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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Depressão em cães




Pets também podem sofrer de depressão.

Solidão e mudanças de rotina são causas do problema.


por Alex Bessas(*).








Quem tem animal de estimação sabe. Depois de um dia inteiro fora, a volta para casa é quase sempre momento de entusiasmo para os pets. Ao reverem seus tutores, os bichinhos ficam tão satisfeitos que o sentimento virou expressão: “feliz pra cachorro”.


No entanto, é bom ficar atento, afinal, a tristeza também pode atingir cães e gatos. Uma mudança de rotina, a ausência prolongada ou a perda de um ente querido são algumas das razões que podem desencadear um trauma, terminando em quadros de depressão. Sim, os animais domésticos também sofrem desse mal.


“Não há estudo que associe predisposição a alguma raça específica, certo é que esses animais podem desenvolver depressão”, explica a veterinária Luiza Albuquerque Romualdo. “Eles podem sofrer um grande estresse por uma mudança drástica de hábito, por exemplo, se seu tutor precisar ficar muito tempo fora, ou se for preciso mudar de casa”, cita a especialista.

No caso da ausência prolongada, é bom oferecer alternativas para os animais. “Para os gatos, que têm apego pelo território, o ideal é que algum conhecido vá a casa do tutor para alimentar e fazer companhia para os felinos”. Já os cachorros “podem ser levados para a casa de alguma pessoa com a qual eles tenham vínculos durante esse período”, indica a veterinária

🐕Sinais de alerta. 

Embora sejam casos mais pontuais, mudanças de rotina em geral devem ser pensadas com cuidado para não causar estranhamento nos animais. “O ideal é criar estímulos, por exemplo, dar petiscos antes de sair, para que esses momentos de despedida não sejam associados apenas com algo negativo”, orienta Luiza.


Atentar-se aos sinais que estes animais apresentam é essencial para identificação de possíveis quadros depressivos. “O animal pode começar a se mutilar, se lamber demais até se ferir ou se morder. Pode ficar apático e passar a evitar o contato com seu tutor, reagindo até de forma violenta”, enumera Luiza. Nessa situação, é preciso realizar consulta veterinária. Em alguns casos, a mudança de manejo é suficiente para que o animal supere esse quadro. Em outros, mais severos, é preciso que o profissional administre medicamentos.


Negligenciar o sofrimento dos bichinhos pode trazer consequências severas. Nos felinos, há risco de desenvolvimento de lipidose hepática: doença que aparece quando esses animais deixam de comer – uma das consequências da depressão – e que pode levar à morte. Se o tratamento for corretamente seguido, em alguns meses o pet pode se recuperar.


🐕Diagnóstico

“Para chegar a um diagnóstico seguro de depressão no cão ou no gato, é preciso um cuidadoso exame clínico, verificando a possibilidade de a mudança de comportamento estar associada a outra patologia.”
Luiza Albuquerque - Veterinária
🐕Atos simples ajudam na recuperação


A estudante Thais Afonso, 20, conviveu por 15 anos com Ratinha e há 11 anos cuida de Lambita, suas cachorrinhas de estimação. A cadela mais velha morreu há quatro meses. Sozinha, a mais nova sentiu a dor da perda. “Com a morte da Ratinha, ela começou a desenvolver um quadro depressivo”, lembra a estudante. No total, foram “três semanas sem comer nada”.

Apática, a cachorrinha parecia não ter lugar em casa. “Já estávamos marcando uma consulta para ela, quando uma amiga, de uma ONG de proteção aos animais, sugeriu que a gente adotasse outro cachorrinho”, conta a tutora. A sugestão foi logo aceita e, em semanas, Lambita voltou a ter o comportamento habitual. A veterinária Luiza Albuquerque Romualdo acredita que essa é uma escolha acertada. “Em muitos casos, animais que perdem seus companheiros aceitam bem a presença de um novo integrante, isso é uma boa alternativa. É muito recomendado”, sugere.

