domingo, 6 de janeiro de 2013




Imprensa internacional destaca caso do gato capturado no presidio de Arapiraca-AL.





A notícia do gato capturado ao entrar em um presídio de Arapiraca(AL), carregando serras, brocas, fone de ouvido, cartão de memória, celular, baterias e um carregador de telefone móvel presos junto ao corpo foi destaque em muitos jornais pelo mundo.


Sites de jornais de vários países do mundo publicaram neste sábado a curiosa notícia.


No Mirror News:





Stunned guards at a Brazilian prison found a CAT trying to smuggle forbidden items into the jail.

Officers at the prison in the North-East of Brazil caught the feline red-pawed with a mobile phone, charger, batteries, drills bits and memory cards strapped to its body.

The white cat, who was seen trying to sneak past guards at the main entrance to the prison, is believed to have been secretly raised by inmates and then passed to visiting relatives.

The story was reported in Estado de Sao Paulo, one of the country's most serious newspapers.

"It's hard to know which of our prisoners is responsible for this, since the cat isn't talking," the management of the prison said in a statement.

The bizarre events happened at the medium security Judge Luiz de Oliveira Souza prison in the city of Arapiraca, Macei state, in the early hours of New Years Day.

Guards are investigating who raised the cat and say all of the 263 inmates are suspects.

The cat, however, is not being treated as a suspect and has been sent to a vet for treatment.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013





por Denize Guedes/Agência Estado



Você pode até não acreditar, mas há cães que adoram o barulho de um rojão, de um estrondo de fogos de artifício - como os que normalmente se ouvem na passagem de ano, natal, festas juninas e finais de campeonatos de futebol. 

É que eles aprenderam a relacionar o som, desagradável para a maioria dos cachorros, à crença de que algo divertido - com muitos petiscos, de preferência - vai acontecer.

Milagre? Não, é o fruto de estímulo trabalhado em relação ao ruído. "Vamos passar o ano-novo só na correria, brincando com os cachorros com bolinhas, frisbees e petiscos escondidos", conta Raquel Yukiehama, dona da Dog Resort, creche e hotel para cães no Planalto Paulista, zona sul de São Paulo. "A ideia é criar e reforçar a associação positiva (de prazer com o som)."


Raquel explica que, apesar de os cães terem a audição quatro vezes mais apurada que a dos humanos, o que mais os deixa incomodados e assustados é o fato de não saberem de onde aquele barulho vem. "É como se fosse uma punição despersonalizada, que vem do nada", diz. A zootecnista Sara Favinha, sócia da Tudo de Cão, empresa especializada em comportamento animal, concorda. "O problema nem é tanto a audição, mas o desconhecido. É diferente de desenvolver medo do liquidificador, em que o cão nota que é aquele o objeto responsável pelo barulho. Com os fogos não é assim."

Tratamento

Quando não tratado, o medo dos "estrondos" pode levar o animal até a se machucar. "Um cachorro que seja acostumado a ficar do lado de fora da casa pode se jogar contra uma porta de vidro ou sangrar a pata de tanto tentar entrar em casa." Quando o caso é severo, o ideal é procurar a ajuda de um profissional que detecte a intensidade do temor e indique um tratamento. "Há veterinários que prescrevem calmantes, até para preservar a integridade física do bichinho", conta Sara.

Uma dica para começar a tratar os temidos rojões e fogos é fazer o cão já gastar energia - com longos passeios, por exemplo - na véspera e no dia de réveillon ou de um jogo de futebol. Deixá-lo ficar mais dentro de casa nesses dias também ajuda.

Outra saída é comprar um CD com ruído de fogos, à venda em pet shops (ou gravar esses sons você mesmo em MP3), e colocá-lo para tocar, aos poucos, na hora em que o cão estiver se alimentando. Isso ajuda a trabalhar a ideia de prazer na cabeça do animal. Se não tiver jeito, horas antes da meia-noite, coloque um pouco de algodão no ouvido do animal. Isso vai abafar os estampidos. 

Sete medidas paliativas

1. Solte a coleira

Não deixe seu cachorro ou gato na coleira. Muitos animais, quando presos, morrem por enforcamento, no desespero de fugir dos fogos e rojões.

2. Deixe-o num local tranquilo

Se precisar isolar seu pet, deixe-o fechado em um local sem vidro e seguro. Com medo, muitos animais atravessam a vidraça e acabam se ferindo gravemente.


3. Acalme-o

Homeopatia, florais e acupuntura podem diminuir o medo e a ansiedade do seu animal. Mas esses tratamentos devem ser feitos ao longo do ano. Converse com seu veterinário, pois é ele quem dirá a dose certa e o medicamento correto.

4. Algodão no ouvido

Em casos extremos, alguns veterinários indicam colocar um chumaço de algodão nos ouvidos do animal, porém alguns pet podem estranhar também essa situação.

5. Cuidado com as fugas

Não deixei portas e janelas abertas, cães e gatos podem tentar fugir para a rua com receio dos fogos.

6. Televisão ou rádio ligado

Para trazer conforto ao animal, você pode colocá-lo em um local seguro, com a luz acesa e a televisão ou rádio ligado (não muito alto) para abafar o som dos rojões.

7. Sem vizinhança

Uma solução, principalmente para quem tem em casa um animal com fobia grave a barulhos, é afastar completamente o bicho, deixando-o em locais protegidos, como hotel longe da cidade e sem vizinhança.


