Medo é quando o animal sente que está em perigo, mas não faz coisas estranhas que normalmente não faria. Já o pânico é um nível maior e faz com que o pet não consiga processar muito bem essa emoção. O pânico impede que tenham a percepção do ambiente, podendo levar o cachorro a atravessar portas de vidro, escalar paredes, subir em telhados e até saltar de muros altos”, conta.


Dicas para Minimizar o pânico nos pets.

Mas para que isso não aconteça, Zanetti lista algumas dicas para minimizar esses problemas e ajudar os tutores a passar a virada do ano tranquilo com seu animal de estimação.
🐕Estar em um lugar tranquilo, com o mínimo de barulho possível para que o pet não fique estressado e consequente sinta medo ou pânico;
🐕Abafar o som externo. Deixar o ventilador ligado, colocar uma música calma, fechar janelas e portas;
🐕Adaptar o cachorro ao ambiente que irá passar o ano novo, seja em casa sozinho ou em um day care;
🐕O espaço tem que ser seguro para o cachorro. Todos os possíveis locais que eles possam escapar, devem estar fechados, como portas e janelas;
🐕É importante disponibilizar tocas para ele se esconder, locais como embaixo da cama, dentro de caixas, dentro do banheiro, dentro da casinha ou uma caixa de transporte;
🐕Disponibilizar petiscos diferentes ou comidas congeladas e brinquedos recheáveis para distraí-lo e estimulá-lo;
🐕Se o pet ficar sozinho, o espaço deve ser livre de prateleiras, vidros, objetos de decoração ou porta retrato. Isso evita que ele se machuque;

Fonte: becoliterario.com


sábado, 2 de dezembro de 2017

Colt, o cão treinado para ajudar numa convulsão






Os cães têm capacidade para serem treinados e fazerem trabalhos que só eles podem fazer. Esse é o caso de Colt, um cão treinado para ajudar sua dona.

Já vimos determinados cães que cumprem funções de cães-guia, policiais, de resgate e muitas outras. Esses animais são treinados para uma tarefa específica: ajudar um ser humano. Esses cachorros não só são muito queridos por seu trabalho, mas também pela nobreza e doçura com a qual cumprem suas missões.

No caso de Colt, sua dona precisa de sua ajuda. Sem essa assistência, ela teria muitas dificuldades diárias, isso sem falar dos riscos.

A história de Colt é um caso isolado, que visto assim pode parecer muito especial. Mas na verdade, existem muitos cães de grande valor, nobreza e doçura treinados para ajudar pessoas que necessitam.

Por que Colt foi o cão treinado para ajudar?

A dona de Colt se chama Janayne Kearns e mora no Colorado, nos Estados Unidos.

Há cinco anos, Janayne sofreu um derrame cerebral. Entre as consequências, ela tem convulsões. Além disso, devido a uma lesão no cérebro, qualquer golpe em sua cabeça, por menor que seja, poderia ter consequência fatais para ela.

Janayne cai continuamente no chão e começa a ter convulsões parecidas com as de um ataque epilético, que a fazem golpear a cabeça contra o chão.

Se esses golpes não fossem controlados, poderiam agravar sua lesão cerebral e isso poderia levá-la até à morte.

Aqui é onde entra na história Colt, seu cão. Ele foi treinado de uma maneira especial para detectar as convulsões de sua dona e ajudá-la rapidamente quando elas começam a se agravar.



Colt corre até ela e se abaixa atrás da cabeça da mulher, evitando que seja golpeada contra o chão e possa ocasionar mais lesões. 

Janayne não sofre convulsões reais nos vídeos, apenas finge para ter certeza de que Colt está fazendo bem seu trabalho.

Como ela mesma explica:

“Quando sofro convulsões é como se não estivesse mais presente no meu corpo, por isso, antes que aconteçam, tenho que me assegurar ao máximo de que Colt vai fazer bem seu trabalho. Durante as convulsões reais, seria impossível saber”

Janayne treina várias vezes com Colt, e mesmo que às vezes faça isso em solo escorregadio, Colt não se rende e sempre continua tentando chegar o quanto antes embaixo da cabeça de sua dona. Um animal perseverante e fiel sempre.

Colt não é o único caso

Em Alicante, na Espanha, há um projeto universitário de cães de alerta médico para convulsões, especialmente para ataques epiléticos. Os cachorros são treinados por um ano, desde filhotes, quando têm dois ou três meses.

