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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Abandono de Animais cresce no final de ano. Saiba como denunciar







A proximidade das férias escolares e a possibilidade de festejar o Natal e o Ano Novo viajando, fazem crescer significativamente o índice de abandono de animais domésticos no país. Segundo a ONG Arca Brasil, cresce cerca de 70% o abandono de animais à medida em que chega o final do ano – em comparação com os meses anteriores.

O número alarmante faz parte da realidade de quem cuida durante todo o ano de cães deixados por seus donos pelas ruas. Os animais, em geral doentes e desnutridos, são acolhidos nas casas das chamadas “protetoras”, que muitas vezes passam por dificuldades, mas dividem o que têm para tornar a vida desses bichinhos um pouco melhor.

A partir de 2011, a ONG Arca Brasil decidiu quantificar a percepção que já era evidente em anos anteriores: o aumento de abandono de cães com a proximidade das festas de fim de ano. De acordo com levantamento feito pela entidade, com base em solicitações recebidas por e-mail e por telefone, o abandono de animais domésticos cresceu cerca de 70% nos últimos dias com relação aos demais meses do ano.

Segundo, Marco Ciampi, fundador e presidente da ARCA Brasil, “é um número impressionante. E certamente isso se deve à proximidade das férias e das festas de fim de ano. É importante frisar que o gesto de adotar e conviver com o animal tem que ser um compromisso como o que se assume com um membro da família. Hoje em dia existem muitos hotéis, pet shops e até famílias que recebem animais para cuidar durante viagens de famílias, então não é necessário abandonar. Além disso, o abandono é crime”.

A ONG recebe denúncias de todo o Brasil, mas não atua no recolhimento de animais abandonados. O trabalho da Arca Brasil é voltado à orientação e intermediação em caso de relatos de abandono e maus-tratos. 


Saiba como Denunciar Abandono e Maus tratos a Animais:


Primeiramente, identifique as atitudes consideradas maus tratos aos animais:




  • Abandono.
  • Agressões físicas, como: espancamento, mutilação, envenenamento.
  • Manter o animal preso a correntes ou cordas por muito tempo.
  • Manter o animal em locais não arejados (sem ventilação ou entrada de luz).
  • Manter o animal trancado em locais pequenos e sem o menor cuidado com a higiene.
  • Manter o animal desprotegido contra o sol, chuva ou frio.
  • Não alimentar o animal de forma adequada e diariamente.
  • Não levar o animal doente ou ferido a um veterinário.
  • Submeter o animal a tarefas exaustivas ou além de suas forças.
  • Utilizar animais em espetáculos que possam submetê-los a pânico ou estresse.
  • Capturar animais silvestres.


Algumas ações que devem ser tomadas a seguir:

Antes de qualquer coisa, conheça as leis que amparam os animais em casos de crueldade e abandono. Depois, certifique-se de que o problema se trata de um caso de maus-tratos.

  • Lei Federal Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, a “Lei dos Crimes Ambientais”.
  • Decreto Lei Nº 24.645, de 10 de julho de 1934, define maus-tratos aos animais.

  • ▶Busque evidências e testemunhos que comprovem suas suspeitas. Se possível, tente conversar com o acusado de agressão, deixando claro que os animais são protegidos por leis.
    ▶Fotografe ou filme os animais que sofrem maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater e comprovar.
    ▶Consiga o maior número de informações possível para identificar o agressor. É importante saber o nome completo, a profissão, o endereço residencial ou do trabalho.
    ▶Em caso de abandono ou atropelamento, anote a placa do carro para levantar a identificação no Detran.
    ▶Não tenha medo de denunciar. Você será considerado somente uma testemunha do caso.



Como fazer a denúncia:

Segundo a Constituição de 1998, os animais estão sob tutela do Estado e cabe a ele a função de protegê-los. Atos de abuso e de crueldade são crimes ambientais e devem ser denunciados à polícia, que formalizará a ocorrência e instaurará um inquérito. A autoridade policial tem a obrigação de fazer uma investigação dos fatos que, em tese, são crime ambiental.

Os números de telefone que recebem denúncias são diferentes em cada estado e estão listados abaixo. Lembrando que, em caso de flagrante, acione diretamente o 190.



