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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

5 dicas para os cachorros obedecerem com comandos simples







por Marina Mori(*).



Ele pula em todo mundo, late demais e destrói tudo o que encontra pela frente? Conversamos com um adestrador e elencamos dicas infalíveis

Não é preciso ser nenhum Cesar Millan ou Alexandre Rossi para ter em casa cachorros comportados e felizes. Sim, pode parecer difícil educar os pets sozinho e sem a ajuda de um profissional, mas basta adicionar alguns hábitos simples de adestramento à rotina para ver a mudança acontecer.

“Só adianta adestrar enquanto é filhote”

Engana-se quem acha que existe uma idade certa para corrigir algumas características de comportamento dos pets. “A educação vai até o fim da vida. O cachorro é um ser extremamente adaptável – mesmo os adultos e velhinhos têm que ser educados”, explica o adestrador.
Late muito

Latir é algo natural aos cachorros, mas algumas raças são mais “barulhentas” do que outras. Enquanto cães de pastoreio (como o Border Collie e Pastor Alemão) costumam latir menos, os de pequeno porte (como Maltês, Yorkshire e Schnauzer) dificilmente serão silenciosos.

Uma forma de diminuir a frequência dos latidos é fazer com que os pets gastem muita energia. “Eles precisam passear, correr e brincar. Quanto mais estressado o cão estiver, mais ele vai latir. E uma coisa é lei: cão cansado é cão feliz”, diz Assunção.
Destrói móveis, sapatos e tudo o que vê pela frente

Os cachorros têm três necessidades básicas: cavar, destrinchar e roer. Para canalizar toda sua energia em algo que não seja o sofá de casa ou os sapatos, é preciso enriquecer o ambiente com opções variadas (e mais prazeroas que os móveis).

Segundo Assunção, a dica é fazer um rodízio de brinquedos. “Vale deixar espalhados pela casa três opções num dia, três no outro. Animais gostam de novidade.” Bolinhas, trança de corda e roedores de borracha são algumas sugestões. Para os maiores (que ficam na área externa), osso in natura e coco verde.

Pula demais

Cães respondem aos estímulos que recebem. “Se, toda vez que você chegar em casa agitado, o cachorro vai retribuir essa agitação”, diz o especialista. Para evitar os pulos inesperados, o melhor a se fazer é ignorar o pet enquanto ele estiver eufórico.

Mas esse aprendizado não ocorre de um dia para o outro. Às vezes levam semanas para que o cachorro entenda que não deve pular em ninguém. Para acelerar o processo, Assunção sugere aliar o “gelo” no cão a um comando, como “não” ou “fica”. “Em uma semana de repetição isso já melhora bastante”, afirma.
Não anda ao lado durante o passeio

Quem comanda o passeio é o líder, ou seja, o humano. O cachorro precisa entender que ele está acompanhando o tutor no passeio e não o contrário, segundo o adestrador. Por isso, o ideal é ter uma guia curta para que ele fique o mais próximo possível durante a caminhada.

Come muito e/ou muito rápido

A comida deve ser porcionada e oferecida em horários determinados. “O cachorro que tem comida à vontade não tem desafios e isso é algo essencial para eles”, explica Assunção.

Em alguns casos, porém, o problema é outro. “Alguns cães comem rápido demais e isso pode causar problemas gástricos sérios”, afirma o adestrador. Uma solução é colocar toda a ração em uma garrafa pet e fazer alguns furos ao longo do plástico (grandes o suficiente para que apenas alguns grãos passem).

Eles adoram isso porque é como se estivessem caçando. O que seria comido em 10 segundos leva uma hora e ainda faz eles gastarem energia”, garante.



(*) Marina Mori escreve para gazetadopovo.com.br





quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Gatos podem ser adestrados?.








por Cachorro Gato







Muito é dito sobre o mundo felino, e algumas informações já são tidas como verdade no mundo todo; no entanto, boa parte do que se diz a respeito dos gatos não passa de mito – confundindo a cabeça dos que sentem simpatia pelo animal, mas seguem temerosos por acreditar em diferentes crenças; como a de que os bichanos são traiçoeiros.