Os cães são treinados para um paciente em particular, pensando nas circunstâncias e necessidades daquela pessoa.

Já foram três os cães treinados e entregues a pessoas que sofrem essas convulsões e parece que o projeto está sendo um sucesso.

Esses cães devidamente treinados ajudam pessoas
com convulsões a levar uma vida normal, evitando lesões na cabeça.

É uma mostra a mais do grande trabalho que nossos amigos cães fazem para melhorar a vida de muitas pessoas. Sua lealdade, perseverança e capacidade de serem treinados e obedecer já ajudaram muitas pessoas com problemas sem solução a levar uma vida normal.

Sem dúvida, temos muito o que agradecer a esses animais inteligentes.

Mesmo quando não precisamos, os cães que fazem trabalhos de busca, socorro ou resgate podem nos beneficiar em qualquer momento.

A cães como Colt e como todos aqueles que prestam serviços, só podemos agradecer sempre. 


Fonte: meusanimais.com.br
Fonte da imagem: verne.elpais.com

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Próstata Canina Fique Alerta






Novembro azul para os pets já se foi, mas os cuidados devem continuar. 

O aumento da próstata é geralmente diagnosticada na meia-idade para cães não castrados antigos. A próstata em cães tem a mesma função que o de machos humanos. Este artigo dá-lhe algumas dicas básicas para esta condição médica em caninos.

A maioria das pessoas evitam receber seus cães castrados, porque a operação vai fazê-los gordos e preguiçosos. Isso é um mito. Só o exercício inadequado e superalimentação fazem isso.Assim como em humanos, a glândula da próstata em cães desempenha as funções para proporcionar nutrição para o esperma, e aumenta a sua mobilidade de modo que seja adequada para a fertilização. Um problema comum com esta glândula é o seu crescimento anormal causando a ampliar e dá origem a sintomas urinários desagradáveis. Esta condição é conhecida como prostatomegalia, e o seu risco aumenta com a idade e é mais comum em cães não castrados. Cães castrados, por outro lado, têm menos probabilidade de ter esta condição.

O aumento da próstata em cães pode indicar:

  • HPB (Hiperplasia Prostática Benigna)
Esta é a forma mais comum de prostatomegalia em cães. A hipertrofia benigna e simétrica da glândula da próstata, hiperplasia prostática benigna são desencadeadas pela libertação da testosterona da hormona sexual. Esse hormônio desencadeia um aumento no tamanho e as células da próstata ampliam a próstata. Veterinários têm encontrado principalmente este problema apenas em cães não castrados.

  • Prostatite
Cães machos não castrados também têm uma predisposição alta a prostatite que é a inflamação da glândula da próstata causada por infecção bacteriana. A infecção pode ser aguda ou crônica. A forma crônica é conhecida por causar infertilidade em animais afetados.

  • Câncer de próstata
Enquanto os dois acima condições são mais prováveis ​​de ocorrer em cães não castrados, o câncer de próstata pode afetar até mesmo os castrados. Este estado, contudo, é raro em caninos. O aumento da próstata causado por câncer é geralmente assimétrico.

Os sintomas

Dependendo do que causou a doença, os sintomas podem variar. Os sintomas mais comuns que ficam na superfície incluem:

  • » Constipação (aumento da próstata continua pressionando contra o reto
  • » O esforço de defecar(as amostras de cães para defecar só aumentam a pressão sobre a próstata)
  • » Fezes planas (devido ao espaço comprimido, as fezes atingem uma forma plana, enquanto que são excretadas)
  • » Anormal marcha (para evitar a pressão sobre a próstata, as pessoas chamam isso como “caminhar sobre ovos”)
  • » Ocorrência de sintomas como febre, sangue na urina, vômitos, fezes moles, dor ao urinar são fortes indícios de prostatite
  • » Prostatomegalia causada por câncer de próstata pode ter os mesmos sintomas listados acima. No entanto, os sintomas que pode ser, na verdade, o cancro geralmente indicam primeiros sintomas de estádios avançados da doença.

Tratamento

Nem todos os cães com HPB sofrem de desconforto urinário ou sofrimento e, assim, o tratamento é recomendado para cães que o fazem. Esta abordagem é chamada de “espera vigilante”. O tratamento recomendado é a castração enquanto encolhe a próstata aumentada, assim, aliviando os sintomas desconfortáveis. Como a castração vai deixar o animal infértil, alguns donos de cães não preferem este método. Nesses casos, existem medicamentos que ajudam a diminuir a glândula ampliada temporariamente sem afetar a fertilidade. Esses medicamentos, no entanto, tem sua própria quota de efeitos colaterais e os proprietários devem discuti-los com um veterinário.