Sul

RS – 181

SC – 181

PR – 181



Sudeste

SP – 181

MG – 181

RJ – (21) 2253-1177 / 0300-253-1177 (Petrópolis)

ES: 190



Nordeste

BA – 3235-000 (capital) / 181 (interior)

SE – 181

AL – 0800-2849390 Polícia Civil / (82) 3201-2000 P.M.

PE – (81) 3421-9595 (capital) / (81) 3719-4545 (interior)

PB – 197

RN – 0800-84-2999

CE – (85) 3488-7877

PI – 0800-280-5013

MA – 3233-5800 (capital) / 0300-313-5800 (interior)

TO – 0800-63-1190



Norte

PA – (94) 3346-2250 / 181

AM – 0800-092-0500

RR – 0800-95-1000

AP – 0800-96-8080

AC – 181

RO – 0800-647-1016



Centro-Oeste

MT – 197

MS – 147

GO – 197

DF – 197

Fonte: por Tink For · December 14, 2016 ·




segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Cães abandonados; fim de ano começa esse absurdo








Nos dias de hoje, não é difícil presenciarmos um animal sendo dado de presente de aniversário, de Dia das Crianças e em outras datas comemorativas. E agora, em período natalino, aumenta-se cada vez mais a aquisição ou adoção de animais para se presentear.

Dar um animal de presente para alguém pode significar um grande problema, tanto para o dono quanto para o pet. Caso gere incômodo para a pessoa que recebeu o presente - pois ele não tem apreço por animais e não está querendo se responsabilizar pelos cuidados que um bicho de estimação exige -, o ato resulta em abandonos nas ruas das cidades, elevando as estatísticas de animais sacrificados no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Comprados (EVITE AO MÁXIMO COMPRAR) ou adotados no calor da emoção na época do Natal, cães e gatos muitas vezes são vistos como “brinquedos” pelas crianças que, após a fase da novidade, podem deixar a responsabilidade nas mãos dos pais, e a partir desse ponto é que o problema passa a existir.

Presentear com animais é um ato que exige cuidadosa reflexão, sejam quais forem as circunstâncias, sempre frisando que um cão vive em média de 10 a 12 anos. Quem atua nas áreas de proteção animal e saúde sabe que o resultado dessa ação muitas vezes equivale a uma triste sentença para o animal.

Depois das épocas de festas, centenas de animais são encontrados em situação de abandono em parques, portas das casas, feirinhas de adoção, pet shops, faculdades de medicina veterinária e em clínicas. E, infelizmente, este número vem crescendo cada vez mais.

Posse responsável
Uma boa convivência começa antes que o cão ou gato entre em nossas casas. Cada um dos membros da família deve estar de acordo, pois a colaboração por parte de todos será essencial.

Além de tempo, quem tem um pet em casa precisa de dinheiro suficiente para todos esses cuidados. Há evidências que a crise na economia contribuiu para o aumento no abandono de animais de raça nas grandes cidades.

Raças “da moda” ou com apelo na mídia podem não ser adequadas ao espaço da casa ou estilo de vida dos novos donos. Isso sempre deve ser pesquisado antes da aquisição do animais.

Um grande exemplo que pode ser citado é o aumento de dálmatas nos EUA, adquiridos por impulso na época do filme 101 Dálmatas, promovendo a abertura de entidades que se ocupam exclusivamente com o problema do abandono de animais dessa raça. Eles pagam o preço do sucesso de seus colegas no cinema, infelizmente.

Existem centenas de animais à espera de adoção, sob a guarda de entidades de proteção e centros de controle de zoonoses, precisando apenas de uma chance para viver. Alguns pet shops oferecem cães e gatos para adoção.

Nesses casos, é fundamental que o animal tenha passado por triagem veterinária, que esteja vacinado e, de preferência, castrado. Portanto, não caia na tentação de comprar um animal como presente de Natal por um simples impulso, sem saber se o presenteado realmente terá condições de arcar com os 10 anos de vida de um animalzinho, pois é um ser vivo e que, como nós humanos, demanda respeito e carinho.


Fonte: PetMag


segunda-feira, 22 de outubro de 2012






Importante: Isso não é um problema só da cidade do Crato; acontece em todo o Brasil.


Os animais errantes ficam sujeitos a maus-tratos e podem ser tornar vetores de zoonose. 

Problema é causado pela posse irresponsável dos donos

Atualmente, sem os serviços de captura dos animais abandonados nas ruas e avenidas do Crato, a população do município enfrenta adversidades geradas pela posse irresponsável de cães e gatos. Os bichos ficam expostos a maus-tratos e podem ser tornar fontes de zoonose no ambiente.