Fonte: Estadão/Repórter Católico.com





quinta-feira, 3 de janeiro de 2013





por Flavia Ferreira (petmag.com.br)










Com a chegada das festas de fim de ano, férias ou até mesmo daquele feriado prolongado, o que mais queremos é tirar uma folguinha da rotina do dia a dia. Seja na praia, no campo ou até em outra cidade o que queremos é um pouco de descanso e tranquilidade. Fazemos planos, calculamos gastos, tempo, mas nos esquecemos um dos detalhes primordiais para a nossa viagem ser tão prazerosa: quem vai ficar com o pet neste período?

Todos nós fazemos viagens, seja a trabalho ou passeio, um fim de semana fora de casa é inevitável em algum momento. Por mais que você esteja pensando no quanto o animal vai sentir sua falta antes mesmo de aprontar as malas, já fique sabendo que ele pode virar a cara e para a água, fazer manha e até chorar. Mas, acredite, se for apenas um final de semana longe de você, seu pet vai sobreviver.





Pensando nisso, vamos ver as possibilidades de garantir o conforto do animal? Antes de mais nada é preciso avaliar as condições físicas do bichano. Ele está saudável? Passou por alguma cirurgia recentemente? Essas questões são fundamentais, pensando no local onde você deixará o pet durante esses dias.

Sua ausência será em torno de 2 dias, certo? E você optou por deixá-lo em casa sozinho? Ok. Providencie vários recipientes para a ração, água e algumas caixinhas de areia para este período. Você não vai querer chegar em casa e encontrar o cocô do pet em todos os cômodos, vai? Como gatos adoram derrubar os potes de água, coloque um bem pesado para que ele não vire. Deixar uma quantidade de sobra para eles garantirá que não sintam fome nem sede até você voltar.

O ideal é que o pet fique na casa onde mora, isso ajudará diminuir a falta que o bichano sente de seus donos. Peça para algum amigo ou parente cuidar dele durante esses dias. Pode ser uma atividade muito agradável para ambos. Se possível, peça para o seu amigo fazer visitas diárias, isso irá garantir a troca da ração e da água. Peça para limpar as caixinhas de areia também. Nestas visitas, o seu amigo pode ficar alguns minutos com o animal, fazendo um carinho. Para o pet será maravilhoso e muito gratificante, pode apostar!

Se a sua viagem for um pouco mais prolongada, o favor do seu amigo ou parente terá que ser aqueles dos grandes. Existe a possibilidade do seu pet ficar na casa dele? Então pergunte, mas antes disso, verifique se o ambiente é seguro, afinal gatos adoram pular muros e janelas. Você já checou se existem outros animais na residência? Crise de ciúmes não é o que você tinha imaginado, mas em alguns casos a convivência com outros animais os ajuda a se esquecer dos problemas (saudades é um deles)… 

Por mais que você tenha economizado muito para garantir uma viagem perfeita, o seu pet continua ali, em casa, esperando uma companhia durante a sua ausência. Para ele, tudo seria mais fácil se você não fosse viajar. Mas, já que você tentou a casa de alguns parentes e amigos e, infelizmente, alguns não puderam, não desanime. O jeito é pagar uma estadia nos hotéis para animais.

Atualmente os hotéis para animais são muito procurados, principalmente em épocas como fim de ano. Se você quer deixar o seu pet em um hotel, vá conhecer o local alguns dias antes, a estrutura, higiene, o atendimento dos profissionais e como será o cotidiano do animal enquanto estiver lá. Confirme a presença de veterinários e se o hotel está em dia com as documentações necessárias para cuidar dos animais. Converse com os profissionais sobre a rotina do animal, se ele tem que tomar algum remédio controlado, por exemplo.

Para garantir uma viagem mais tranquila, visite o veterinário do animal dias antes. Converse com ele sobre sua viagem. Pode ser que ele recomende dar alguma vacina que impeça a infestação com pulgas e carrapatos caso o pet vá para uma casa com outros animais ou para o hotel. Independente do lugar onde o pet estiver espalhe para várias pessoas e locais o contato do veterinário, garantindo ajuda caso necessário.


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013








por Elaize Farias (acritica.uol/amazonia)

Ibama resgata onça que era criada em cativeiro no interior do AM


Animal de dois anos e meio perdeu a mãe quando era filhote e vinha sendo tratada como animal doméstico na zona rural



O animal, que tem dois anos e meio de idade, não possui problemas de saúde, apesar de ter sido criado em cativeiro
O animal, que tem dois anos e meio de idade, não possui problemas de saúde, apesar de ter sido criado em cativeiro (Diogo Lagroteria)




Uma onça macho de aproximadamente dois anos e meio que vinha sendo criada em cativeiro desde que era filhote em uma comunidade da zona rural do município de Jutaí (a 751 KM de Manaus) foi resgatada no último final de semana pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Ela está recebendo tratamento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), mas até janeiro deverá ser encaminhada para um criadouro particular no Mato Grosso do Sul.

Em Manaus, segundo o veterinário e analista ambiental do Ibama, Diogo Lagroteria Faria, os dois únicos espaços com estruturas para receber animais silvestres resgatados – Cigs e Hotel Tropical – estão lotados.

Diogo Faria foi o responsável pelo resgate do animal, cujo transporte até Manaus foi feito por avião da Força Aérea Brasileira (FAB). Como em Jutaí não tem pista aérea, o avião pousou no município vizinho de Fonte Boa. Faria seguiu de lancha até Jutaí, fazendo o sentindo inverso já com o animal.

A operação de resgate levou três dias para ser realizada. Faria usou medicamento para anestesiar o animal apenas para mantê-lo tranqüilo a tempo colocá-lo em uma caixa de transporte. A técnica usada para a sedação é por meio de uma zarabatana e dardo já consagrada por veterinários de fauna silvestre.