Para lidar com prostatite, terapia de longo prazo de antibióticos é necessário. No caso do cancro da próstata, no momento em que o cancro é diagnosticado ele já é avançado, o que acontece na maioria dos casos. Mas o método usual de tratamento inclui a cirurgia e radioterapia. Embora a esterilização ajuda a prevenir e curar BPH, isso não tem efeito sobre o cancro.

A castração – a melhor prevenção

A definição básica de esterilização em animais é a de retirar os órgãos que são responsáveis ​​para a reprodução. Esta prática é considerada como sendo a mais eficaz quando realizada nos animais antes de 6 meses de idade. Este processo evita que a glândula da próstata a desenvolver-se como não há produção de testosterona. Um cão macho maduro, quando esterilizado, terá a glândula encolhendo para cerca de 1/4th do seu tamanho anterior. Portanto, se a próstata não aumenta de tamanho, normalmente não haverá possibilidade mínima de prostatomegalia.


A castração tem outros benefícios além de diminuir o risco de aumento da próstata. Um cão castrado será menos suscetível a hérnias perineais ou tumores penianos. O cão vai ser menos agressivo, menos territorial, relativamente mais calmo do que caninos não-castrados, e menos propenso a doenças contagiosas como ele seria menos interessado em busca de fêmeas no cio. A maioria dos proprietários de cães atesta o fato de que os caninos castrados são mais carinhosas.

🔺Nota: A informação fornecida neste artigo é apenas para educar o leitor. Ela não se destina a ser um substituto para o aconselhamento de um veterinário qualificado.

Fonte: caes.topartigos.com 

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Cães ciumentos




por Equilibriototalalimentos.com.br.




Muitos cães sentem ciúmes quando seus tutores interagem com outras pessoas ou outros animais, o que pode gerar um comportamento agressivo. É preciso que o tutor saiba identificar as razões que geram esse comportamento, e atitudes que podem ser tomadas para acabar com esse problema.


É importante, para começar, que você veja as coisas da perspectiva do animal, pois essa empatia permite ao tutor tomar cuidados e atitudes diferentes e mais eficazes, de acordo com o que seu cão precisa no momento.


Assim, podemos entender que existem alguns motivos pelos quais o animal reage negativamente ao contato do tutor com terceiros.

  •  Mal-entendido:

O cachorro não beija ou abraça outros animais ou humanos do mesmo jeito que nós fazemos, o que causa um estranhamento quando se depara com essa situação. Isso ocorre especialmente nos filhotes que ainda estão sendo socializados, porque eles entendem isso como algo que pode ser um ataque contra o tutor, já que desconhece o comportamento amigável.


O ideal, nesse caso, é que desde pequeno ele não seja atendido quando estranhar esses gestos. Não pare de interagir com a visita, não permita que ele pule entre vocês ou atrapalhe a interação, ignore se ele protestar, dê voz de comando. Quando ele começar a entender e parar de reagir mal, recompense-o.

  • Curiosidade:

A curiosidade é uma situação derivada da anterior. Pode não causar raiva ou fazer com que o animal avance ou fique agressivo, mas sim que fique encarando, chore ou demonstre incômodo.


Isso ainda é devido ao estranhamento, mas nesse caso, é uma manifestação de curiosidade. Acontece que, alguns tutores sentem pena ou gostam do ciúme do animal e acabam agradando-o, e assim, incentivando-o, já que essa atitude pode ser entendida pelo pet como uma recompensa por seu comportamento. O comportamento, no início curioso e pacífico, no entanto, pode se tornar destrutivo futuramente.

  • Superproteção:

Os animais têm carinho especial pelos tutores, considerando-os membros da matilha. E, como qualquer membro, eles tendem a proteger.


Quando o cão vê uma pessoa ou outro animal se aproximando de seu tutor, ele tende a rosnar, latir e ser agressivo, porque acha que pode ser uma ameaça. Esse comportamento não deve ser encorajado e corrigido desde filhote.


Não dar atenção ou colo é apenas uma das atitudes que devem ser tomadas. Impedir o animal de avançar, dar voz de comando, tirá-lo do colo quando ele rosnar ou recusar-se a dar abrigo enquanto ele estiver nervoso podem ser boas saídas.