O número estimado da população animal é 19.420, sendo 15.020 cães e 4.400 gatos. Apesar da Secretaria de Saúde do Estado recomendar que haja um senso oficial em todos as cidades, no município ainda não existe nenhuma campanha ou projeto de controle da natalidade, por meio do setor público.

Segundo a Associação de Proteção à Vida (Aprov), a reprodução descontrolada é um problema grave que deve ser inspecionado. Para a entidade, que existe desde 2009 e executa ações sobre a posse responsável e controle da população animal, o aumento das zoonoses e os maus-tratos ao bichos precisam ser combatidos de forma eficaz.

Os riscos para a população vão desde a transmissão de enfermidades simples, como as que acometem a pele e verminoses, à doenças severas tipo leishmaniose, hepatite e raiva. Além do risco de ataques com mordidas e acidentes de trânsito.

O Crato tem um Centro de Controle de Zoonoses do Cariri (CCZ). Entretanto, o órgão não disponibiliza a estrutura necessária para atender às demandas externas e ambulatoriais. Conta apenas com um departamento clínico, administrativo, canil e gatil, seis baias para animais de economia dos portes pequeno, médio e grande. Além de um laboratório para o diagnóstico de raiva animal.

Mas, neste sentido, o órgão efetua somente a coleta do sangue para a realização da sorologia e encaminha o material para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Nos casos de haver soropositividade, o animal é recolhido e eutanasiado no Centro de Zoonoses. Hoje, no órgão, estão cerca de 30 animais aguardando as análises veterinárias. Entre as atividades de combate às zoonoses, o CCZ disponibiliza apenas a imunização antirrábica. A campanha deste ano, será realizada no próximo dia 10 de novembro. Na ação, toda a população de cães e gatos do município deverá ser vacinada.

Vacinas

No ano passado, foram aplicadas 16.976 doses da vacina. De acordo com o médico veterinário Ricardo Pierre Martins, a contagem animal é baseada nos dados da população humana. Para ele, é urgente a implantação de programas que possam controlar as taxas de natalidade. "É preciso que o setor público implante o controle dessa população como meta para que não haja a proliferação indiscriminada dos animais, e que os órgãos responsáveis possam inspecionar as doenças transmitidas por eles. Sem isso, o município fica desprotegido na área da saúde", afirma ele.

Já a presidente da Aprov, Antônia Ferreira Lima, faz um apelo ao proprietários de animais domésticos, no sentido do tratamento adequado dos animais e controle da natalidade. "Se a gente conseguisse que o setor público fizesse a castração dos machos, já melhoraria em 50% o problema dos animais errantes na cidade, consecutivamente diminuiríamos as zoonoses e os maus-tratos aos bichos", revela. 




Fonte:diariodonordeste.globo.com

quarta-feira, 3 de outubro de 2012









No dia 04 de outubro, a Secretaria de Meio Ambiente lança campanha inédita para impedir a prática de abandonos de animais em parques estaduais 



Em busca de coibir o abandono de animais, problema que afeta a maiorias dos parques estaduais, a Secretaria do Meio Ambiente (SMA) e seus parceiros promovem nesta quinta-feira, dia 4 de outubro, o lançamento de uma série de placas de conscientização sobre o abandono. As placas serão inauguradas pelo secretário Bruno Covas, em evento no Parque Estadual Alberto Löfgren (Horto Florestal), às 16h30.

O material compreende 20 placas de caráter educacional que destacam o aspecto legal do abandono, considerado crime por ser uma cruel forma de maus-tratos a animais. Elas serão dispostas nos principais acessos aos parques e em pontos críticos de abandono, segundo levantamento dos grupos voluntários. Das 20 placas, 12 serão instaladas no Parque Estadual Alberto Löfgren, principal palco de atuação dos grupos protetores dos animais, quatro no Parque Villa-Lobos e as outras quatro aguardam definição. Outras áreas naturais, da capital e do interior, serão contempladas nos meses seguintes e durante o próximo ano.

Além das placas, a SMA confeccionou 100 mil folhetos “Abandono de animais nos parques” para dar continuidade à distribuição nos parques estaduais e conscientizar de funcionários e visitantes. Todo esse material, desenvolvido pelo setor de comunicação da Secretaria de Meio Ambiente em parceria com as entidades protetoras em março de 2012, faz parte das ferramentas utilizadas pela SMA para colaborar com o combate ao abandono.