Agressiva

Segundo Diogo Faria, a onça chegou no sítio na zona rural de Juraí levada por um caçador que havia matado a mãe do animal. Durante dois anos e meio, a onça vinha sendo tratada como animal doméstico. Ela era alimentada com peixe, frango e carne vermelho e mantida em um abrigo de madeira de oito metros de comprimento, três de largura e apenas dois metros de altura.

Ao tornar-se jovem, porém, ela tornou-se agressiva, colocando as pessoas em risco. A onça já havia fugido duas vezes do cercado, mas capturada por meio de armadilhas feitas por comunitários.

“Um animal desse nunca vai se tornar dócil e doméstico. Por volta dos dois anos, os hormônios começam a falar mais alto. Sente necessidade de reproduzir, de procurar mais espaço. É um animal silvestre”, disse Faria.

Batizada de João pelos moradores do sítio, a onça pesa entre 60 e 70 quilos. Apesar de viver durante mais de dois anos em um local fechado, a onça aparentemente está bem de saúde. Também não possui problemas nutricionais. No Cetas, ela vem sendo alimentada e nos próximos dias passará por exame médico do veterinário, coleta de sangue e será microchipada.

Por ser órfã e não receber aprendizado da mãe, a onça não tem condições de passar por reabilitação e voltar à natureza. “É praticamente impossível fazer a soltura. Ela não aprendeu a caçar, a se esconder e está acostumada com a presença humana. Se soltar, a primeira coisa que vai fazer é procurar uma casa. As chances de ele morrer são grandes”, explicou o veterinário.

Caça

A criação de felinos silvestres como animais domésticos no interior do Amazonas é mais comum do seu imagina, segundo Faria. Entre 2005 e 2010, o Ibama resgatou 29 felinos (oito onças pintadas, dez jaguatiricas, cinco gatos mouriscos, quatro suçuaranas e dois gatos macarajás).

Dos 29, 17 foram para mantenedores de fauna (pessoas com autorização do Ibama) e oito para zoológicos (3 deles em Manaus). Outros quatro morreram.

“Cada um desses bichos a gente imagina que teve a mãe morta. Isso significa que os felinos estão sofrendo uma grande pressão de caça. E esse número são de casos que chegaram até nós. Outros podem ter morrido ou não chegaram ao nosso conhecimento”, conta Faria.

Faria lamenta que para muitas pessoas as onças continuem sendo vistas como inimigas. A justificativa para matá-la é sempre o da necessidade da defesa. “A legislação diz que matar animal silvestre por legítima defesa é autorizado. Mas isso não pode ser usado como desculpa”, alerta.

Conforme Faria, 95% do ataque da onça a uma pessoa (em geral um caçador) acontece quando ela está acuada ou com filhote. 

A onça também acaba virando “vítima” do ser humano quando, por falta de comida suficiente na mata, ela se aproxima da casa de comunitários para atacar animais de criação.

Calma

“No interior do Amazonas, a casa das pessoas é quase uma continuação da floresta. É comum ocorrer esse tipo de conflito. Esse convívio sempre vai existir. Quanto mais a comunidade tiver histórico de caça, mais provável esse tipo de conflito vai existir. Por isso é bom que os animais domésticos sejam recolhidos a noite e que se evite caminhar sozinho nas matas, principalmente no início do dia e final da tarde”, explica.

O veterinário afirma que é possível escapar do ataque da onça, bastando manter a calma. A atitude que jamais se deve adotar é correr porque, instintivamente, o animal correrá atrás. “Tem que deixar um caminho livre para ela ir embora. Se você está em grupo, não dispersar e se afastar lentamente e andar sem dar as costas”, conta.

Faria diz que essa orientação é adotada por vários pesquisadores que atuam nas florestas e a atitude sempre dá certo. “Os pesquisadores tiveram esse cuidado e a onça simplesmente olhar para eles e vira para o lado. Mas se tentar ir para cima e encarar, ela vai atacar”, explica.


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz Ano novo.


Aos amigos do 4 patas os sinceros votos de um novo ano repleto de bênçãos.



sexta-feira, 28 de dezembro de 2012











Jacob Zuma disse, ainda de acordo com a mídia sul-africana, que a posse de um animal faz parte de uma tendência preocupante dos negros em querer imitar aos brancos


Saiba antes quem é Jacob Zuma:


Zuma é conhecido como o homem do povo. Nasceu numa pequena vila. É da etnia zulu, a mais numerosa do país. Jamais foi à escola. Boa parte do que sabe, aprendeu nos 10 anos em que ficou preso em Robben Island, com Mandela. Participou da luta armada, viveu no exílio até 1990. 

É um dos heróis dos negros, que correspondem a 79% da população, mas já enfrentou 16 processos na justiça. Desde corrupção e lavagem de dinheiro a estupro. 
Zuma teria violentado uma mulher portadora do vírus da Aids. Na época, disse que não havia problema porque tinha tomado banho logo depois. Foi obrigado a pedir desculpas. Todos os processos contra ele foram arquivados na semana passada. 

O presidente sul-africano, Jacob Zuma Presidente sul-africano, Jacob Zuma: comentários causaram uma onda 
de protestos por parte de proprietários de animais


Johanesburgo - O presidente sul-africano, Jacob Zuma, foi criticado nesta quinta-feira, após sugerir que o fato de se ter um cachorro não é um costume africano, e que isso faz parte da cultura branca.

A imprensa local informou que Zuma tinha declarado que comprar um cachorro, leva-lo a passear e ao veterinário pertenciam à cultura branca.

Jacob Zuma disse, ainda de acordo com a mídia sul-africana, que a posse de um animal faz parte de uma tendência preocupante dos negros em querer imitar aos brancos.