(*)Alex Bessas é articulista de otempo.com.br


sábado, 14 de outubro de 2017

Esquizofrenia em Cães





por meusanimais.com.br.



Às vezes, ouvimos falar sobre esquizofrenia em cachorros por causa de atitudes estranhas apresentadas por eles, inclusive, atitudes agressivas que alguns cães tiveram com seus donos ou com pessoas ao seu redor. É possível que esses bichinhos sofram dessa doença?

Saber a resposta para essa pergunta pode sanar muitos questionamentos que você tem sobre os comportamentos apresentados pelo seu animal de estimação. Por isso, nós achamos necessário dar algumas informações sobre o tema.
Os cachorros podem realmente sofrer de esquizofrenia?

Diversas vezes falamos sobre doenças que acometem os seres humanos, mas que também podem se manifestar em animais, dentre elas, estão incluídas a depressão e o estresse.

Segundo a opinião dos cientistas, os cães podem sofrer com transtornos mentais da mesma forma que os seres humanos. Nas palavras do neurocirurgião Phil Weinstein: “profundas estruturas cerebrais envolvidas nas respostas a muitas situações não são tão diferentes como possam parecer”.

Em outras palavras: o “hardware” cerebral dos animais não é tão diferente do nosso. Por isso, eles podem desenvolver a mesma resposta diante de emoções que os seres humanos. Isso acontece tanto em animais inteligentes quanto com os que não são.


A esquizofrenia, de acordo com os estudos feitos sobre a doença, afeta formas complexas de pensamento, quer dizer, podemos chegar a pensar, facilmente, que afeta apenas seres humanos.

No entanto, um estudo que foi publicado na revista científica “Frontiers in Human Neuroscience” analisou vários genes associados a essa doença, pertencentes a 45 classes de mamíferos.

Ele comprovou que os animais, inclusive os cães, podem sim sofrer de esquizofrenia e de outros tipos de transtornos mentais.
Como posso saber se o meu cão sofre de esquizofrenia?

A esquizofrenia é identificada pelas atitudes tomadas pelo cão. Observar o seu cachorro constantemente pode ajudar a saber se ele sofre dessa doença. Uma mudança de comportamento fora do comum pode deixar claro que ele sofre desse mal. Estas são algumas das possíveis mudanças de comportamento:



  • Ficar se debatendo. Se de repente seu cachorro começar a bater a cabeça ou qualquer outra parte do corpo contra objetos ou contra a parede, e faz isso de forma deliberada, é um sinal de que algo não vai bem.
  • Agressividade. Seu animal de estimação deve receber as demonstrações de carinho de sua parte e de outros membros da família. Se você estiver fazendo carinho nele, e de repente começa a grunhir ou, até mesmo, morder, possivelmente isso é um sinal de esquizofrenia em cães.
  • Brigas. Se ele busca brigar com todos os cachorros de um jeito que nunca fez, ou, inclusive, com os seus amigos ou visitas da casa, pode ser que algo não vai bem com a cabecinha dele.
  • Latidos sem sentido. Se o seu cachorro só latia quando escutava barulhos ou quando alguém ia para a sua casa, e agora faz isso toda hora e sem motivo aparente, talvez seja o momento de levá-lo ao veterinário para examinar possíveis causas.


Esses são alguns sinais de que o seu cão pode estar sofrendo dessa doença. No entanto, para determinar com precisão que o seu cachorro sofre de esquizofrenia, é preciso consultar um veterinário.

O veterinário realizará exames acurados para dar o diagnóstico seguro, e tentará tratar a doença com a medicação adequada. Infelizmente, no caso de muitos cachorros que sofreram de esquizofrenia, a única solução foi sacrificá-los.
Outros transtornos mentais em cachorros

Além da esquizofrenia afetar cães, eles podem sofrer também de outros transtornos mentais que o levam a apresentar comportamentos estranhos. Diferente da esquizofrenia, que surge sem motivo aparente ou por razão genética, essas outras doenças têm causas que podemos tratar.