Problema tão antigo quanto os próprios parques, o abandono de animais em áreas verdes é fruto da certeza da impunidade combinado com a ilusão de que animais domésticos sobrevivem dignamente nas áreas naturais, quando a realidade é exatamente o oposto. Animais abandonados ficam condenados a uma vida indigna, expostos a maus-tratos e doenças, impactam negativamente as áreas de preservação ambiental, competem por espaço e alimento com a fauna silvestre e, ao lutar por sua sobrevivência, podem prejudicar o equilíbrio natural. Vítimas de indiferença, amedrontados, acuados, doentes ou feridos, podem se tornar agressivos. Além disso, reproduzem-se sem controle, fazendo com que o problema torne-se ainda maior se não for enfrentado.

Antes vistos como um mero problema de saúde pública, hoje os animais domésticos em estado de abandono mobilizam um número enorme de pessoas atuando em sua proteção. Cada dia mais são encarados como uma questão ambiental e vistos como merecedores da mesma dignidade e atenção que outras questões ambientais recebem. A ação da SMA, em parceria com as entidades protetoras, sinaliza nessa direção.

Proteger os animais – coisa de santo

O dia 4 de outubro homenageia São Francisco de Assis, protetor dos animais e padroeiro da ecologia. Assim como o santo, os grupos voluntários Os Cães do Parque, Natureza em Forma, Celebridade Vira Lata, Distrito Animal e a ONGCão sem Dono, parceiros da SMA, atuam fortemente em defesa dos animais, principalmente domésticos, maiores vítimas dos abandonos.

O lançamento das placas é um complemento da campanha iniciada pela SMA, em março de 2012, quando o secretário Bruno Covas recebeu os grupos voluntários, hoje parceiros da SMA, para ouvir suas sugestões. O encontro resultou numa mobilização contra o abandono de animais nos parques estaduais, áreas administradas pela SMA, que contou com um seminário entre entidades, Polícia Militar Ambiental e técnicos do Departamento de Fauna da SMA e a confecção do folheto institucional “Abandono de animais nos parques”.

A abordagem do tema é uma resposta a crescente demanda de ações em prol dos animais provenientes da sociedade civil. O grupo voluntário Os Cães do Parque, que há cerca de três anos atua de forma continuada em um dos parques estaduais de São Paulo, assiste uma pequena população de cães fixadas no parque e atuam em seu controle populacional através de castrações. Ainda, os voluntários de Os Cães do Parque são responsáveis por cerca de 150 resgates de animais abandonados, entre cães e gatos, encaminhados para adoções regulares.

Serviço

Evento: Lançamento da Campanha contra o abandono de animais em parques - Inauguração de placas
Data: 04 /10/ 2012
Horário: 16h30
Local: Parque Estadual Alberto Löfgren (Horto Florestal)
Endereço: Rua do Horto, 931 – Tremembé 

Assessoria de Imprensa da Secretaria do Meio Ambiente
(11) 3133-4008/3370/3376/3933

Os Cães do Parque

Assessoria: Cida Cândido
(11) 9.8997.4865

Fonte: Assessoria de Imprensa da SMA-SP









ABANDONO DE ANIMAIS EM PARQUES.


No dia 04 de outubro, a Secretaria de Meio Ambiente lança campanha inédita para impedir a prática de abandonos de animais em parques estaduais 

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Em busca de coibir o abandono de animais, problema que afeta a maiorias dos parques estaduais, a Secretaria do Meio Ambiente (SMA) e seus parceiros promovem nesta quinta-feira, dia 4 de outubro, o lançamento de uma série de placas de conscientização sobre o abandono. As placas serão inauguradas pelo secretário Bruno Covas, em evento no Parque Estadual Alberto Löfgren (Horto Florestal), às 16h30.

O material compreende 20 placas de caráter educacional que destacam o aspecto legal do abandono, considerado crime por ser uma cruel forma de maus-tratos a animais. Elas serão dispostas nos principais acessos aos parques e em pontos críticos de abandono, segundo levantamento dos grupos voluntários. Das 20 placas, 12 serão instaladas no Parque Estadual Alberto Löfgren, principal palco de atuação dos grupos protetores dos animais, quatro no Parque Villa-Lobos e as outras quatro aguardam definição. Outras áreas naturais, da capital e do interior, serão contempladas nos meses seguintes e durante o próximo ano.