Estes comentários causaram uma onda de protestos por parte de proprietários de animais.

As críticas a Jacob Zuma invadiram as redes sociais.

"Zuma diz que ter um cachorro não é o costume dos africanos. Diferentemente dessas velhas tradições africanas de ter um carro alemão, roupas italianas e beber whisky irlandês", declarou Tom Eaton no Twitter.

A presidência sul-africana tratou logo de atenuar algumas dessas críticas afirmando que Zuma havia tentado "descolonizar a mentalidade africana".

"A mensagem só queria ressaltar a necessidade de não pôr nosso amor pelos animais acima do amor que devemos ter pelos outros seres humanos", anunciou o porta-voz do governo, Mac Maharaj.

"Ele citava o exemplo bem conhecido desses sul-africanos sentados com seus cachorros dentro de suas caminhonetes enquanto trabalhadores ficam do lado de fora, na chuva e no frio", completou.

"Outros não hesitam em levar seu cachorros ao veterinário, mas ignoram seus empregados quando ficam doentes", disse também Maharaj para tentar conter a polêmica.



Fonte: exame.abril.com.br/ G1

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012









por CAMILA TURTELLI

camila@bomdiabauru.com.br


O cachorro e o gato já têm um lugar reservado para eles bem debaixo da árvore de Natal. Para alguns donos, eles também estão na lista de presentes, e é claro que o comércio já percebeu isso, oferecendo uma gama de produtos que vão desde os tradicionais ossos e brinquedinhos até panetones caninos e afins. O BOM DIA BAURU reuniu aqui algumas sugestões para seu pet ou, apenas para a sua curiosidade, confira:


Panettone para os pets

Pensando em não fazer os animais passarem vontade, o Petshop criou o Panettone da Panetteria di Canni para presentear o pet. Apesar do produto ter ingredientes selecionados, vale lembrar que a sobremesa é uma forma de agradar o seu cachorro e não substitui a ração. É indicado que seja oferecido após as refeições ou como um lanchinho. Para animais até 10kg, ingerir até 40g ao dia, para animais até 20kg, ingerir até 60g ao dia e para animais acima de 20kg, ingerir até 80g ao dia. 


Podem ser encontrados no Petshop.com.br e custa R$ 6,40, nos sabores uva passsa e flocos de carne.


Na moda


Óculos de sol é um hit na árvore de Natal e, agora, o seu cachorro também pode ganhar um. O produto ajuda a proteger os cães dos raios solares. Produzido com material resistente e flexível ele encaixa na cabeça dos cães. Os óculos são recomendados por veterinários para cachorros que possuem sensibilidade aos raios do sol e cães que tenham ressecamento de córnea. O uso também é recomendado para cães que andam com a cabeça para fora do carro, protegendo contra o vento e pedregulhos que possam atingi-lo durante o movimento. Os produtos podem ser encontrados no site do Petshop e custar a partir de R$119,90.


Cão Noel


Que tal começar os preparativos caracterizando o pet para a festa? Há também no mercado roupinhas de Papai Noel para cachorros. Esta é feita com cetim, um tecido confortável e fácil de usar. E a peça é 2x1, um lado serve para o Natal e outro, para o Ano Novo. O figurino pode ser encontrado em vários tamanhos e os preços estão à partir de R$10,90, também na Petshop.


Quem ama, também ganha


Advogada, militante da causa animal, Mariana Fraga Zwicker, 32, sempre gostou de demonstrar o seu amor pelos bichos nas roupas, acessórios e pelos objetos de decoração da sua casa. "As pessoas sempre perguntavam onde eu tinha comprado aquele brinco de gato ou a camiseta de cachorro", conta ela, que costumava se abastecer destes produtos online. Foi então que ela resolveu investir em um negócio que atendesse essa necessidade de mercado. Em novembro, ela abriu na galeria Victória (quadra 6 da avenida Getúlio Vargas), a AnimalLover. A loja é repleta de objetos para quem adora pet, como, por exemplo, porta-copos com imagens de animais e seguradores de porta em formato de cachorro.


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Feliz Natal a todos.

Cãosideração ao próximo é fundamental.



"Os cães são o nosso elo com o Paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde, é voltar ao Éden onde ficar sem fazer nada não era tédio, era paz."  Milan Kundera



Cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou de roupas chiques. Água e alimentos já são o bastante. Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Dê o seu coração e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo? 

Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puras e especiais? Quantas pessoas nos faz sentir...extraordinários? John Grogan - Marley Eu.




De todas as criaturas de Deus, somente uma não pode ser castigada. Essa é o gato. Se fosse possível cruzar o homem com o gato, melhoraria o homem, mas pioraria o gato. Mark Twain



Gatos amam mais as pessoas do que elas permitiriam. Mas eles têm sabedoria suficiente para manter isso em segredo.  Mary Wilkins


sábado, 22 de dezembro de 2012


Se você quer ser um superstar da internet, vai precisar de um gato. Depois, use o smartphone para filmar o seu bichano, tuíte sobre ele ou crie uma conta dele no Facebook.






Felinos que ficaram famosos na web - 1 (© Reprodução)
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A revista “The New Republic” tratou sobre esse assunto, entrevistou alguns cientistas e chegou a duas conclusões. Primeiro, que, assim como bebês, gatos têm olhos grandes, narizes pequenos e formato de cabeça parecido. Ou seja, é suma questão evolucionária: gatos desencadeiam um desejo instintivo de nutrir. Segundo, os donos de gatos gostam de dividir suas paixões pelos bichanos na internet, já que não passeiam com eles.