Por exemplo:
  • O estresse. Esse transtorno mental é provocado por mudanças na rotina do animal, ou quando ele fica tempo demais sozinho ou fica muito entediado. Um animal de estimação a mais seria uma forma de tratar esse mal. Além disso, é importante dar muito carinho para ele e oferecer-lhe muitos mimos.
  • Depressão. A morte de um membro da família, assim como um divórcio ou a morte de outro animal de estimação de casa, pode causar uma depressão no seu bicho de estimação.

domingo, 8 de outubro de 2017

Depressão em cães: Atenção aos sinais




Por Fábio Toyota (*). 



Tido como um problema frequente na vida canina, a depressão em cães pode ter diferentes motivos e possíveis tratamentos.


Assim como no caso dos seres humanos, problemas de natureza psicológica também podem se manifestar em animais, e a depressão em cães é um diagnóstico cada vez mais frequente no mundo pet. Podendo estar associada a outras questões - incluindo ansiedades e fobias, por exemplo - o estado depressivo de cachorros pode ser desencadeado por uma série de motivos diferentes, incluindo desde uma mudança de ambiente até a recuperação de uma enfermidade mais grave.

Notando a grande quantidade de sinais da depressão em cães, a Universidade de Bristol realizou uma pesquisa para investigar as possíveis causas e tratamento desta doença terrível e, conforme já era previsto, teve a prova desse tipo de problemas em animais como conclusão – contrariando grande parte dos profissionais da área animal que, até então, consideravam a depressão canina um mito.

O estudo, apresentado no jornal Biology Letters (especializado na publicação de artigos científicos e descobertas inovadoras da biologia), fez o uso de métricas e observações aplicadas na psicologia humana para chegar aos seus resultados finais, provando que – assim como no caso das pessoas – os animais também podem demonstrar um estado emocional mais vulnerável e sensível a perdas e traumas.

Não tendo raças mais propensas a desenvolver esse tipo de problema psicológico, a depressão canina pode ter muitas razões de ser similares às dos seres humanos (como a perda de uma pessoa próxima ou da liberdade), sendo que muitos dos sintomas e dos tipos de tratamento também podem apresentar semelhança.

Confundida com a SAS – Síndrome da Ansiedade de Separação – em alguns casos, a depressão em cachorros também pode fazer com que o pet se comporte de maneira ansiosa e atípica e, justamente por isso, é de grande importância que os donos de cães saibam como observar e identificar os sinais que indicam o estado depressivo de seus bichinhos de estimação

Além de poder adotar medidas para melhorar a qualidade de vida do animal, o proprietário que enxerga os sinais da depressão em seu pet pode, ainda, facilitar o tratamento da doença – já que (novamente, assim como no caso das pessoas) quanto antes for diagnosticado o problema, mais simples e rápido ele será de solucionar.

Conheça, neste artigo, algumas das principais causas, sintomas e tratamentos para a depressão canina; e aprenda a identificar os sinais de uma tristeza fora do normal no seu cãozinho para que ele se mantenha um amigão contente e saudável.

As causas da depressão canina

Podendo ter variados fatores como desencadeadores do estresse que leva os cães à doença, a depressão canina tem nas mudanças bruscas na vida do pet algumas de suas principais causas. Mudanças na rotina e de ambientes podem facilitar um estado de estranhamento e ansiedade por parte dos cachorros, e isso pode influenciar significativamente para que seu amigão comece a parecer mais desanimado.

Como no caso dos humanos, a morte de alguém muito próximo também pode ser um gatilho para o surgimento da depressão em cães – assim como o afastamento de um de seus amigos pets. Segundo os profissionais da saúde animal, as perdas afetivas são causa de 70% dos casos de cachorros com depressão; portanto, ao se encontrar em uma situação do tipo, fique atento ao seu pet.

