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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Como viajar com seu animal de estimação



por Assessoria jornalbomdia(*).




Para quem vai sair de férias e quer levar seu animalzinho de estimação é importante planejar cuidadosamente o transporte. As regras variam para viagens nacionais e internacionais. No caso das internacionais, as normas mudam também de país para país.

Os animais podem ser responsáveis pela transmissão de doenças que afetam até mesmo os humanos e podem transportar, também, parasitas eventualmente presentes em determinado país e causar danos em outra realidade sanitária. "Há uma preocupação muito grande com a saúde da população e dos animais, tanto a brasileira, quanto a dos países de destino dessas viagens", explica o auditor fiscal federal agropecuário Oscar Rosa, que atua no posto Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Aeroporto de Brasília.

Para as viagens nacionais, basta o atestado sanitário, emitido pelo veterinário do animal garantindo o bom estado de saúde e a carteira de vacinação antirrábica atualizada. As companhias aéreas fazem exigências específicas sobre o tamanho e material utilizado na caixa de transporte do animal.

Quando a viagem é para o exterior as exigências são maiores e determinadas pelas autoridades dos países de destino.

Os países que compõem o Mercosul admitem o trânsito de animais com o Passaporte para Cães e Gatos. O documento é expedido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), deve estar devidamente atualizado e legalizado pelo auditor fiscal federal agropecuário médico veterinário e precisa conter todos os dados do animal, bem como das vacinas aplicadas. É necessário que o animal tenha um microchip de identificação. O documento é válido apenas para cães e gatos.

Para os países que compõem a União Europeia o dono vai precisar implantar o microchip e, em seguida, vacinar o animal contra raiva. Trinta dias depois da vacinação, deve procurar um veterinário e solicitar um exame de sorologia a ser enviado para o único laboratório credenciado a fazer esse tipo de exame no Brasil, que fica em São Paulo. Passados 90 dias da coleta do sangue para a sorologia o dono deve procurar um dos postos do Vigiagro com o laudo da sorologia, atestado sanitário e carteira de vacinação atualizada, e solicitar a emissão do Certificado Veterinário Internacional (CVI). "O processo todo pode levar até 120 dias. É indispensável que os proprietários se organizem com antecedência para a viagem", ressalta Rosa.

O Japão é outro exemplo de país que exige a sorologia para emissão do CVI. Nesse caso, o prazo mínimo é de 180 dias entre a sorologia e a entrada do animal em território japonês. Além disso, é necessário comunicar as autoridades sanitárias locais com 40 dias de antecedência da viagem.



Para países como Estados Unidos e Canadá basta levar o atestado sanitário sobre o bom estado de saúde do animal e os comprovantes de vacinação antirrábica até o posto da Vigilância Agropecuária Internacional para emissão do CVI. "Mas ainda assim é importante se organizar com antecedência para realizar a viagem. Recomendamos, ao menos, cinco dias antes da viagem para evitar qualquer contratempo", acrescenta o auditor fiscal federal agropecuário.



Para que o animal retorne ao Brasil, é necessário um CVI emitido pelo país de procedência, comprovando a vacinação antirrábica e o tratamento contra parasitas. "Recomenda-se procurar a autoridade sanitária do país de procedência também com antecedência e, de posse da documentação necessária como cartões de vacina e atestado sanitário do animal, solicitar a emissão do certificado", informa Rosa.


Se o bichinho de estimação for outro, para sair e regressar ao Brasil, é necessário entrar em contato com o Setor de Saúde Animal da Superintendência Federal de Agricultura do seu Estado, pois os procedimentos são específicos para cada espécie de animal e destino da viagem. (mais informações acesse www.agricultura.gov.br)


Fonte: (*)jornalbomdia.com.br

domingo, 26 de janeiro de 2014

Cuidados com cães e gatos no calor.









Cuidados com cães e gatos no calor.
Dicas do site www.bemparana.com.br/



Ofereça água fresca e limpa à vontade e em volume maior do que o habitual. Se perceber que a água acaba muito rápido, opte por um bebedouro maior. E deixe a vasilha na sombra.

Evite promover atividades físicas e passeios em horários de sol alto e forte. Se necessário, mude a rotina do pet. Asfalto e pisos quentes demais podem queimar o coxim plantar (almofadinha da pata) do melhor amigo.

 
Não fique alarmado se o animal demonstrar alteração de apetite. Ele podem comer menos em épocas de calor e/ou preferir se alimentar no período da noite, quando as temperaturas estão mais agradáveis. Isso acontece mais frequentemente com gatos. Deixe que ele coma no horário em que se sentir mais confortável.

Raças mais peludas naturalmente sofrem mais com o calor. Por isso a dica é fazer tosas mais frequentes para ajudar no conforto térmico. Caso não seja possível tosar, procure manter o pet em local mais fresco.


  
Aumente a frequência de banhos. Os que estão acostumados a tomar banhos quinzenais, por exemplo, podem passar a um por semana. Mas adote produtos neutros, que não irão agredir a pele e retirar em excesso a oleosidade natural. Além disso, tome todos os cuidados para não entrar água nos ouvidos.