Essas respostas entretêm, mas não convencem. O psicanalista suíço Carl Jung usou a mitologia para explicar fenômenos de sua época. Mesmo que historiadores chamem os felinos de ícones ou artefatos, a primeira figura de um gato aparece no Egito Antigo. Tudo pode ser relacionado.


Bastet era a deusa com cabeça de gato associada às energias lunares: nascimento, fertilidade e feminilidade. Na mitologia nórdica, a deusa da fertilidade Freyja dava à luz dois gatos. Na grega, a deusa Artemis fugiu para a Lua na forma do felino. Só na Idade Média os gatos passaram a ser associados ao demônio.


A analista junguiana Marie-Louise von Franz aponta a independência desses animais no livro “The Cat: a Tale of Feminine Redemption” (“O Gato: o Conto da Redenção Feminina”, em tradução livre). Diferentemente de cachorros, que nos olham de forma dependente e sentimental, os gatos exibem sua autonomia: eles chamam a atenção com ares de quem quer a companhia humana, mas não precisa dela. Von Franz explica que, assim como o gato preto, a perseguição às bruxas é a perseguição à independência feminina.


No entanto, na internet, os gatos perderam essa conotação negativa. Os memes de gatos são os ícones modernos de toda essa simbologia. Eles enfatizam o quanto gatos parecem humanos. Mas talvez a mensagem seja um pouco mais profunda: os memes podem mostrar o quanto os humanos são como gatos.


Talvez nós estejamos comemorando coletivamente a independência com que a internet permite nos conectar uns aos outros. A web nos permite ser como felinos, relacionando-nos em nossos próprios termos e para o nosso próprio lazer. A popularidade dos gatos na internet deve ter mais a ver com entretenimento e fofura. Ou talvez até sobre biologia evolucionária e ciência social. Memes de gatos representam uma mudança na nossa mitologia coletiva e um aumento da tolerância psicológica.

Fonte: Forbesbrasil

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012






Tosse pode ser causada por uma série de fatores, incluindo infecções do trato respiratório (bacterianas, virais ou fúngicas), inflamação da mucosa do trato respiratório (bronquite, traqueíte), pneumonia, câncer (neoplasia), a insuficiência cardíaca congestiva, trauma excessivos por pressão sobre o pescoço de coleiras apertadas e inalar ou aspirar corpos estranhos como sementes, grama ou partículas de alimentos. Tosse também pode ser causada pelo ar poluído incluindo perfume, poeira, produtos químicos de limpeza agressivos, cigarro ou charuto, sprays de aerossol, pó de tapetes e pesticidas.


“Tosse canina” é um grupo de contagiosas infecções respiratórias que mais frequentemente envolve a bactéria Bordetella bronchiseptica e o vírus da parainfluenza canina. Outros tipos possíveis incluem adenovírus caninos CAV-1 e CAV-2, micoplasmas, vírus da cinomose canina, vírus da gripe canina, herpesvírus canino. Vermes também pode causar ataques de tosse graves.
Prevenção da tosse

Tosse que são causadas por infecções bacterianas ou virais das vias respiratórias são difíceis de evitar. Certamente, um bom protocolo de vacinação para proteger os cães domésticos a partir de contagiosas infecções do trato respiratório. Evitar canis sujos e parques muito frequentados por cães de vacinação duvidosa. Cães que ficarão em abrigos ou hotéis de cães devem ser levados a um veterinário várias semanas antes de sua viagem a ser vacinados contra a Bordetella. A vacina pode ser administrada duas vezes por ano para que alcance o seu máximo efeito.
Notas especiais

Tosse tende a secar e irritar as membranas mucosas que revestem o trato respiratório, o que por sua vez provoca ainda mais tosse. Quebrar esse ciclo de auto-perpetuar é um fator chave no sucesso do tratamento. Por outro lado, o reflexo da tosse pode ser bastante benéfico para cães com tosse produtiva, pois é um dos principais mecanismos de defesa que ajuda a limpar secreções mucosas das vias aéreas indesejados. Na verdade, a tosse é a principal maneira que o trato respiratório superior das vias aéreas é mantido livre de secreções acumuladas e materiais estranhos inalados.


Saiba mais sobre tosse de cachorro e tratamento



Fonte: 384ac.com.br/situado.net

sexta-feira, 30 de novembro de 2012











Cuidar da alimentação do seu pet é um ponto crucial para mantê-lo saudável e sem problemas.

No lugar de alimentar o seu cachorro apenas uma vez ao dia, refeições menores e espaçadas durante o dia ajudam a manter equilibrado o nível de açúcar. Se o seu cão é alimentado apenas uma vez ao dia, isso pode fazer com que o nível de glicose aumente e depois caia perigosamente após 12 horas.

Alimentar o seu cão todos os dias na mesma hora e com a mesma quantidade.

Escolha marcas boas de ração, como Hill’s e Royal Canin, que sejam específicas para cães diabéticos. Elas já vem balanceadas para suprir as necessidades do seu cão.

Aprenda a ler as embalagens dos produtos para conferir se aquela comida é ou não ideal para o seu cãozinho.

Entre as refeições, não é bom dar lanchinhos e biscoitinhos para não desregular o trabalho de manutenção dos níveis de açúcar, porém não significa que ele nunca poderá ganhar uma gostosura. Converse com o seu veterinário para que ele possa indicar um lanchinho específico para cães com diabetes, dando-o ocasionalmente.

Se uma refeição possui muito carboidrato complexo (amido e fibra), a glicose é lançada no sangue em um período maior e mais controlado.



Refeição ideal:

- Conteúdo de gordura restrito

- Mais carboidratos complexos.

- Muita fibra.