Pensando nisso, o CachorroGato elaborou uma lista para desvendar cinco dos maiores mitos sobre gatos, apontando o que é real e o que não passa de crendice. Confira, a seguir, algumas das maiores mentiras e verdades sobre o mundo felino, e mude a sua maneira de pensar em relação aos bichanos (que, ao contrário do que se diz, podem ser muito afetuosos e até protetores).



Gatos não gostam de água
Esta é uma das crendices mais famosas sobre os felinos, mas não é real. Gatos não acostumados podem ter certo receio ao entrar em contato com a água; no entanto, quando expostos a ela desde filhotes, este problema não existe. Para reforçar a porção mito dessa informação, basta citar raças como a Turkish Van – que não só adora água como também é conhecida popularmente como a raça do “gato-nadador”.

Gatos têm sete vidas
A expectativa média de vida de um gato é de 15 anos (e esse número cai para dois anos caso o bichano viva na rua) e, embora possam viver até 20 anos se bem cuidados e protegidos, sua vida é uma só – portanto, não tente confirmas a hipótese das sete vidas com seu bichano. Não vai dar certo!



Gatos pretos dão azar

Esse mito surgiu na Idade Média e segue como real para muitos até hoje – embora também haja países (como Japão e Reino Unido) onde os gatos pretos são um símbolo de sorte.



Gatos não podem ser adestrados

Os gatos são mesmo mais independentes e até “desobedientes” que os cães; entretanto, isso não significa que não tenham a capacidade de aprender e executar comandos. Na Rússia há, inclusive, o famoso Teatro dos Gatos de Moscou, que conta com uma grande quantidade de felinos que podem ser considerados especialistas em acrobacias e truques diversos.



Gatos sempre caem de pé

Se a altura de que o felino cai for maior que um metro, a informação é verdadeira – no entanto, isso não significa que ele não possa se machucar na queda, e isso só seria verdade se os gatos realmente tivessem sete vidas.



Clique no link e saiba tudo sobre a vida e a saúde dos felinos.



Fonte: dr. Ricardo Tubaldini (CRMV – SP 23.348), Médico Veterinário formado pela Universidade Paulista e Cirurgião Geral e Ortopedista em Hospital Veterinário de São Paulo. Dr. Tubaldini é Diretor de Conteúdo do portal CachorroGato

segunda-feira, 10 de setembro de 2012







por Dr. Pet



<Não use a palavra "não" a toda hora

<Evite dar “bronca” nos momentos em que o cão tiver dificuldades em relacioná-la ao comportamento errado que se quer coibir. Sem a certeza do motivo, o cão irá apenas se acostumar à “bronca”.

<Muitas vezes, ao fazer algo errado, o cão está apenas querendo chamar a atenção. Cair nessa “armadilha” (por exemplo, correr atrás do animal para retirar um retirar um objeto de sua boca) reforçará esse comportamento.

<Usar violência física como punição é um erro grave que levará o cão a desenvolver distúrbios comportamentais, como medo excessivo e/ou agressividade. Além disso, depois de estabelecida essa prática, tornam-se remotas as possibilidades de reversões futuras no quadro comportamental.

<Se, no entanto, a punição for inevitável, é imprescindível escolher o momento exato em que deve ocorrer. A melhor ocasião será durante a “intenção”, antes de o comportamento errado acontecer; ou ainda quando o comportamento errado está acontecendo, sendo ideal torná-lo desagradável ou sem graça. Depois de o comportamento errado ter terminado, a punição fica sem sentido. A melhor estratégia será então tentar provocar a mesma situação novamente para, aí sim, aplicar a punição.


Integre o adestramento no dia-a-dia
É importante integrar os comandos no convívio com o seu cão e exercitá-los ao longo do dia. Por exemplo, sempre que você for fazer carinho, peça para ele sentar, deitar, dar a pata etc. Se você reservar apenas 20 minutos do dia para praticar o adestramento, seu cão pode aprender a obedecer somente durante esse tempo.