Banho é bom, mas não vale deixar de secar bem tanto os cães quanto os gatos, especialmente os de pelagem longa e densa, que ficam em ambientes fechados ou à sombra. O abafamento e a umidade favorecem a proliferação de fungos e bactérias que podem levar a problemas de pele. Prevenir é importante.

  
No verão aumentam as infestações por pulgas. Mantenha o cão ou gato protegido com bons produtos e cuide do ambiente em que vivem. Isso é fundamental para evitar problemas como a dermatite alérgica à picada de pulgas, que é muito comum nesta época do ano e provoca coceira intensa, falhas na pelagem e feridas pelo ato de se coçar.

Jamais deixe um cão dentro do carro com os vidros fechados no calor! Mesmo que seja por pouco tempo. Isso porque diferentemente do ser humano, que transpira para regular a temperatura do corpo, o cão ofega. Num ambiente quente e muito fechado, ele não consegue manter a temperatura interna adequada e pode morrer de intermação, ou seja: de calor!

  
Para quem costuma levar o pet em viagens de férias, não permita que ele beba água da piscina. Ele pode tentar fazer isso por conta do calor, mas não é aconselhável, pois a água tem produtos químicos que podem causar vômitos e até gastrite.

Animais com a pele clara e pelos brancos devem usar protetor solar (sim, eles também precisam de proteção!) para prevenir o câncer de pele. Assim como os humanos, eles são suscetíveis aos raios UV. Atenção especial às áreas mais expostas: focinho, ponta das orelhas e patas. O mercado oferece protetores de uso veterinário, que podem ser adquiridos em casas do ramo.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Proteja seu animal de estimação dos problemas típicos do inverno

Proteja seu animal de estimação dos problemas típicos do inverno.
(cenariomt.com.br)





O inverno está chegando, e não são apenas os seres humanos que sofrem com a chegada do frio. 


Assim como seus donos, os cães precisam de cuidados especiais para ficar quentinhos e correm riscos de doenças como a gripe e a pneumonia, que podem ser perigosas. 


Apesar dos cachorros de pelo longo sentirem menos frio, de acordo com a veterinária Camila Guernelli, do Pet Center Marginal, eles também precisam ficar aquecidos. Preparar uma caminha que tenha cobertores é essencial para deixar as doenças longe. O ideal é que a cama esteja em um ambiente livre do vento. 


As roupas podem ser um verdadeiro incomodo para alguns animais, principalmente para os maiores, mas é importante que você tente vesti-los para manter o aquecimento quando não estiverem dormindo. “Os animais de pelos longos devem ser escovados uma vez por dia, porque com a roupinha é comum dar nós e se não fizer isso vai ter que tosar”, aconselha Camila. 


Outro ponto preocupante da estação é dar banho nos bichos, o que é necessário, mas exige cuidados. A veterinária diz que o melhor seria mandar o seu pet para tomar banho com um profissional, já que o ambiente é climatizado e ele não vai sofrer tanto. “Caso dê em casa, é indispensável secar bem o pelo”, completa. 


Se o seu cão não dorme dentro de casa, por ser grande, é preciso arrumar um local protegido e fechado: “cachorros grandes geralmente não ficam nas camas, e é comum eles destruírem os cobertores, camas e roupas”. 


Vacinas sempre em dia

“Nessa época as vacinas têm que estar em dia, porque pneumonias são comuns e nos cães e gatos e elas podem ser bacterianas, muito mais graves e preocupantes”, conta a veterinária. Além disso, ela indica evitar expor o seu cão a ambientes com aglomerações e muitos animais, porque o risco de tosse dos canis, ou traqueobronquite infecciosa canina, é bastante comum quando chega o frio. A doença é perigosa para filhotes ou animais com idade avançada, e é altamente contagiosa. Ao leva-lo para passear, opte pelos horários com mais sol. 


Atenção ao peso

Camila explica que assim como as pessoas, os animais também tendem a engordar no inverno, porque o frio aumenta a vontade de comer para esquentar o corpo. “Não dê mais comida do que de costume e mantenha os mesmos hábitos alimentares de sempre”, indica ela. O sobrepeso nos animais é preocupante e pode acarretar uma série de problemas para a saúde deles, como doenças cardiovasculares e da coluna. 


Gatos e pássaros

Apesar dos gatos terem mais facilidade de se aquecer, já que gostam de entrar em locais pequenos, o veterinário Anderson Nogueira, da Veterinária Mato Grosso, diz que também é necessário que usem roupas. "Eles costumam aceitar superbem, vão estranhar no começo por conta da locomoção, mas vão aprendendo", completa. 


Como gostam de esconderijos, Anderson aconselha o uso dos arranhadores com tocas, que geralmente possuem pelos no interior: "com certeza ele vai gostar muito e passará grande parte do tempo ali dentro", diz. Caso não encontre, ou o orçamento esteja apertado, o veterinário ensina a preparar uma você mesma. "Dá para colocar uma caixa de ponta cabeça, fazendo uma portinha para o gato entrar. Lá dentro pode colocar um cobertor. A hora que ele quiser se aquecer vai entrar", indica. 