A diabetes é freqüente na espécie canina e ocorre mais nas fêmeas do que nos machos. Em algumas raças (Poodle, Dachshund, Schnauzer anão, Beagle, Golden retriever, Spitz,Samoieda), observam-se predisposições genéticas que favorecem o desenvolvimento da doença.

Veja os tipos:


Diabetes Melito - DESENVOLVIMENTO

Clinicamente, a diabetes caracteriza-se pela manifestação de uma síndrome que apresenta poliúria e polidípsia: o cão urina e bebe mais do que o normal. Esta síndrome costuma ser acompanhada de emagrecimento, apesar do aumento do apetite.

A estas manifestações, clássicas, da diabetes melito, podem-se acrescentar problemas cutâneos, em particular alopecia e piodermite; problemas oculares dominados pelo aparecimento de uma catarata; problemas urinários diferentes da poliúria, que costumam traduzir-se numa infeção; e, aumento do volume hepático, revelado pela palpação abdominal.

DIAGNÓSTICO

Primeiramente, o veterinário deverá diferenciar o tipo de diabetes (melito ou insípido) em função dos sintomas, o clínico deverá solicitar uma análise para determinar a quantidade de glicose no sangue do animal em jejum.

Em caso de diabete, a glicemia, cuja percentagem normal situa-se entre 0,80 e 1,20 g/l, eleva-se sempre acima de 1,5 g/l. Podem-se produzir valores muito elevados, de até 4 g/l. Quando a glicemia ultrapassa 1,80 g/l, o excesso de glicose é eliminado pela urina (glicosúria).

A ausência de glicose na urina não é suficiente para se concluir que o animal não é diabético. Além da glicose, o veterinário costuma medir outros parâmetros sangüíneos, cujas variações podem revelar o aparecimento de complicações hepáticas ou renais, freqüentes ao longo desta doença. Assim, a análise dos transaminases (cuja percentagem revela o bom ou mau funcionamento hepático), da uréia e da creatinina (cujas percentagens referem-se a qualidade do funcionamento renal) são essenciais para poder avaliar as repercussões da patologia no fígado e rins e precisar o prognóstico. Se existem complicações renais em particular, o prognóstico da diabetes melito deve ser feita com reserva, seja qual for a terapia empreendida.

PROCURAR AS CAUSAS QUE FAVORECEM

Quando se confirma a existência de diabete melito, é muito importante investigar as causas que podem favorecê-la. A diabetes do cão pode estar associada a outras doenças ou desequilíbrios endócrinos. Assim, pode ser comprovada a evolução da síndrome de Cushing (hiperadrenocorticismo), no caso de excesso de secreção de hormônio do crescimento, de desequilíbrio endócrino na época do cio, de feocromocitoma (tumor geralmente benigno da medula supra-renal), de hipertiroidíase ou, também em conseqüência de injeções de cortisona. A investigação das causas favorecedoras é muitíssimo importante, pois seu tratamento específico permite curar, definitivamente, a diabetes melito ou, pelo menos, facilitar o seu tratamento sintomático.

TRATAMENTO

Depois da definição do diagnóstico, aplica-se uma terapia destinada a suprir a deficiência de secreção de insulina pelo pâncreas. Esta terapia, freqüentemente baseada na injeção de insulina de origem porcina, não deixa de ocasionar problemas, e deve ser bem elaborada. Não se trata de fazer baixar a glicemia para seu valor normal, o que seria praticamente impossível e até perigoso, pois os riscos de hipoglicemia são reais, mas sim, de reduzir a percentagem abaixo de 2g/l quando a atividade da insulina atinge um nível máximo.

Para chegar a este resultado, recomenda-se administrar, durante 2 a 3 dias, uma dose-padrão de insulina, calculada em função do peso do animal; pode ser necessário a hospitalização durante um dia para se fazer uma curva da glicemia com coletas de sangue de meia em meia hora, durante 12 horas. Esta curva informa sobre os níveis de glicose no sangue e permite corrigir, eventualmente, a dose de insulina prescrita no início do tratamento e determinar as horas mais adequadas para a distribuição das refeições. Uma vez determinados estes valores, convém cumpri-los, e, em particular, injetar a dose de insulina por via subcutânea em cada dia, na mesma hora, em uma ou em 2 vezes.

Em princípio, este tratamento será aplicado durante toda a vida do animal: em todo caso, a correção dos desequilíbrios endócrinos, anteriormente mencionados, permite deixar de aplicar a insulinoterapia aos poucos, num reduzido número de casos. Na fêmea, quando a diabetes é conseqüência de um problema genital, aconselha-se proceder à castração, a fim de suspender o tratamento com insulina ou de controlar melhor as variações da diabetes, que de vez em quando, exigem uma modificação da dose a ser administrada.

O acompanhamento da doença nunca se deve basear na pesquisa de açúcar na urina, pois os erros de interpretação, algumas vezes consideráveis, podem induzir em erro no tratamento e levar (esse o maior risco) a injetar doses de insulina capazes de provocar a morte do animal. Uma coleta mensal de sangue permite um acompanhamento seguro da evolução da doença.

Os acidentes, ou incidentes, da insulinoterapia, são dominados pelo aparecimento repentino de uma hipoglicemia que, clinicamente, se traduz em fadiga, transtornos de locomoção e, nos casos extremos, coma. Estas complicações requerem um tratamento específico, de urgência, que só pode ser decidido pelo veterinário.

Paralelamente ao tratamento médio, será necessário adotar uma dieta hipocalórica. A este respeito, existem regras específicas que só o veterinário deve decidir.

