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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015





O ronronar dos gatos promove a regeneração dos músculos e dos ossos e a simples presença de um pequeno felino pode reduzir até 40 por cento o risco de ataque cardíaco. Estes benefícios já comprovados em estudos estão agora reunidos numa infografia que está a conquistar a internet.


O som do ronronar de 47 felinos (desde tigres a gatos domésticos) foi registado através de um sofisticado equipamento capaz de interpretar a frequência (hertz) dos sons.

A investigação foi conduzida por Elizabeth von Muggenthaler, presidente do Fauna Communications Research Institute (EUA), e publicada no “New Zealand Veterinary Journal” em 2001. 

O que motivou a realização desta investigação foi o facto dos felinos recorrerem ao ronrom tanto quando estão contentes como quando estão muito feridos ou stressados, sugerindo que estes animais podem usar esse som para promover a cura.



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Após a análise dos dados recolhidos, a equipa conclui que a frequência do ronrom dos gatos correspondem às frequências que são usadas, na medicina, para tratar fraturas dos ossos, problemas musculares e de articulações.











A investigadora revelou que os gatos domésticos e outros felinos de pequeno porte produzem frequências entre os 25 Hz e 150 Hz, as melhores frequências para promover a regeneração de músculos e ossos. 

Num outro estudo realizado, ao longo de 10 anos, pelo Centro Médico da Universidade do Minnesota demonstrou que os gatos melhoram a condição física dos doentes cardíacos. A investigação acompanhou mais de 4.000 pessoas e concluiu que os participantes que tinham gatos tinham menos 40% de risco de sofrer um ataque cardíaco.

Embora já tenham sido realizados há algum tempo, os dados destes estudos ganharam, recentemente, um novo protagonismo. Com base nestas e noutras informações (talvez menos científicas), a página Daily Infographics criou um gráfico que resume todos os benefícios atribuídos aos gatos e que tem vindo a ser amplamente divulgado na internet. 

A página tem dezenas de comentários de utilizadores, com várias pessoas a darem o seu próprio testemunho sobre os benefícios que consideram obter do convívio com gatos. Uma das utilizadoras, Angela Stone, garante mesmo que os seus gatos a ajudaram a recuperar, de uma forma que supreendeu os próprios médicos, de uma grave lesão na coluna.

Fonte: http://boasnoticias.pt/

domingo, 15 de abril de 2012




CAMILA TURTELLI
camila@bomdiabauru.com.br

Gatos da Luiza Gebers

O mundo das terapias alternativas anda cada dia mais diversificado. Flores, cavalos, água, feixes de luz, vinhos, pedras, água do mar, entre outras ferramentas são usadas no tratamento contra o estresse, no alívio para problemas cardíacos, dores, entre outros males.

Uma jornalista francesa lançou recentemente um livro intitulado em francês de “La Ronron Thérapie”, algo como “A Ronronoterapia”. Na obra, Véronique Aïache usa como base estudos feitos por veterinários e outros especialistas, para divulgar o poder de um bom ronronado.

Se você não faz ideia do que seja isso, uma pista: a palavra está no dicionário. No “Houaiss”, ronrom é definido como ruído contínuo que o gato faz com a garganta, especialmente quando descansa.

É o som que o bichano emite – parecido com um motor funcionando em baixa velocidade – quando ganha carinho ou às vezes quando encontra um outro colega de sua espécie. Algumas pessoas chegam a confundir isso com asma, mas não é. É pura felicidade felina.

Véronique diz em sua obra que um gato pode melhorar a vida das pessoas com esse hábito. Ela apresenta um estudo onde voluntários passaram por uma série de audições com gravações do mais puro “rom rom” de gatos. Ao fim do estudo, os participantes disseram sentir mais bem-estar, serenidade e mais facilidade para dormir tranquilamente.

Eu já sabia / A empresária Kátia Amaral, 45 anos, não precisou desses estudos, para chegar ao mesmo resultado. Ela é dona do Tico, um siamês de 8 anos que está na família desde seus primeiros dias de vida.

Tico tem mania de se deitar no peito de sua dona e quando isso acontece, ele ronrona. “O barulho da sono e faz com que eu me sinta melhor”, diz Kátia.

Fora isso, a empresária não tem dúvida de que ter o animal em casa também seja uma terapia. “Quando eu chego em casa, apressada e já cansada, ele me obriga a sentar alguns minutos e brincar. Nisso, eu relaxo na hora”, conta.

O feitiço pode virar contra o feiticeiro
O investimento pode ter o resultado inverso de uma terapia, caso o dono tenha alergia. Certifique-se de que você está livre disto, antes de adotar um gato

25 e 50
hertz é entre esses números que se está a frequência de um rom rom, segundo as pesquisas francesas

Teoria traz uma nova visão, para antigos elementos
A professora de terapia ocupacional da USC Cristina Quaggio lembra que gatos, cachorros e cavalos, como a equoterapia, já vêm sendo usado há tempos em terapias. No Brasil, os tratamentos desse tipo começaram a ser desenvolvidos no começo da década de 1950.

“Eles ajudam bastante no processo de relaxamento e também para estabilizar o batimento cardíaco dos pacientes”, conta. Fora isso, a interação e os cuidados que um animal exige auxiliam àqueles que têm dificuldades de socialização.

No caso da ronronoterapia, processo ainda pouco conhecido por aqui, o som também é um elemento importante. A professora conta que estímulos sonoros também são ferramentas bastante usadas e eficazes, principalmente no tratamento com crianças. “São capazes de promover uma condição de atenção e melhorar a cognição”, diz.