A inclusão de outro animal na vida do pet acostumado a ser o único bicho de estimação da casa também é um fator relevante para o aparecimento do estresse no animal, e deve ser levado em consideração.

A perda de liberdade (quando o cão fica privado de caminhadas e passeios constantes, por exemplo) e experiências traumáticas – como cirurgias e atropelamentos - não ficam de fora da lista, e animais que estão em fase de recuperação de alguma doença mais séria também podem apresentar comportamentos alterados de apatia.

O sentimento de solidão ou abandono ainda é uma das principais motivações para que se desenvolva uma depressão em cachorros; já que, nos dias de hoje, o cotidiano frenético vivido nas grandes capitais acaba fazendo com que os donos de pet não possam dar a atenção devida aos seus animais, que passam muito tempo sem companhia e se sentem abandonados.

Sinais da depressão em cães

Assim como no caso da suspeita de qualquer outra doença animal, ao notar os primeiros sinais de depressão em seu cachorro, uma consulta deve ser agendada com um médico veterinário, pois, somente ele terá as ferramentas e informações necessárias para identificar um possível problema psicológico, e diferenciá-lo de outras muitas doenças que também podem ter a apatia e a falta de ânimo como sintomas. Dito isso, podemos citar isolamento, tristeza profunda, falta de apetite e rejeição ao toque físico entre os principais sintomas de um cão deprimido.

Para os donos mais atentos e mais próximos aos seus bichinhos de estimação, não é difícil notar a mudança brusca de comportamento que o animal apresenta; pois, mesmo os cães mais animados e carinhosos, de uma hora para a outra, passam a evitar atividades que costumavam se apresentar como prazerosas (incluindo passeios e brincadeiras com seu proprietário, por exemplo), preferindo permanecer em algum cantinho da casa e completamente isolados. Em alguns casos, o cão chega à automutilação, se mordendo normalmente em extremidades como rabo e patas e causando lesões sérias em si mesmo.

Outro sinal típico do estado depressivo em cães é a intolerância ao toque físico, sendo este um dos sintomas mais fáceis de se identificar; já que um cão deprimido tentará evitar a todo custo os carinhos e manhas feitos pelo seu dono - que antigamente eram recebidos com alegria e entusiasmo. Portanto, ao notar que seu pet está apático e agindo de acordo com os comportamentos descritos acima, preste atenção; e agende uma consulta com um profissional veterinário o quanto antes.

Prevenindo a depressão canina

Embora os fatores de motivação da doença sejam muitos – e nem sempre possam ser remediados pelos donos dos pets – há muito o que se possa fazer para que um possível estado depressivo não faça parte da vida de seu cãozinho de estimação.

Tendo em vista as principais causas que desencadeiam a doença, os proprietários de cachorros devem, sempre, evitar mudanças muito súbitas na vida dos pets; buscando manter uma rotina predeterminada em relação a passeios, brincadeiras, ambientes e companhias.

Dar carinho e atenção aos pets – além de proporcionar um ótimo sentimento de conexão e amor entre você e seu pet – também pode ser importante para evitar um caso de depressão canina, e os proprietários de cães devem evitar ao máximo passar longos períodos de tempo longe de seus animais – principalmente, nos casos em que o cachorro fica sem nenhum tipo de acompanhante enquanto o dono está ausente.

Tratamento para cachorros deprimidos

Para que qualquer tipo de tratamento possa ser iniciado em seu pet, é fundamental que um profissional da saúde animal seja consultado, e vale a pena ressaltar, mais uma vez, que a automedicação para cães jamais deve ser feita. Em casos de problemas psicológicos essa indicação é ainda mais importante, já que o tipo de medicação usado para que os sintomas do pet sejam extintos costuma ser forte e bastante específico – podendo causar todo tipo de problema quando não administrado de maneira adequada.