Elogie seu cão
Pense no petisco como algo além de um alimento. Assim como o brinquedo, a comida ou o passeio, o petisco é um prêmio por ele ter sido obediente. Elogie o cão ao dar o petisco e ao ato dele comer. Com o tempo ele saberá que receber o petisco marca uma aprovação de seus donos e assim a recompensa terá um valor cada vez maior.

Mantenha recompensas em locais estratégicos
Petiscos e brinquedos devem estar sempre por perto, espalhados pela casa. Se você deixar essas recompensas apenas na área de serviço, por exemplo, o cão pode responder super bem nesse local e ignorar os comandos no restante da casa.

Mostre que você é o líder
Pode parecer estranho, mas o cão nos considera membro de sua matilha. Por isso, para ganhar respeito e confiança dele é fundamental que você assuma a liderança. 

Algumas dicas:
Procure andar sempre à frente do seu cachorro. Se você perceber que ele se adianta, mude de direção até que ele perceba que deve prestar atenção em você

Seja sempre o primeiro a entrar em casa ou passar por portas e portões

Se ele pedir algo (como comida, petisco, passeio) sempre peça para ele executar algum comando antes. Assim ficará claro que é ele que está obedecendo, e não você

Não seja violento com ele. Os cães costumam imitar os seus líderes, portanto ele pode passar a usar a violência com você quando quiser reafirmar sua posição

Quer saber mais? No Banner Adestrar Cachorro na página inicial do Blog há um link, ou clique aqui

quinta-feira, 26 de julho de 2012




Ter um cão deficiente é um enorme gesto de amor. Cães com deficiência podem dar algum trabalho extra, mas são tão capazes quanto cães sem deficiência e podem se adaptar às mais diversas situações e ambientes, requerendo somente um pouco mais de disposição e dedicação dos proprietários.

Hoje você conhecerá um pouco sobre como adestrar cães deficientes auditivos, e como ajudá-los a ter uma vida mais dinâmica e melhorar sua comunicação com as pessoas.

O adestramento de obediência básica é feito com o cachorro que não ouve da mesma forma que fazemos com cães sem essa deficiência, utilizando o método de reforço positivo, ou seja, recompensando os comportamentos certos. Para ensinar comandos, como o senta por exemplo, utilizamos o petisco como uma "isca", bem próximo ao focinho do cão, induzindo que ele erga a cabeça até colocar a traseira no chão, e então damos o petisco ao cão. Depois de algumas repetições, ele associará o gesto da mão aberta para cima com o comando senta; da mesma forma, os outros comandos ensinados deverão ter gestos bem claros e distintos, para facilitar o entendimento do cãozinho.

Outra ferramenta importante no adestramento desses cães é a caneta de laser. O laser vermelho é utilizado para ensinar ao animal, entre outros, o comando vem; apontando o laser para o chão, traçamos uma linha até a pessoa, e assim que o cachorro chegar, é recompensado. Outra ferramenta usada é uma lanterna comum, com lâmpada branca, que significa o não para o animal; por exemplo, ao ensinar um cãozinho a não subir no sofá, podemos piscar algumas vezes a lanterna branca quando ele tentar subir, e ao mesmo tempo impedir o pulo. Ao ver a luz da lanterna, ele saberá que aquele comportamento deve parar.

O cão deficiente auditivo é bastante atento a movimentos e vibrações, por isso, outra forma interessante de motivar e capturar a atenção desse cãozinho é utilizando brinquedos, como cordas ou bichinhos de pelúcia, movimentando-os para que o cão se interesse, ou batendo os pés no chão

É importante orientar a todos que tem contato com o cãozinho que devem ser cuidadosos no manejo, pois é um cão que pode se assustar se pego desprevenido. Procurar sempre se colocar no campo de visão do cão, fazendo contato visual antes de pedir algum comando pode ajudar muito na comunicação entre as partes.

Cuidados com a segurança do animal que não ouve bem devem ser redobrados. Numa situação de emergência, por exemplo se o cão fugir por um portão aberto, podem ser muito mais difíceis de contornar, pois ele não ouvirá as pessoas o chamando. Por isso, o uso de guia, coleira e plaquinha de identificação, e estar sempre atento com o pet é indispensável.

