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terça-feira, 30 de abril de 2013

Paraiba faz censo populacional dos cães e gatos.







Paraiba faz censo populacional dos cães e gatos.






A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da de Gerência de Vigilância Ambiental e Zoonoses, está realizando na cidade, desde a semana passada, o primeiro censo canino e felino de João Pessoa. O objetivo é ter conhecimento do número das populações de cães e gatos, identificando-os e mapeando-os por bairro e casa. A previsão de duração do censo é de três meses.

O levantamento está sendo feito pelos agentes ambientais, que aproveitam as visitas que já fazem normalmente às casas, no intuito de pesquisar ou fazer controle sobre a dengue, e cadastram os animais, preenchendo um formulário com informações sobre raça e situação de saúde, entre outros dados. “Em prédios, a pergunta é feita aos porteiros, que podem dizer quantos cães e gatos há no local”, disse o gerente de Vigilância Ambiental, Nilton Guedes.

Segundo ele, de posse dos dados sobre a população canina e felina da cidade, a Vigilância Ambiental terá base para desenvolver uma série de ações. “Por exemplo, se detectarmos superpopulação em um bairro, direcionamos ações de vacinação e de controle de doenças que já tenham sido registradas no local, como leishmaniose”, disse.

A partir da classificação, a equipe da SMS vai avaliar também se os animais foram vacinados ou castrados e se têm acesso à alimentação e assistência veterinária adequadas. “Não haverá punição para quem se negar a nos passar informações, no entanto, quem participar estará ajudando a Secretaria de Saúde da Capital a combater doenças e traçar planos para melhorar a qualidade de vida dos animais”, ressaltou Nilton Guedes.

Fonte: www.pbagora.com.br

quarta-feira, 30 de maio de 2012


O exemplo deveria ser seguido em muitas cidades pelo Brasil!


O Município de São Lourenço do Sul deve informar o total de cães e de gatos abandonados, bem como o número de castrações, de recolhimentos e de atendimentos feitos, mensalmente, ou pelo menos nos últimos 12 meses. Esta é uma das várias determinações do juiz Max Akira Senda de Brito, ao conceder liminar em Ação Cívil Pública manejada pelo Ministério Público estadual (MP-RS), no dia 23 de abril.

A decisão judicial também obriga o município a esclarecer, no prazo de 60 dias, se existe algum programa de prevenção de zoonoses urbanas ou serviço de vistoria zoossanitária. A tutela antecipada prevê, ainda, a realização de projeto, no prazo de 90 dias, para implementação de canil/gatil e local para recolhimento de quaisquer animais em situação de risco ou abandonados, sob pena de multa. Além disso, a oferta, no prazo de 60 dias, de atendimento médico-veterinário a animais abandonados e em situação de risco, inclusive com programa de castrações, sob pena de multa de R$ 1 mil por dia, consolidado em 100 dias-multa, valor a ser convertido à Associação Laurenciana de Proteção dos Animais, que já faz o atendimento gratuito dos animais.

Fundamentação
Segundo o juiz, a Constituição estabelece, em seu artigo 225, parágrafo 1º, inciso VII, a tutela de proteção dos animais contra crueldade, a qual deve ser combatida. ‘‘Nesse contexto, a sociedade vem reclamando uma atuação estratégica e imediata do Poder Público, com a adoção de práticas que resultem em mudanças concretas, significativas no que toca à qualidade de vida desses seres’’, diz a decisão.

‘‘Existem fortes elementos que indicam existir uma conduta manifestamente negligente ou desidiosa do Poder Executivo e do Poder Legislativo Municipal na apresentação de projetos e políticas públicas que concretizem a tutela do bem-estar do animal, colocando em risco a própria saúde pública dos moradores e turistas que visitam o município’’, segue o magistrado.

Ao proferir a decisão, o juiz Max Akira destacou o número cada vez mais crescente de animais (especialmente cães e gatos), gerando grave risco para a saúde pública, já que estes não são vacinados. Os animais transitam em vias públicas e também nas praias do Município, constituindo considerável perigo de contágio para a população local e para os turistas que veraneiam no balneário.

‘‘Observo, ainda que, no verão é comum a infestação de pulgas e carrapatos, em virtude do número elevado de cães abandonados nas ruas da cidade. E, tanto pulgas quanto carrapatos podem transmitir infecções de vermes, chatos e outros agentes patogênicos, que podem causar doenças graves em animais e no homem.’’ Sobre os donos que abandonam seus animais de estimação nas ruas da cidade, o juiz nada disse. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RS.

A integra da liminar: clique aqui

quinta-feira, 29 de março de 2012




I Fórum Municipal sobre Controle Populacional de Cães e Gatos.




Milhares de cães e gatos vivem em condições precárias em todo o mundo. Na maioria dos casos, os bichos são abandonados pelos próprios donos e vagam pelas ruas, livremente, colocando em risco a integridade física da população.

Em Montes Claros a situação é semelhante a dos grandes centros. Mas na manhã desta sexta-feira (30), um especialista da Universidade Federal de Minas Gerais vai apresentar, durante o I Fórum Municipal sobre Controle Populacional de Cães e Gatos, que acontece no Auditório do Bloco C, do ICA/UFMG, a necessidade de implantação de um Centro de Triagem nos espaços urbanos e as medidas para a implantação do serviço.

O estudo já foi apresentado anteriormente pelo professor Délcio César Cordeiro numa das reuniões do Núcleo Interinstitucional de Estudos e Ações Ambientais do Norte de Minas (NIEA-NM). Na ocasião, o professor mostrou detalhes do projeto e sua viabilidade de implementação na cidade. Há previsão é de que outras cidades da região também sejam assistidas pela proposta.


Pesquisa

Em tese, tal centro vai elaborar uma gestão específica para controlar a população de cães e gatos na cidade, que cresce de maneira assombrosa e desordenada a cada ano. O autor da proposta fez um levantamento minucioso em vários bairros da cidade. O resultado dessa pesquisa será apresentado durante o encontro. Segundo ele, a iniciativa pretende não só inibir a insensibilidade dos donos, mas criar um Conselho Gestor Municipal de bem-estar animal.

- A partir desse primeiro encontro, pretendemos elaborar um documento com reivindicações e sugestões que serão encaminhadas, prioritariamente, à Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente das Bacias dos Rios Verde Grande e Pardo, Câmara de Vereadores e Prefeitura Municipal. Convidamos todos para participarem desse debate: representantes de universidades e faculdades, zootecnistas, veterinários, criadores, donos de animais e ONGs, convida o professor.

Fonte: onorte.net