Isso tudo associado a não interrupção da interação com a outra pessoa ou animal e a recompensa quando seu cão fizer a coisa certa.

  • Necessidade de atenção:

Se o seu pet é daqueles que entra no meio de um abraço, chora e se desespera quando vê você com outro cachorro, não deixa um momento a dois passar despercebido e logo quer se incluir, ele está pedindo atenção. E isso porque foi acostumado assim.


Quando os animais são filhotes, tendemos a ter dó ou nos deixamos levar por comportamentos como o ciúme de namorados, maridos, irmãos e filhos, permitindo que o cão deite no meio dos dois, atrapalhe momentos, entre no meio de abraços, entre outros.


Essas atitudes são muito prejudiciais e acostumam mal os pets. O ideal é limitar os lugares onde o cão pode ou não ter acesso na casa e respeitar essa regra sempre. Também não se deve permitir que ele atrapalhe sua interação com outro membro da família, ensinando-o a participar de momentos sem ter a atenção toda para ele e a respeitar espaços.



Quando ele se comportar bem, a regra é a de sempre: recompense.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Um jovem sirio e uma husky siberiana modificando o mundo




por OliveiraACarlos.



Um jovem, como qualquer outro com seus 17 anos, com sonhos e realizações prontas para serem colocadas em ação, teve que esquecer esses sonhos e viajou sozinho com o minimo de pertences e provisões em sua mochila. Numa caixa de transporte de cães, o jovem carregava a sua preciosidade, a sua cadela Husky Siberiana. Aslan é o nome do jovem de 17 anos e Rose é o nome da Husky que viaja com um passaporte para que possa ser transportada para outro pais.


Aslan não titubeia ao responder "Amo esta cadela, preciso dela". O jovem não pensou muito quando teve que abandonar Damasco, não duvidou que Rose, a cadela Husky, deveria ir também. Aslan fez os cálculos que, para para chegar em território europeu ele - e Rose - deveriam caminhar cerca de 500 quilômetros.

Aslan exibindo o Passaporte de Rose

Nessa época cerca de 5 mil pessoas chegavam diariamente às ilhar gregas, fugindo da suja guerra na Síria. Alguns sírios, como Aslan, levaram consigo seus animais de estimação. Moner Al Kadri, refugiado sírio ficou conhecido por ter levado sua gata Zaytouna (Confira aqui a história).


A história de Aslan e Rose deveria servir de exemplo para tantos que abandonam seus animais de estimação, como se fossem lixo, descartáveis que se pode eliminar a qualquer momento.

Os conflitos bélicos são pródigos em deixar um rastro de abandono de animais que sofrem muito já que acostumados a receber dos humanos sua alimentação, desaprenderam a ser "selvagens".

As mortes desses seres inocentes que morrem, que são feridos ou ficam desamparados por causa ou do abandono "forçado" de seus donos ou falecimento destes em decorrência da guerra, não são Notícia, não despertam curiosidade.

Guerra a que arrasa tudo.

Não apenas os animais de estimação são vítimas inocentes destes embates; os afetados são também os animais que estejam em: 
  • Estado selvagem 
  • Zoológicos 
  • Criadouros 
  • Granjas 
  • Reservas 
Em Gaza , por exemplo, animais de um Zoológico morreram de fome e sede por causa das batalhas entre israelenses e palestinos.

A história de Aslan que percorreu 500 quilômetros com Rose à procura de um futuro, deveria servir de exemplo para todos aqueles que abandonam seus animais por motivos tão incríveis e sem fundamento.


Aslan não pensou muito que Rose deveria ser levada e foi-se estrada à fora guiado por uma lealdade e um amor que não se pode mensurar. Rose não poderia ficar em Damasco abandonada à própria sorte, isso esteve sempre fora dos planos de Aslan.


Nos locais onde a vida vai normal, as associações protetores estão recolhendo cada vez mais animais que, sem que haja qualquer conflito, são abandonados irresponsavelmente.

Não vivemos num mundo ideal, mas somos nós quem o fazemos do jeito que ele é e somos apenas nós que poderíamos modificá-lo. Aslan pensou num mundo melhor para ele, mas não se esqueceu de seu animal de estimação - Rose a Husky Siberian -; a realidade se apresentava sombria num cenário de guerra e Aslan resolveu modificar isso e partiu para a Grécia. 