Diferentes tipos de medicamento e atividades podem ser recomendados pelos veterinários para que seja feito o tratamento do estado depressivo em cachorros, e as indicações variam de acordo com o grau e a intensidade da doença em cada animal.

Remédios homeopáticos (incluindo as famosas gotinhas dos florais de Bach), antidepressivos e outros medicamentos alopáticos diversos podem ser prescritos para os cães em depressão, sendo que combinação de tais produtos com atividades físicas também traz ótimos resultados.

Da mesma forma em que os antidepressivos são usados no tratamento da depressão de humanos e animais, os cães também podem contar com terapias especiais para ajudar no tratamento da doença.

Na maioria dos casos, a “sessões terapêuticas caninas” são indicadas quando as causas da mudança de comportamento do animal são desconhecidas pelo seu dono. O veterinário - que atua, nestas situações, como um psicólogo – irá observar o comportamento do animal (de preferência, junto a seu proprietário) para tirar uma conclusão mais precisa sobre o fator que desencadeou a doença; podendo, desta forma, elaborar o tratamento mais adequado para que o cão saia deste estado.

Junto com isso, vale lembrar que mimar bastante os cachorros com este tipo de problema nunca é demais; e um quadro depressivo em cães pode ser bastante amenizado pelo carinho de seus donos e sua família; podendo, inclusive, diminuir a necessidade de outros tipos de técnicas e medicações que fazem parte dos tratamentos mais tradicionais.




Médico Veterinário (CRMV- SP 10.687), formado pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - Unesp com Pós Graduação em Oncologia Veterinária pelo Instituto Bioethicus e Pós Graduação em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais pelo Instituto Qualittas. Responsável pelo setor de Oncologia Médica e Cirúrgica do Hospital Veterinário Cães e Gatos 24h. Dr. Toyota é integrante da equipe de Veterinários do portal CachorroGato e também responde por dúvidas na ferramenta Dr. Responde.


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Como saber se seu cão está com depressão.








Assim como as pessoas, os cães também podem sofrer de depressão. A depressão canina normalmente é resultado de alguma alteração na rotina, como a perda de uma companhia, uma mudança de casa ou uma nova adição à residência. Ela se manifesta através de alterações comportamentais, como a redução da energia e a perda de apetite, e de alterações na linguagem corporal, como cauda e orelhas caídas. É importante reconhecer os sinais do distúrbio para poder melhorar a saúde mental do cão.



Identificando as alterações comportamentais

🔺Veja se o cão se tornou distante. A maioria dos cães saudáveis e felizes é altamente sociável. Caso seu cão não o cumprimente mais com a alegria de antes – o rabo não abana mais e ele demonstra menos energia – ou demonstre menos interesse em atividades que antes apreciava, ele pode estar deprimido.

🔺Em vez de correr para a porta para cumprimentar visitantes, um cão deprimido pode retirar-se para algum canto isolado e dormir.

🔺Fique ainda mais preocupado se o cão se esconder de você. Os cães que se escondem normalmente estão feridos, doentes ou deprimidos.
Por outro lado, alguns cães depressivos seguem os donos por todo canto, mas não demonstram interesse em interagir.


Fique de olho em mudanças de ativo para inativo. Os cães felizes parecem ter uma energia interminável. Para cada quilômetro que você anda, ele anda quatro – vai e vem, vai e vem de novo. Ele implora que você jogue a bola repetidas vezes e seu braço se cansa muito antes do entusiasmo dele se esgotar.



🔺Entretanto, quando deprimido, seu cão pode não mais erguer as orelhas quando for guiado por você e, em vez de correr pelo parque, ficar aninhado em seus pés. Quando parar para conversar com amigos, ele pode até mesmo sentar ou deitar.

🔺Essa mudança de ativo e enérgico para inativo e letárgico pode ser um indício da depressão.