Com podemos ver, treinar um cão deficiente auditivo tem suas particularidades, mas da mesma forma como um cão sem deficiências, a convivência com as pessoas e a qualidade de vida deste cãozinho podem ser melhoradas. Por isso, se você tem um cão deficiente, não desista dele! Com as técnicas adequadas, dedicação e carinho, esse cãozinho trará desafios, mas também muitos resultados gratificantes!

Texto: Juliana Yuri (Adestradora da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

SURDEZ CANINA
por Elsa Bernardo Oliveira



Muitos são os mitos que se atribuem ao cão surdo. Muita gente rejeita o escolhido amigo canino depois de diagnosticada a surdez porque acha que isso significa que o cão é pouco inteligente, que não será capaz de aprender o básico para viver dentro de casa, que é temperamental e que o mais certo é ser atropelado assim que sair à rua. Nada mais errado. Um cão surdo é tão feliz e amável como qualquer outro, inteligente e ansioso por aprender e por ter atenção do dono. Precisa talvez de uma dose maior de paciência, mas não da nossa pena ou rejeição. E os resultados são tão compensadores como com um cão que ouve, isto é, um companheiro para toda a vida, brilhante e afetuoso.

Causas da surdez
Um cão pode nascer surdo. Há registos de 35 raças com probabilidades genéticas de originar cachorros surdos, mas mesmo nessas raças as percentagens são muito baixas. Apenas os dálmatas apresentam um percentagem mais alta. 30% destes belos cães nascem surdos. Os Boxers, Bull Terriers, e Montanhas dos Pirinéus são outras das raças comuns entre nós que podem sofrer desse defeito genético.

Mas todos os cães são passíveis de perder a audição, quer por doença, ferimento ou velhice. Diagnosticar a surdez do animal pode ajudar a compreendê-lo e a evitar mal-entendidos.

O diagnóstico definitivo de surdez só pode ser dado pelo teste BAER (Brainstem Auditory Evoked Response), mas este é bastante caro. Os testes caseiros e a consulta veterinária determinam com quase toda a segurança a surdez bilateral (dos dois ouvidos) ou unilateral (de um ouvido só). Afinal, ninguém conhece melhor o cão do que o dono e o seu veterinário.

Se notar que o seu cão, quer seja apenas um cachorro ou um adulto perfeitamente integrado na família, não responde quando o chamam; ou responde apenas quando está virado de frente para si, dorme mais do que o habitual, não acorda senão quando tocado, se vira na direcção errada quando o chamam, abana a cabeça ou coça as orelhas muitas vezes, pode estar perante sinais de surdez.

Pode fazer alguns testes para confirmar as suas suspeitas: com o cão virado de costas para si e à distância suficiente para não sentir as vibrações do ar e do chão, abane um molho de chaves, aperte um brinquedo que chie, bata palmas, ligue o aspirador, bata com dois objectos um no outro ou toque uma campainha. Lembre-se que o cão pode reagir se sentir as vibrações destes testes. Em todo o caso, leve-o ao seu veterinário. Ele, melhor do que ninguém, poderá fazer um diagnóstico mais preciso. Pode até acontecer que o cão tenha o canal auditivo bloqueado e o caso se resolva com uma limpeza.

A comunicação é essencial
Um cão surdo aprende com tanta facilidade como qualquer outro. Só que não ouve. Portanto é preciso aprender a comunicar com ele. A comunicação gestual dá grandes resultados. O cão aprenderá os gestos correspondentes às ordens que lhe quer dar, aos objectos, às actividades, tudo o que lhe queira ensinar.

Aos 5 ou 6 anos a maioria dos cães conhece até 50 sinais. Com um ano pode entender até 20. Pode começar com os básicos: senta, deita, fica, vem, rua, bola... O cão aprenderá imediatamente a procurar sinais nas suas mãos e expressões faciais, assim como nos objectos, como a tigela da comida ou a trela.

Comprar um livro de bolso de linguagem gestual é uma óptima opção porque além do dono aprender, pode facultar os sinais básicos a qualquer pessoa que necessite de ficar com o cão por alguma circunstância (o veterinário, por exemplo).