Quanto mais Aslans tivermos - e temos sim, espalhados pelo mundo - menos guerras e Roses abandonadas existirão. 



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Seu Cão e o Verão






O verão está chegando e com ele uma série de cuidados que devemos tomar.
por Leandro Elias (*)





O verão está chegando e com ele uma série de cuidados que devemos tomar. É nessa época do ano que ficamos expostos a fortes temperaturas, então cuidados com a pele e hidratação são extremamente importantes para que seu verão seja tranquilo. Já quando o assunto são os animais, você sabe que cuidados tomar? Assim como nós eles também sofrem na estação mais quente do ano. Então, nada mais justo que ficar de olho, se informar e garantir o bem-estar de cada um deles, seja gato ou cachorro. 

1. Espalhar potes de água fresca pela casa

No verão, o cuidado com seu pet deve ser redobrado. É importante que os bichos tenham sempre água fresca e limpa disponível. O ideal é realizar a troca sempre que a água começar a esquentar. Se você passa o dia fora de casa, a dica é espalhar vasilhas com água em lugares com menor incidência de luz, assim seu pet terá água disponível durante todo o dia. Na hora de passear, deve-se oferecer água ao animal a cada 20 ou 30 minutos. 

2. Evitar locais quentes e fechados

Nada de deixar seu pet trancado dentro de casa ou no carro, mesmo que seja rápido. Quando o animal é exposto ao calor excessivo pode ser vítima de um fenômeno chamado intermação que é quando a temperatura do corpo do animal ultrapassa os limites fisiológicos que permitem a troca de calor com o ambiente. As causas disso são falhas de órgãos e sistemas e que podem levar o animal à morte. 

3. Não passear nos horários de sol quente

Para os animais, os melhores horários de sol são os mesmos para os humanos. Nada de passear com o seu animal depois das 10 ou antes das 16 horas. Os melhores horários para passear com cães são aqueles em que o sol está mais fraco. Também é preferível trocar o asfalto pela grama o chão quente pode causar lesões nas patas dos cachorros.

4. Ficar atento a sinais de doenças
Doenças como micoses, piolhos, sarnas e parasitas de pele são mais comuns no verão. Fique atento ao seu animal e procure tratamento logo nos primeiros sintomas. Para evitar a contaminação, evite levar o animal em locais muito frequentados por outros animais. 

5. Tosar o pelo do animal (inclusive do gato)

Se seu pet é daqueles que sobra pelo a nossa dica é a tosa refrescante. A tosa refresca o animal e facilita o banho, mas nada de deixar o animal pelado. Vale lembrar que a compensação térmica de um animal é diferente da nossa e não é por que ele tem muito pelo que ele passa calor. Estamos falando de uma tosa mínima e que não compromete a saúde do animal. 

6. Aplicar protetor solar

É isso mesmo, seu animal também precisa se proteger contra o câncer de pele. A recomendação é vital para cães e gatos de pele clara (a cor da barriga do pet indica se ele se inclui nessa categoria). A aplicação deve ser feita em regiões sem pelos, como focinho e orelhas e em média a cada duas horas. Não se deve usar o protetor solar de humanos, os produtos feitos especialmente para os pets não oferecem riscos de intoxicação quando em contato com a boca do animal.

7. Dar banhos

E claro, a parte mais gostosa que pode ser um momento único entre você e seu pet são os banhos. No verão, cães e gatos podem e devem tomar em média um banho por semana. Além de refrescar, o hábito ajuda na higiene do animal. A recomendação é usar água em temperatura ambiente e xampu especial para pets, neutro e hipoalergênico. Após o banho é preciso secar bem o bicho para evitar a umidade, condição que favorece o aparecimento de parasitas. 

(*)Leandro Elias é jornalista do Pets da jpnews.com.br
Fonte: www.jpnews.com.br

sábado, 25 de novembro de 2017

Gary, a cadela que salvou o casamento de Jimmy Fallon








Jimmy Fallon conta como sua cadelinha ajudou em um momento delicado de seu casamento.

A cadela Gary chegou para ajudar a distrair um pouco o apresentador e sua esposa na época em que eles estavam tentando ter o seu primeiro filho

por Andrezza Oestreicher, do portaldodog.com.br


Listado como um dos homens mais sexy de 2017 pela revista People, o apresentador do talk show “The Tonight Show Starring Jimmy Fallon” (que é transmitido no Brasil pelo canal GNT) falou um pouco sobre a importância que sua cadelinha de estimação, Gary, teve em um delicado momento de seu casamento.