Além das placas, a SMA confeccionou 100 mil folhetos “Abandono de animais nos parques” para dar continuidade à distribuição nos parques estaduais e conscientizar de funcionários e visitantes. Todo esse material, desenvolvido pelo setor de comunicação da Secretaria de Meio Ambiente em parceria com as entidades protetoras em março de 2012, faz parte das ferramentas utilizadas pela SMA para colaborar com o combate ao abandono.

Problema tão antigo quanto os próprios parques, o abandono de animais em áreas verdes é fruto da certeza da impunidade combinado com a ilusão de que animais domésticos sobrevivem dignamente nas áreas naturais, quando a realidade é exatamente o oposto. Animais abandonados ficam condenados a uma vida indigna, expostos a maus-tratos e doenças, impactam negativamente as áreas de preservação ambiental, competem por espaço e alimento com a fauna silvestre e, ao lutar por sua sobrevivência, podem prejudicar o equilíbrio natural. Vítimas de indiferença, amedrontados, acuados, doentes ou feridos, podem se tornar agressivos. Além disso, reproduzem-se sem controle, fazendo com que o problema torne-se ainda maior se não for enfrentado.

Antes vistos como um mero problema de saúde pública, hoje os animais domésticos em estado de abandono mobilizam um número enorme de pessoas atuando em sua proteção. Cada dia mais são encarados como uma questão ambiental e vistos como merecedores da mesma dignidade e atenção que outras questões ambientais recebem. A ação da SMA, em parceria com as entidades protetoras, sinaliza nessa direção.

Proteger os animais – coisa de santo

O dia 4 de outubro homenageia São Francisco de Assis, protetor dos animais e padroeiro da ecologia. Assim como o santo, os grupos voluntários Os Cães do Parque, Natureza em Forma, Celebridade Vira Lata, Distrito Animal e a ONGCão sem Dono, parceiros da SMA, atuam fortemente em defesa dos animais, principalmente domésticos, maiores vítimas dos abandonos.

O lançamento das placas é um complemento da campanha iniciada pela SMA, em março de 2012, quando o secretário Bruno Covas recebeu os grupos voluntários, hoje parceiros da SMA, para ouvir suas sugestões. O encontro resultou numa mobilização contra o abandono de animais nos parques estaduais, áreas administradas pela SMA, que contou com um seminário entre entidades, Polícia Militar Ambiental e técnicos do Departamento de Fauna da SMA e a confecção do folheto institucional “Abandono de animais nos parques”.

A abordagem do tema é uma resposta a crescente demanda de ações em prol dos animais provenientes da sociedade civil. O grupo voluntário Os Cães do Parque, que há cerca de três anos atua de forma continuada em um dos parques estaduais de São Paulo, assiste uma pequena população de cães fixadas no parque e atuam em seu controle populacional através de castrações. Ainda, os voluntários de Os Cães do Parque são responsáveis por cerca de 150 resgates de animais abandonados, entre cães e gatos, encaminhados para adoções regulares.

Serviço

Evento: Lançamento da Campanha contra o abandono de animais em parques - Inauguração de placas
Data: 04 /10/ 2012
Horário: 16h30
Local: Parque Estadual Alberto Löfgren (Horto Florestal)
Endereço: Rua do Horto, 931 – Tremembé 

Assessoria de Imprensa da Secretaria do Meio Ambiente
(11) 3133-4008/3370/3376/3933

Os Cães do Parque

Assessoria: Cida Cândido
(11) 9.8997.4865

Fonte: Assessoria de Imprensa da SMA

quinta-feira, 19 de abril de 2012



Foto: Zulma Marques


Homem é multado após abandonar gatos no pátio da Secretaria de Meio Ambiente de Passo Fundo.

Essa foi a segunda vez em três semanas que animais foram deixados no loca.

Um homem que deixou uma gata e os cinco filhotes dela no pátio da Secretaria do Meio Ambiente de Passo Fundo, no norte do Estado, será multado em R$ 3 mil reais e responderá a inquérito civil e criminal por abandono de animais. Na última terça-feira, uma funcionária estava voltando do almoço quando viu o motorista largar os animais no local. Ela conseguiu anotar a placa do carro, o que levou à identificação do homem.

