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sexta-feira, 28 de novembro de 2014


por Samantha Kelly - Portal do dog



Para todos que têm um pet dentro de casa, é sempre bom ter um kit de primeiros socorros para casos de emergência. Você tanto pode montar seu próprio kit, comprando individualmente cada peça, ou comprar kits próprios para pets que são oferecidos no mercado.

Converse com o médico veterinário e confira se há algo que ele recomenda especificamente para o seu pet.

Não esqueça de periodicamente checar a validade dos produtos, mantê-los fora do alcance de crianças e pets e levá-los consigo quando for viajar com seu cachorro.

Kit de primeiros socorros básico para cães:


– Pomada antibiótica para pequenos cortes ou arranhões;;

– Lencinhos anti-sépticos para a limpeza de feridas;

– Bandagem auto-aderente (curativo que estica e gruda em si, mas não na pelagem do animal – disponível em Pet Shops). Compre uma variedade de gazes e ataduras, grandes e pequenas para cobrir feridas.

– Focinheira para evitar mordidas (não usar quando o pet estiver vomitando, engasgado, tossindo ou tendo dificuldade de respirar);

– Luvas de látex para a sua própria proteção;

– Spray de gosto amargo: o gosto amargo evita que seu cão lamba as feridas;

– Bolas de algodão e cotonetes para higienização;

– Sabão neutro para a limpeza de feridas;

– Pomada estéril.

– Pó hemostático para estancar hemorragias em pontas das unhas.

– Seringa Grande (sem agulha) para lavar feridas ou administração de medicamentos.

– Conta-gotas;

– Pinças;

– Termômetro para pets;

– Livro de primeiros socorros para cães com instruções;

– Telefone do seu veterinário e de uma clínica de qualidade que atenda 24 horas para casos de emergência;

– Caixa de transporte;

– Manter organizado e de fácil acesso o histórico de vacinação do seu pet e quaisquer anotações do médico veterinário em casos de necessidades especiais.



Fonte de pesquisa: Human Society



domingo, 29 de junho de 2014

Lion, o Chefe.




por Edu Leporo - fotógrafo


Saindo da Rodovia Presidente Dutra, entrando na Marginal Tietê, eu e meu filho Gustavo, íamos em direção ao Centro quando avistamos um cachorro todo imponente em cima de uma carroça de recicláveis! Imagem que chamava a atenção de todos por ali.

Não tive dúvida e parei para registar mais essa história para a “Série Moradores de rua e seus cães“!( veja a série aqui )

Conheci então o casal de moradores de rua Diego e Ângela, passam os dias recolhendo recicláveis e ao fim do dia, dormem na calçada da Rua Nestor Pestana, em frente as ruinas do Teatro Cultura Artística.

Mas quem é aquele lá no alto da carroça? É o Lion, ou melhor, o chefe!

Assim disse Diego “nós trabalhamos, ele vem lá em cima, monitorando e acompanhando todo o trabalho”.

Me contaram que Lion surgiu na vida deles na hora certa, após um aborto de gêmeos. Ângela ganhou Lion ainda filhote, “só tinha pulgas e rabo” rs… com 28 dias de vida". O que a ajudou a superar sua depressão! Já estão juntos a três anos.

Hoje vacinado, vermifugado e muito bem humorado, até o fotógrafo ganhou seus carinhos e lambidas, só trabalha a noite! Enquanto o casal repousa, ninguém chega perto da carroça.

Durante nosso papo, uma pausa para água fresca e uma porção generosa de ração! Me disseram “ele só come ração, sempre compramos ou ganhamos por ai, cuidamos muito bem dele, é nosso filho”.



Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo
Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo

Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo
Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo

Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo
Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo

Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo
Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo

Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo
Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo

Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo
Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo

Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo
Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo

Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo
Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo

Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo
Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo

Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo
Moradores de rua e seus cães. Foto: Edu Leporo

Fonte: Portaldodog.

quarta-feira, 16 de abril de 2014






por George Augusto von Schmalz Portella de Macedo












A babesiose, ou também conhecida como piroplasmose, é uma enfermidade que acomete cães de todo o mundo, sendo o carrapato o transmissor da doença. Essa moléstia é causada pelo protozoário chamado Babesia canis, que destrói componentes sanguíneos do animal, especificamente, os glóbulos vermelhos. Vale ressaltar que se deve ter uma atenção muito especial com essa doença, pois pode levar à morte do pet.






Transmissão da Babesiose

A transmissão, como dito anteriormente, é feita através do carrapato do cão (Rhipicephalus sanguineus), que pica o animal enfermo e, em seguida, pica o animal sadio, inoculando assim, o protozoário da babesiose. Os carrapatos são parasitas que, para se reproduzirem, priorizam climas quentes e úmidos. Devido a isso, o foco do aparecimento do parasita é em maior escala no norte e nordeste do Brasil.


Sinais clínicos da Babesiose

Os principais sinais clínicos da babesiose, são:

- Aparecimento de febre no animal;

- Anorexia;

- Urina bem escura, assemelhando com coca-cola;

- Mucosas pálidas e/ou ictéricas (amareladas);

- Depressão;

- Isolamento dos demais animais;

- Não interagem mais com os tutores.


Quadro clínico da Babesiose

O quadro clínico de cães infectados pela babesiose pode ser dividido em três fases. Sendo elas nas formas hiperaguda, aguda, crônica e subclínica.

Forma hiperaguda: Acomete principalmente cães recém-nascidos e filhotes, devido ao sistema imune não estar totalmente formado. Os sinais podem ser mais evidentes e o prognóstico mais reservado.

Forma aguda: Nesse caso, ocorre, principalmente, o aparecimento de mucosas pálidas, ictéricas e o aparecimento de febre. No exame sanguíneo é observado uma anemia acentuada.

Forma crônica: Nessa situação, normalmente ocorre que o animal está parasitado já a um certo período, com isso aparecendo de maneira bastante nítida o quadro de depressão, fraqueza e sinais bem típicos da moléstia.

Forma Subclínica: Na situação subclínica, normalmente os sinais clínicos não são muito aparentes, sendo, muitas vezes, não observados pelos tutores.


Diagnóstico de Babesiose

Os diagnóstico deve ser feito por um médico veterinário. Normalmente é feito uma anamnese seguida de um exame clínico do animal. O médico veterinário também pode optar por um exame laboratorial para a confirmação do diagnóstico.


Tratamento da Babesiose

Ao contrário do que muitos pensam, a babesiose pode ter um prognóstico bom, dependendo, é claro, do nível e do estado que o animal apresenta no momento. Os médicos veterinários elegem uma terapia de medicamentos a serem administrados no animal, a fim de proporcionar uma melhora significante no pet. Não medique animal em hipótese alguma sem uma opinião de um profissional da área, pois o quadro pode se agravar ainda mais com a administração de fármacos errados .


Prevenção da Babesiose

A prevenção é a higienização do ambiente em que o animal vive, sendo tanto no canil quanto no interior da casa. Existem no mercado, atualmente, produtos próprios para o tratamento da área externa da casa, a fim de erradicar os parasitas circulantes no ambiente. Os animais também devem fazer uma visita rotineira ao médico veterinário, com o intuito da manutenção da boa saúde do pet. Diante de qualquer aparecimento anormal no comportamento animal, deve ser tomada uma atitude imediata para prevenir qualquer enfermidade que esteja acometendo o pet. Estudiosos afirmam, que 99% dos casos de doenças descobertas no início, têm um prognóstico bem mais favorável do que as descobertas tardiamente.



(*)George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Fonte: portaldodog.com.br