RESUMO

Apesar do melhor conhecimento dos mecanismos da diabetes melito no cão e dos exames modernos, o tratamento da doença no cão continua sendo difícil, exige muita atenção por parte do veterinário e, principalmente, do dono, que será obrigado a aplicar, todos os dias, a injeção de insulina e a dar comida em horários determinados. Infelizmente, existem muitos fatores (alimentação, nível de atividade) capazes de quebrar o equilíbrio estabelecido. Portanto, é um tratamento que exige perseverança.

Diabetes Insípido - DESENVOLVIMENTO

O diabetes insipido (D.I) pode se apresentar sob 2 formas: central, onde ocorre uma deficiência hormonal, e nefrogênica, caracterizada por problemas ao nível dos rins. Ambas impedem que o animal afetado concentre a urina.

Central ou Nefrogênica?

Na filtração glomerular, mais de 90% da água é reabsorvida pelos rins. Esta reabsorção, vital para o organismo porque impede a desidratação, está sob influência do hormônio antidiurético (ADH), que é sintetizado no núcleo supra-ótico e núcleos para-ventriculares do hipotálamo, sendo armazenado na hipófise superior. Se ocorrerem processos inflamatórios, circulatórios ou tumorais nesta região, este hormônio pode ter sua síntese e/ou secreção comprometidas, tratando-se, então, de um diabetes insípido central.

Se o ADH for secretado mas as células do nefron distal e ductos coletores renais não lhe forem sensíveis, o diabetes será insípido nefrogênica ou renal. A insensibilidade dessas estruturas raramente é congênita (na patologia veterinária canina foram descritos apenas 3 casos). Na realidade, o diabetes insípido nefrigênuca costuma ser secundário a outros distúrbios dos rins; nesses casos é reversível, isto é, depois do tratamento, o nefron distal e os ductos coletores podem recuperar a sensibilidade ao hormônio antidiurético, também chamado de vasopresina.

Em qualquer das 2 formas de diabetes insípido, existe uma eliminação excessiva de água pela urina, que se traduz numa polúria que o dono, às vezes, pensa ser incontinência, em virtude da grande freqüência de micções. Esta poliúria provoca uma polidipsia sendo, geralmente, a sede anormal o único sintoma da diabetes insípido que leva a procurar um médico.

DIAGNÓSTICO

Para fazer o diagnóstico quando tudo aponta para o diabetes insípido, o veterinário calcula as quantidades de água tomadas pelo cão e submete-o a uma prova de privação hídrica.

Na maioria dos casos quando não existe ingestão de água, todos os cães em bom estado de saúde podem concentrar a urina. Essa concentração pode ser visualizada, pois a urina vai se tornando mais escura. Mas o veterinário pode calcular a concentração com aparelhos especiais para este fim e que medem a densidade urinária. No cão normal, submetido a uma privação hídrica durante 6 a 12 horas, essa densidade é superior a 1,025. Se continuar sendo inferior a 1,025 no fim das 12 horas, o diagnóstico de diabetes insípido confirma-se.

Para saber se o diabetes insípido é central ou renal, faz-se a prova da vasopresina, que consiste em injetar o hormônio antidiurético e verificar se, depois ocorre uma concentração urinária; se ocorrer, o diabetes insípido será central; caso contrário, será renal, restando então determinar a causa do problema.

TRATAMENTO

O tratamento do diabetes insípido central é substitutivo, baseado em injeções de hormônio antidiurético. O diabetes insípido renal é mais problemático, pois é decorrente de um fator primário que está afetando os rins.

Importante: Tenha um veterinário sempre acompanhando o seu cachorro. Baseado nas condições específicas do seu cão, ele irá desenvolver uma dieta balanceada.



Importante: Tenha um veterinário sempre acompanhando o seu cachorro. Baseado nas condições específicas do seu cão, ele irá desenvolver uma dieta balanceada.

Fonte: Portaldodog.com/ Dogtimes.com.br

segunda-feira, 19 de novembro de 2012




O amigo dos gatos.

No âmbito de uma exposição sobre a vida e obra de Manuel António Pina, o Museu Nacional da Imprensa preparou um inquérito (cujos excertos reproduzimos aqui) sobre a relação dos escritores com os gatos. As perguntas simples que fizemos a vários escritores foram as seguintes: Por que gostam os escritores de gatos? Ou por que gostam os gatos dos escritores?

 
O amigo dos gatos
Manuel António Pina

Vasco Graça Moura

Passei meses até conseguir quem fosse ficando com os gatos e dei-me por vacinado. Mas escrevi dois poemas sobre gatos. Por que gostam os gatos dos escritores? Se gostam, deve ser por não se sentirem obrigados a ler o que eles escrevem.

A sombra, o gato

vejo atrás dos vidros 
no jardim o gato 
siamês que passa 
entre os girassóis

na mesa da sala 
há mais girassóis 
num pote azul 
de faiança,

às cinco da tarde 
a janela, 
a porta, 
estão fechadas, mas

agora o gato 
vai passar na penumbra, 
entre os girassóis 
e a parede.

é uma sombra 
rapidamente 
imaginada 
sobre a mesa,

que fita em ponto, 
de olhos límpidos, 
e percebe o jogo 
de espaços e que

já regressou ágil 
de salto felino 
ao corpo do gato 
repentino lá fora.

Vasco Graça Moura



Teolinda Gersão

Os escritores, tal como os gatos, são criaturas solitárias, ciosas do seu espaço e da sua liberdade, que gostam de silêncio, de concentração e de companhia quanto baste. Os gatos não exigem de mais de quem vive com eles...



Mário Cláudio

Sempre dei pousada a gatos, vagabundos quase todos, ora salvos de uma jaula, de uma sarjeta ou de um contentor do lixo. Com nomes cristãos, e mais do que isso, artísticos e literários, os batizei...