De acordo com a coordenadora do Departamento de Bem-Estar Animal, Zulma Marques, esta é a segunda vez em três semanas que gatos são abandonados no pátio da secretaria.

— Na primeira vez, foram deixados seis gatinhos, com aproximadamente 10 dias de vida. Agora, a mãe e os seis filhotes. Infelizmente, algumas pessoas não tomam os cuidados para evitar crias indesejadas e depois acabam abandonando os animais —lamenta Zulma.

Para mudar esse quadro no município, que tem mais de 20 mil animais abandonados nas ruas, o departamento pretende criar políticas públicas de conscientização e de controle de gestação de felinos e caninos. Segundo Zulma, um veterinário especialista em pesquisas está desenvolvendo um estudo sobre castração química, que tem um custo menor do que a cirurgia tradicional e ainda evita a incisão e a internação dos animais.

— A castração química só pode ser feita em machos, mas permitirá que castremos um número bem expressivo de animais em um período curto de tempo. O veterinário aplica uma injeção no animal e ele está pronto, não precisa de pontos nem de internação — explica.

Dos filhotes abandonados, quatro ainda permanecem no local e estão disponíveis para adoção, assim como a gata adulta, que será castrada graças a uma vaquinha feita pelos funcionários da secretaria. Quem tiver interesse em adotar algum dos felinos, deve comparecer na Secretaria de Meio Ambiente de Passo Fundo.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012



Nos dias de hoje, não é difícil presenciarmos um animal sendo dado de presente de aniversário, de Dia das Crianças e em outras datas comemorativas. E agora, em período natalino, aumenta-se cada vez mais a aquisição ou adoção de animais para se presentear.

Dar um animal de presente para alguém pode significar um grande problema, tanto para o dono quanto para o pet. Caso gere incômodo para a pessoa que recebeu o presente - pois ele não tem apreço por animais e não está querendo se responsabilizar pelos cuidados que um bicho de estimação exige -, o ato resulta em abandonos nas ruas das cidades, elevando as estatísticas de animais sacrificados no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Comprados ou adotados no calor da emoção na época do Natal, cães e gatos muitas vezes são vistos como “brinquedos” pelas crianças que, após a fase da novidade, podem deixar a responsabilidade nas mãos dos pais, e a partir desse ponto é que o problema passa a existir.

Presentear com animais é um ato que exige cuidadosa reflexão, sejam quais forem as circunstâncias, sempre frisando que um cão vive em média de 10 a 12 anos. Quem atua nas áreas de proteção animal e saúde sabe que o resultado dessa ação muitas vezes equivale a uma triste sentença para o animal.

Depois das épocas de festas, centenas de animais são encontrados em situação de abandono em parques, portas das casas, feirinhas de adoção, pet shops, faculdades de medicina veterinária e em clínicas. E, infelizmente, este número vem crescendo cada vez mais.

Posse responsável

Uma boa convivência começa antes que o cão ou gato entre em nossas casas. Cada um dos membros da família deve estar de acordo, pois a colaboração por parte de todos será essencial.

Além de tempo, quem tem um pet em casa precisa de dinheiro suficiente para todos esses cuidados. Há evidências que a crise na economia contribuiu para o aumento no abandono de animais de raça nas grandes cidades.

Raças “da moda” ou com apelo na mídia podem não ser adequadas ao espaço da casa ou estilo de vida dos novos donos. Isso sempre deve ser pesquisado antes da aquisição do animais.

Um grande exemplo que pode ser citado é o aumento de dálmatas nos EUA, adquiridos por impulso na época do filme 101 Dálmatas, promovendo a abertura de entidades que se ocupam exclusivamente com o problema do abandono de animais dessa raça. Eles pagam o preço do sucesso de seus colegas no cinema, infelizmente.

Existem centenas de animais à espera de adoção, sob a guarda de entidades de proteção e centros de controle de zoonoses, precisando apenas de uma chance para viver. Alguns pet shops oferecem cães e gatos para adoção.

Nesses casos, é fundamental que o animal tenha passado por triagem veterinária, que esteja vacinado e, de preferência, castrado. Portanto, não caia na tentação de comprar um animal como presente de Natal por um simples impulso, sem saber se o presenteado realmente terá condições de arcar com os 10 anos de vida de um animalzinho, pois é um ser vivo e que, como nós humanos, demanda respeito e carinho.

Fonte: PetMag