Chamar o cão pode ser um problema se ele se afastar demasiado. Dentro de casa ou em espaços limitados, pode chamá-lo batendo no chão com o pé ou acendendo e apagando luzes. Fora de casa, mantenha-o SEMPRE à trela.

Tenha especial atenção no treino de acordar um cão surdo, porque isto exige muita paciência e cuidado. Faça-o sentir os seus passos e toque-lhe suavemente. Habitue-o a ser tocado sempre no mesmo local, no ombro, por exemplo. Muitos mitos errados sobre a agressividade dos cães surdos são originados por sustos causados por acordares bruscos. Lembre-se que qualquer cão assustado por reagir mal, tente fazê-lo sentir-se sempre em segurança.

Exercício é sempre essencial
Qualquer cão precisa de exercício para se manter feliz e saudável. No entanto, um cão surdo não deve ser deixado nunca à solta, pois não ouve os chamamentos do dono e pode fugir para longe e perder-se, além de que não ouve os carros e pode ser atropelado. A trela é essencial, assim como uma etiqueta com nome do animal, contactos do dono e menção de surdez. Pode ainda ter uma campainha para o poder localizar se ele se afastar. Uma coleira corporal, em vez de uma de pescoço, anula a possibilidade de o cão, se assustado, recuar e a trela escapar pela cabeça. Se tem jardim ou pátio, este deve ser vedado, para impedir que o cão escape para a rua.

Basta seguir algumas regras básicas para que o seu companheiro especial desfrute de uma vida feliz e repleta de bons momentos consigo.

10 dicas para lidar com um cão surdo:

1 - Aprenda a comunicar com o seu cão
2 - Faça-o sempre saber que está por perto
3 - Seja sempre gentil
4 - Treine-o com muitas recompensas e encorajamento
5 - Permita que se aproxime de estranhos farejando primeiro as suas mãos.
6 - Vedar os espaços exteriores onde o cão vive é essencial para a sua segurança.
7 - Estabeleça um treino regular e contínuo
8 - Ame-o e aceite-o com as suas necessidades especiais
9 - Prenda-o a si dentro de casa para o ajuste inicial, educação básica, relacionamento e segurança dele.
10 - Nos passeios, mantenha-o sempre á guia e perto de si, dá segurança a ambos. Coloque uma etiqueta na coleira com o nome e os seus contactos e a menção de “SURDO”.

Fonte:
arcadenoe.sapo.pt

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Adestramento de Gatos: é possível?





por Os Paparazzi


Muita gente acha impossível treinar gatos. Ao contrário do que ocorre com os cães, não há gatos atuando na polícia, raças velozes como os galgos, gatos puxando trenós ou pastoreando ovelhas, como os cachorros da raça Border Collie, mas esses animais inteligentes podem e devem ser treinados. 


Dicas de adestramento para os gatos: de temperamento bem mais independente do que os cachorros, os gatos não têm o menor interesse em fazer algo só para ouvir elogios das pessoas. Individualistas, os bichanos querem recompensas materiais em troca de aprender alguma coisa. Isso significa "comida". Não estou recomendando que você deixe de alimentar o animal até ele aprender bem uma determinada coisa, e sim que utilize guloseimas adequadas além das meras porções de ração habitual. 

Para mantê-lo motivado, tenha um estoque de petiscos de salmão até iscas de peixe desidratadas. Alguns gatos podem não ser muito comilões. Se o seu for assim, experimente recompensá-lo com brinquedos e brincadeiras conjuntas. 

O treinamento deve começar assim que o seu gato bebê chegar em casa. Acostume-o com rotinas fixas no cotidiano e tente alimentá-lo, limpá-lo e fazer sessões de treinamento em horários diurnos regulares.




Adestrar Gatos: conheçam as técnicas básicas de adestramento
O adestramento em gatos é sim eficaz e cada vez mais os donos estão educando seus bichanos



Ao iniciar o treinamento com o gato, lembre-se de que o método adotado depende muito da personalidade do gato. De início, sua meta é acostumar o gatinho a brincar com você e a interagir com as pessoas: tudo deve ser muito divertido. É muito importante também conhecer a linguagem corporal dos gatos.