Fique de olho na movimentação do cão. Um cachorro que anda de cômodo em cômodo e não consegue encontrar um local para descansar confortavelmente pode estar depressivo.

Observe quaisquer alterações nos padrões de sono do cão. Todos os cachorros dormem muito, principalmente quando os donos estão fora. Entretanto, você deve preocupar-se se seu animal continuar a dormir quando chegar em casa ou se ele permanecer deitado em vez de checar a janela ou a porta ao notar coisas que antes o atraiam, como um carteiro ou um cão de passagem.


Perceba qualquer alteração na dieta do cão. Os cachorros costumam comer menos e perder peso quando estão deprimidos.Por outro lado, assim como os humanos, alguns cães comem mais como forma de encontrar conforto.Fique de olho caso:


🔺O cão recuse petiscos que costumava adorar.

🔺O cão perca ou ganhe muito peso.


Veja se um comportamento destrutivo ou algum acidente na casa pode ter causado a depressão. Rasgar sapatos ou morder objetos normalmente são sinais de falta de atividades físicas, o que pode levar à depressão. Os cães deprimidos também são mais propensos a causar acidentes na casa. Tente não ficar bravo: leve o cão para passear para garantir que ele tenha tempo suficiente para urinar ou defecar ao ar livre.

Fique atento quanto à agressão. Caso o cão comece a rosnar ou agir de modo agressivo quando tenta interagir com ele, ele pode estar depressivo.

Observando a linguagem corporal do cão



Preste atenção nos olhos do cão. Os cães apertam os olhos, fazendo com que pareçam menores, quando estão com dor, estressados ou deprimidos. Os cães depressivos também podem tentar evitar o contato visual com qualquer pessoa, até mesmo com você.

🔺É claro, alguns cães possuem um olhar "triste" o tempo inteiro devido ao caimento das pálpebras e não por conta da depressão. Tenha bom senso ao interpretar o olhar de um cão como sinal da depressão.


Veja se as orelhas do cão estão caídas ou para trás. Os cães depressivos tendem a exibir poucos movimentos de resposta nas orelhas aos ruídos ocorrendo no ambiente. Por exemplo, seu cão pode não erguer as orelhas como resposta a coisas que normalmente o interessam, como ser chamado por você ou ouvir a coleira sendo pega antes de um passeio.

Observe as lambidas na pata. Lamber ou morder as patas é um mecanismo de conforto para os cães e pode ser um sinal de depressão.

Veja se o cão anda com a cabeça baixa. Os cachorros deprimidos tendem a manter a cabeça pendurada quando andam ou sentam. Ao deitar, o cão prefere apoiar o queixo no cão e raramente levanta a cabeça em resposta às atividades ocorrendo ao redor.

Monitore como o cão movimenta a cauda. Um cão deprimido mantém o rabo para baixo ou entre as pernas sem abaná-lo prontamente. Ao encorajar o cão a abanar o rabo, o movimento é fraco e hesitante.


Observe a posição corporal do cão. Os cães depressivos tendem a manter uma posição passiva, com a cabeça baixa e o rabo parado, mal reagindo aos encorajamentos. Seu cão pode passar a impressão de estar com preguiça e não demonstrará interesse no que está acontecendo ao redor.

Veja se o cão está perdendo pelo. Quando os cães estão estressados, eles tendem a perder muito mais pelos. Se o animal soltar muitos pelos em sua mão ao acariciá-lo ou se for necessário aspirar a casa com maior frequência do que antes, ele pode estar deprimido.

Agora que você já identificou, fique sabendo o que fazer em seguida

Verifique se o cão não está doente. Caso o animal esteja se comportando de modo diferente, leve-o até um veterinário. Normalmente existem sintomas em comum entre a depressão e outras doenças e nem sempre é fácil diferenciar as condições, pois os cães doentes e depressivos tendem a não querer comer ou se exercitar.