Maria Teresa Horta

Entre os escritores e os gatos, há uma envolvente conivência mítica, uma enigmática ligação íntima, feitas de perdimentos e silêncios, fiapos de escuridade e de inexplicáveis solidões matizadas por súbitos luzimentos, numa entrançada trama de melancolias...

Baptista-Bastos

Certa vez, perguntei-lhe: "Por que tens tantos gatos?" Respondeu: "Eles é que me têm." O Pina, o Manuel António Pina, gostava de gatos, talvez mais do que seria previsível, mas os gatos gostavam muito dele. Entravam-lhe em casa...

Manuela Azevedo

Não é exclusivo do escritor o entendimento e o amor pelos gatos. Recordo, por exemplo, quanto Chopin amava o gato que acorria à sua companhia, mal o pressentia a dedilhar o piano. Adoçando-lhe as horas convulsivas com a companheira George Sand...

António Torrado

Se os gatos falassem, teriam a voz macia do Manuel António Pina. Acho que ele a apurou do convívio, ao longo de décadas, com os seus bichanos. Quem dominar o tema, o que não é o meu caso, que só tive dez gatos de uma vez...

José Jorge Letria

Só posso dar razão a Charles Baudelaire quando defendia que ninguém deve considerar-se dono de um gato, já que são os gatos que verdadeiramente fazem de nós coisa sua, território dominado e objecto de posse a que não sabem renunciar.

Álvaro Magalhães

Nunca se saberá, mas arrisco o seguinte: a escrita exige o arco do ócio: leveza, lentidão, abstração, desprendimento, isto é, que se seja gato. Sim, é verdade: quando o tempo do escritor coincide com o do gato, esse tempo adquire mais duração e qualidade.

Inês Pedrosa

Creio que os escritores tendem a gostar dos gatos pela sua independência observadora e pela imprevisível meiguice. Prefiro estas qualidades nas pessoas. Os gatos gostam dos escritores porque não os incomodam: deixam-nos viver.

Alice Vieira

Um gato é a independência (indiferença?) em estado puro, a dignidade que lhe vem dos tempos em que era tigre - e essas coisas não se perdem nunca.

Fonte: Jornal de Notícias.pt

domingo, 18 de novembro de 2012



Churiço, o gato rosa.  

por Camila Turtelli

camila@bomdiabauru.com.br


Hoje em dia, uma das primeiras providências que as pessoas tomam ao perceber o sumiço do seu animal de estimação é publicar um anúncio sobre isso na internet. E foi o que a estudante de enfermagem Stefanny Mayra fez quando notou a falta do seu gato Churiço. 

Ela já estava até acostumada. Afinal, Churiço, de 4 anos, já havia sumido duas outras vezes. Em pouco tempo, a mensagem da estudante se espalhou como rastro de pólvora na internet, porém, com uma repercussão inesperada para ela. “Acho que o gatinho ficou traumatizado e fugiu”, comentou um internauta. “Quem o encontrar, não o devolva para a dona”, dizia uma postagem. Estes e outros muitos comentários que apareceram sobre Churiço no Facebook protestavam pelo fato de Stefanny ter pintado o gato de cor-de-rosa. 

Sim, Churiço é um gato artificialmente cor-de-rosa. Desde que ela o adotou e que ele tinha idade suficiente para tomar banhos, o bichano passou a ser tingido. Naturalmente, ele tem a pelagem toda branca, o que facilita a adesão de qualquer outra cor fantasia. 
Para chegar à coloração pretendida, a estudante usa folhas de papel crepom. “Ele nunca teve reação alérgica”, afirma Stefanny. 

Segundo a médica veterinária Ana Lúcia Geraldi, a técnica da estudante não é prejudicial à saúde de Churiço. “Não atinge a mucosa e dificilmente poderá causar alguma reação ao animal. O que não pode é usar tintas que tenham amônia”, conta. “Porém, atualmente há no mercado tintas específicas para pets que são mais indicadas quando alguém quer tingir um animal”, recomenda a veterinária. 

Ou seja, de acordo com a veterinária, não há danos à saúde do gato, e o que resta é um julgamento, digamos assim, moral ou psicológico sobre a questão de se tingir animais. “Ele tem comida, é bem tratado, vacinado, vermifugado, tem todo o carinho e a tinta não agride ele. 

Não tem nada a ver as pessoas dizerem que eu o maltrato”, protesta a estudante. “Todo mundo adora ele pelo bairro. As pessoas param para tirar foto com ele”, conta Stefanny. Ela diz ainda que por chamar muita atenção o gato já foi levado de casa outras vezes. Uma vez, ela, que mora no Parque São Geraldo, o encontrou no Jardim TV (cerca de 6 quilômetros de distância).“Já vi também criança colocando ele no carrinho de bebê para levá-lo para um passeio”, completa. 

É certo que a polêmica sobre tingir ou não a pelagem dos animais de estimação é grande e passa também por outros setores, como por exemplo, o uso excessivo de acessórios em cães e gatos. E enquanto Churiço continuar desaparecido, Stefanny ainda vai ter de debater muito a questão com protetores de animais e outros interessados no caso pela internet.

Tinta dura até 3 meses e sai com o tempo

O período de espera para a fixação de uma tinta especial para pet é entre 20 e 25 minutos, fora a etapa de aplicação (feita com o pincel), o banho e a secagem. A coloração pode durar de 2 a 3 meses e desbota aos poucos.

R$ 40 
É o valor mínimo do procedimento, realizado em pet shop, de tintura de um cachorro de porte médio

Riscos vão de coceira até intoxicação

O animal pode desenvolver uma reação alérgica após a aplicação e também ter coceira. Nesses casos é preciso procurar um veterinário.