A relação de um animal tímido ao treinamento difere daquela manifestação por outro mais sociável e você deve interromper a sessão imediatamente se notar que o gato está estressado ou sentindo algum desconforto. Não esqueça que o treinamento e as brincadeiras devem ser sempre uma experiência agradável para ambos. 

Parte do treinamento com o gato será "positiva", por exemplo, aprender a usar a caixa de areia e a portinhola basculante, e identificar seu próprio nome, saiba como treinar o gato para reconhecer seu próprio nome. Outra parte será "negativa": convencê-lo a não subir nas cortinas e a não arranhar as cadeiras e o sofá. 

Depois que o gato dominar as lições básicas, ensine-o a fazer coisas simples, como pedir. O mais importante em todo o processo de treinamento dos gatos é ter paciência ilimitada e aprender a ouvir os gatos, pois os gatos são sensíveis e são capazes de identificar nossos sentimentos. 


Fonte: ospaparazzi.com.br

domingo, 6 de maio de 2012




Gatos de coleira, embora possa parecer incomum, é possível treinar certas raças de gatos. Apesar de serem altamente independentes e prezarem a liberdade, alguns gatos aceitam caminhar com o dono, controlados por uma coleira. Certas raças de gatos aceitam melhor o uso da coleira. A raça de gato Persa, por exemplo, tende a não gostar da ideia, mas o Russo Azul, o gato Siamês e Burmês aceitam caminhar presos com uma guia. A raça de gato Savannah também é facilmente treinada para o uso da coleira.


Os primeiros passos para treinar seu gato à andar na coleira:
O ideal é começar a treinar o gato ainda filhote para usar coleira. A guia não deve estar ligada à coleira da gato, mas a um arreio peitoral. Primeiro acostume o gato ao contato com o arreio colocando-o nele por períodos curtos dentro de casa, mas não prenda a guia nem tente guiá-lo para qualquer lugar nesse estágio. Não apresse o gato, pois paciência é fundamental em qualquer treinamento.

Depois que o gato se familiarizar com o arreio e não mais tentar se livrar dele com as patas, você pode prender a guia. Use uma guia leve e fina, especial para gatos e cães de pequeno porte. Guias de couro duro ou apertadas só são recomendadas para quem precisa controlar cães grandes e agitados. Agora deixe o gato andar pela casa arrastando a guia. Fique atento para ele não se enroscar nos móveis ou se sentir coibido. Aumente gradualmente o tempo de uso da guia.

Quando o gato deixar de se importar em rebocar a guia quase o dia inteiro, comece a segurá-la durante caminhadas curtas ao redor de casa e depois no jardim. Evite dar puxões abruptos e jamais arraste o gato. Com o passar do tempo, ele entenderá a ideia e passará a gostar dessas caminhadas em sua companhia. Não insista se o gato ficar aflito com o treinamento da guia ou tiver medo de ficar fora de casa sem saber o que pode vir a acontecer.



Os cuidados com o gato nas caminhadas longe de casa:
Caminhadas longas, na mesma rua ou no campo, são muito diferentes. A aparição repentina de um cachorro barulhento ou de um gato estranho pode ocasionar machucados. Se necessário, pegue rapidamente o gato nos braços. Passeios no parque geralmente são viáveis, pois você pode levar a caixa de transporte para escondê-lo em caso de emergência.

Se o gato tiver a sorte de acompanhá-lo em uma viagem curta, a coleira pode ajudá-lo a explorar o novo ambiente, ao mesmo tempo que lhe possibilita manter o controle e prevenir sumiços indesejados em território desconhecido, especialmente ao ar livre. Atualmente, o mercado pet oferece inúmeras opções de modelos de coleiras, cores diferentes e acessórios. Mas uma simples coleira em que você possa identificar seu gato, com um número de telefone por exemplo, pode ser útil caso seu gato fuja de casa e alguém o ache perdido.



Fonte: ospaparazzi.com.br