Hoje com cinco anos de idade, a cadelinha Gary, que é da raça Golden Retriever, foi adotada por Jimmy Fallon na época em que o apresentador e sua esposa, Nancy Juvonen, estavam tentando engravidar pela primeira vez, período que pode ser complicado quando as tentativas são sem sucesso.

De acordo com Jimmy, Gary era como uma ótima distração para eles naquele momento, enquanto eles continuavam a tentar ter filhos.



Cerca de um ano depois que Gary chegou, veio a primeira filha do casal, Winnie, que hoje tem quatro anos, e algum tempo depois nasceu Frances, de dois anos.

Jimmy contou ainda que a cadelinha, que tem um nome bem incomum para meninas, se dá muito bem com suas filhas humanas e é ótima com as crianças. O papai famoso falou ainda que Winnie e Frances adoram brincar e dormir com Gary.
Gary ainda bebê

O apresentador também fez uma confissão sobre o relacionamento das crianças com a cadelinha. Segundo Jimmy, apesar de toda a família ser apaixonada por Gary, sua filha mais nova, Frances, tem um vínculo ainda mais especial com sua irmã canina.



O amor entre a família é muito grande. “É companheirismo. É muito amor. É amor incondicional”, afirma Jimmy Fallon.

Fonte: Revista People



sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Osteoartrite Canina






por Merial.com.br(*).


  • O que é a osteoartrite canina?
A osteoartrite é uma doença crônica degenerativa que afeta os ossos e as partes moles das articulações (ligamentos, cápsula articular, etc), causando dor, desconforto e perda contínua da motilidade. Pode acometer qualquer articulação, mas ocorre com maior freqüência: 
  • Na articulação do “joelho” (fêmuro-tíbio-patelar). 
  • Na articulação do “cotovelo” (úmero-rádio-ulnar). 
  • Na articulação do “pulso” (carpo). 
  • Na articulação da pelve ou coxal (coxofemoral). 
  • Nas articulações intervertebrais (ocasionando os “bicos-de- papagaio”). 

  • O que causa a osteoartrite canina?
As causas mais comuns da osteoartrite são chamadas de secundárias e podem estar relacionadas com a idade, lesões crônicas, inflamação e obesidade, entre outros fatores. 

  • Existe cura para a osteoartrite canina?
Embora vários estudos estejam em andamento, atualmente não existe cura para a osteoartrite canina, mas existem tratamentos. 

  • Quais os sintomas da osteoartrite em cães?
Os sintomas da osteoartrite canina estão relacionados à dor que o animal sente, e nem sempre são fáceis de se reconhecer. Dentre os mais comuns pode-se notar: 

  • Animais que relutam em se movimentar Letargia (movimentos mais lentos) 
  • Claudicação (manqueira) 
  • Tristeza e prostração 
  • Reação de agressividade ou defesa quando tocados 
  • Os sintomas podem variar de acordo com a gravidade da doença e o temperamento do animal. Lembre-se que o Médico Veterinário é o melhor profissional para ajudá-lo a reconhecer estes sintomas e diagnosticar a doença. 

  • O que eu devo fazer se suspeito que meu cão tem osteoartrite?
Neste caso você deve levar seu animal ao Médico Veterinário. Ele é o melhor profissional para ajudá-lo a diagnosticar esta doença. E quanto antes se iniciar o tratamento, melhor.

  • Quais são os tratamentos disponíveis?
Não existe um tratamento único para cães com osteoartrite. Acredita-se que os cães beneficiem-se pela utilização de tratamentos simultâneos que visam reduzir a dor e a inflamação, retardar a progressão da doença, facilitar a reparação dos tecidos lesados e promover a integridade das articulações. Desta forma, os tratamentos disponíveis atualmente são: 
  • Controle de peso 
  • Exercícios físicos controlados 
  • Medicamentos antiinflamatórios e analgésicos 

  • Como meu Veterinário pode diagnosticar a osteoartrite em meu cão?
O Médico Veterinário pode diagnosticar a osteoartrite por meio do exame físico do animal ou, em alguns casos, com o auxílio de exames diagnósticos, como o raio-x das articulações.


(*)Para entrar em contato com a Merial:

Telefone: 0800 888 7387 (8 às 18h seg-sex)