Entenda o que pode ter desencadeado a depressão. Um cão saudável dificilmente ficará depressivo sem motivo, portanto, é útil saber se algum evento recente impactou o bem-estar mental do cão. Os cachorros são animais rotineiros, portanto, o principal gatilho para a depressão canina é uma mudança na rotina. As mudanças que podem desencadear a depressão podem incluir:


🔺Estresse: o estresse canino inclui qualquer coisa que o impeça de receber a atenção à qual está acostumado.

🔺Um dono que costumava ficar em casa agora sai para trabalhar.

🔺Um bebê ou filhote novo na casa.

🔺A perda repentina de um companheiro (humano ou canino)
.
🔺Uma mudança de residência.

🔺Colocar o cão em outro lugar.

🔺Reformas grandes na casa.

Passe mais tempo com o animal. Caminhe mais, brinque como ele gosta, experimente um esporte canino, treine-o para fazer truques ou visite um parque. Ao assistir TV, sente-se no chão com o cão em vez da cadeira. Não importa o que decidir fazer, escolha algo divertido para você e para ele. Aproveitar seu tempo com ele é o melhor modo de ajudá-lo a superar a depressão.

Socialize mais o cão. Caso ele tenha perdido um companheiro canino recentemente, considere adotar um novo. Caso seu cão fique sozinho em casa por muito tempo, considere uma creche alguns dias por semana ou contrate alguém para passear com ele. Além disso, planeje algumas visitas ao parque para que o animal possa socializar-se.



Recompense os comportamentos positivos do animal. O erro cometido por muitos proprietários ao lidar com um cão depressivo é mimá-lo demais quando ele estiver comportando-se de modo anormal.



🔺Por exemplo, se você mima o cão quando ele não come, você está enviando a mensagem de que ele está fazendo a coisa certa
.
🔺Um modo melhor de lidar com a situação é colocar ração na tigela e ignorar o cão até que ele decida comer. Após ele comer um pouco, elogie-o.

🔺Isso reforça o comportamento positivo e não o negativo, o que ajudará o cão a sair da depressão.


Faça o cão sentir-se mais seguro mantendo uma rotina normal. Tente manter o cão depressivo na rotina, pois isso o ajuda a manter-se seguro e reafirma que tudo está bem no mundo.

Dicas
🔺Ao procurar sinais de depressão no cão, mantenha a linguagem corporal e os hábitos comuns dele em mente. Um cão retraído pode não levantar e cumprimentar estranhos, portanto, esse comportamento não é anormal para ele e não deve causar preocupação. Por outro lado, um cão normalmente sociável que se recusa a cumprimentar os outros pode estar depressivo.

Fontes:

http://www.cesarsway.com/dog-care/problem-behaviors/warning-signs-of-dog-depression
http://www.pet360.com/dog/health/is-your-dog-depressed/9i83Ls6o4UeQZ-jewy2Yeg
http://www.cesarsway.com/dog-care/problem-behaviors/warning-signs-of-dog-depression
http://www.pet360.com/dog/health/is-your-dog-depressed/9i83Ls6o4UeQZ-jewy2Yeg
https://www.vetinfo.com/dog-depression.html
https://www.aspca.org/pet-care/virtual-pet-behaviorist/dog-behavior/canine-body-language
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http://www.pawnation.com/2013/09/11/how-to-know-if-your-dogs-depressed/3
https://www.aspca.org/pet-care/virtual-pet-behaviorist/dog-behavior/canine-body-language
http://mentalhealthdaily.com/2014/03/23/dog-depression-symptoms-causes-treatment-options/
http://www.canidae.com/blog/2009/12/how-to-deal-with-depression-in-dogs.html http://mom.me/pets/dogs/19072-how-know-if-your-dogs-depressed/item/15/
http://dogtime.com/depression.html
http://mom.me/pets/dogs/19072-how-know-if-your-dogs-depressed/item/17/