Já os pássaros não necessitam de muito cuidado, porque em seu habitat natural estão acostumados com o frio. "Algumas espécies sofrem mais, mas basta proteger a gaiola do vento", conta. Procure deixar o viveiro em local coberto ou cobrir durante a noite se o tempo estiver muito gelado.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013







Cachorros e gatos de estimação exigem cuidados extras em dias de calor e de sol, afirmam veterinários.

O consumo de água, o tamanho dos pelos, o local onde o animal dorme, o uso de ventiladores, tudo deve ser bem observado pelos donos no verão.

Os passeios, no caso dos cães, devem ser feitos em horários em que o sol não esteja tão forte.

Uma orientação para evitar o sol é levar o pet para passear antes das 10h e após as 18h, afirma Maurício Duarte, médico veterinário do Hospital Cães e Gatos de Osasco, na Grande São Paulo.


"É importante ficar atento para o caso de cachorros de focinho curto, de raças como boxer, pug e bulldog. Eles têm mais dificuldade para trocar calor", afirma Duarte. Como os cães transpiram pelo focinho, em dias quentes animais com esta característica podem ter mais dificuldade para respirar, para suar e até para dormir, pondera o veterinário. "Cerca de 90% dos casos de insolação e de problemas relativos ao calor que atendemos ocorrem com estes cachorros."

Duarte orienta os donos de pets a evitarem ventilador incidindo diretamente no animal. "O proprietário faz isso com boa intenção, mas dependendo do cachorro, pode causar traqueíte", diz ele. A traqueite também é conhecida como "tosse canina" e é uma infecção das vias respiratórias.

Hidratação
Cães e gatos precisam beber mais água no verão, afirmam veterinários. No caso de passeios com cachorros, é bom oferecer a eles uma fonte de água a cada 15 ou 20 minutos, diz a médica veterinária Camilla Francisco, do pet shop Mercado Animal.

"Raças com peles mais sensíveis, como o pit bull, podem requerer passar um protetor solar antes dos passeios, mesmo nos horários com menos sol", afirma Camilla. Ela ressalta que a indicação é usar protetor solar comum, o mais neutro possível, sem cheiro e cor. Protetores solares específicos para animais não são muito fáceis de encontrar, portanto pode ser usado um protetor solar de marca convencional em separado para o cão, pondera a veterinária.

Duarte ressalta que protetor solar em cachorro deve ser passado nas orelhas, principalmente nas bordas, e no focinho. "São os locais mais afetados", diz ele. Com relação à exposição ao sol, a veterinária do Mercado Animal avalia que bichos com pelagem clara, pelos mais curtos e os albinos são os mais suscetíveis.

"Bull terrier, pit bull costumam ter pelos mais brancos, e já têm uma predisposição genética para ter dermatopatias [doenças de pele]", diz a especialista. Outras raças que exigem cuidados com o sol são dálmatas, lhasa apso e shiatzu, assinala Camilla.

Patas queimadas
O veterinário do Hospital Cães e Gatos ressalta ocorrerem casos de cachorros que chegam com queimaduras na planta das patas, o chamado "coxim", devido ao animal ter sido levado para passear por longos períodos em local com asfalto ou calçada em dia muito quente.

"Acontece com frequência. A gente orienta a levar o cachorro para uma área de grama, um parque", diz Duarte. Estes locais são melhores para o cão passear e ajudam a evitar que os animais sofram queimaduras.

"Existem botinhas que podem ser colocadas nas patas do cachorro, mas em geral eles não se acostumam. Acredito que o melhor é evitar [locais de asfalto]", pondera o veterinário.

Tanto Duarte quanto Camilla orientam os proprietários a não colocarem roupinhas em seus pets em dias de calor. "Tem muita gente que fala que é 'roupinha de verão', mas no verão eu sou contra. O melhor é deixar o animal sem a roupa", diz a veterinária do Mercado Animal.

Aparar a pelagem do cachorro também é importante no verão, afirma Duarte. "Para os cachorros peludos, a orientação é fazer tosa se possível", diz o veterinário.

"Outra coisa que acontece e é comum é o animal se jogar na piscina. Labrador, principalmente, se joga mesmo. Já pegamos animal afogado, com infecção no ouvido", ressalta Duarte. É preciso tomar cuidado nestes casos, considera o veterinário.

Cuidados com gatos
Os gatos em geral exigem menos cuidados porque não precisam ser levados para passear, afirma Camilla. "Eu deixaria a água corrente, em torneiras ou outras fontes, abertas por mais tempo do que o normal", diz ela, referindo-se à hidratação dos bichos.

Para fazer o animal beber mais água, uma dica é deixar duas ou três fontes de água corrente em casa, afirma o veterinário do Hospital Cães e Gatos. "Dobra a quantidade de água que ele toma, se deixar o líquido em movimento", afirma.

Fonte:www.tribunahoje.com