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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Ben Affleck adota Vira Latas



por Andrezza Oestreicher.

Ator foi flagrado com o novo filhote por Los Angeles.
(Foto: Reprodução / Juliano / X17online.com)


O ator resolveu adotar o cãozinho depois de encontrar o animal vagando sozinho na rua.

O ator Ben Affleck, que ficou conhecido internacionalmente por seus personagens nos filmes Armageddon (1998), Pearl Harbor (2001) e Demolidor (2003), acabou de ganhar mais um filho.


Não, sua namorada Lindsay Shookus não está grávida. O novo membro da família do ator é um filhotinho de cachorro. Ben Affleck adotou um cãozinho sem raça definida, uma mistura de Husky Siberiano, há pouco mais de um mês.

Ben Affleck no Tonight Show Jimmi Fallom

De acordo com informações de sites internacionais, o ator, que agora está dando vida ao Super-Herói Batman, encontrou o cachorrinho abandonado na rua e rapidamente se encantou pelo animal.


Apaixonado por cães, Ben Affleck, que também é diretor, roteirista e produtor, imediatamente decidiu levar o pequeno filhote para a sua casa e adotar o cachorro.


O vencedor do Oscar de Melhor Filme, por Argo, em 2013, parece estar bastante apegado ao animal e já foi flagrado por paparazzi passeando com o cãozinho pelas ruas de Los Angeles, nos Estados Unidos.



Muito sortudo por ter sido encontrado por um apaixonado por animais que decidiu lhe adotar, o cachorrinho também parece já estar bastante conectado ao seu novo tutor.


Ben Affleck ainda não falou sobre o novo pet em nenhum meio de comunicação e nem anunciou o nome do animal.


Junto com sua ex-mulher, a também atriz Jennifer Garner, e seus três filhos, Violet, Seraphina e Samuel, Ben tem outros cachorros.


Fonte: InStyle / People
portaldodog.com.br


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Cão abandonado se transforma em Agente Moro



por Extra.globo.com





A equipe de segurança do Fórum Paranoá, no Distrito Federal, tem um apoio de faro bem apurado para o perigo: o agente Moro, de 2 anos. Não, não é juiz responsável pela Operação Lava Jato, mas um vira-lata que cativou os funcionários do Fórum e encontrou ali um lugar para chamar de casa.


Agente Moro e a principal cuidadora, Ana Valéria Barros Foto: Arquivo Pessoal




Há um ano, enquanto o juiz Sérgio Fernando Moro aceitava a denúncia de corrupção contra o ex-presidente Lula no caso do triplex, no Guarujá, no Fórum de Curitiba, o agente Moro chegava ao Fórum do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Dócil, ele ficou um dia inteiro em frente ao local esperando por atenção e comida. Foi quando a servidora Ana Valéria Barros e o chefe de segurança local Gabriel Dantas, do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), resolveram alimentar o cachorrinho.

– Ele veio e ficou um dia inteiro na frente do Fórum. Estava faminto. Então, eu e o Gabriel colocamos água e ração pra ele e ele ficou aqui, não quis ir embora. No dia seguinte ele ainda estava aqui. Então, resolvemos falar com o juiz diretor do Fórum, o Júlio Cesar Lerias Ribeiro, e ele autorizou que o Moro ficasse sob nossos cuidados. Ele chegou com a doença do carrapato. Levamos ao veterinário e tratamos. Depois, demos todas as vacinas e castramos – disse Ana Valéria.




O nome de Moro gerou polêmica entre algumas pessoas. Mas, segundo Ana Valéria, o cãozinho foi quem escolheu o próprio nome.

– Teve gente que reclamou. Mas ele não atende por outro nome. Um dos vigias começou a chamar ele assim e ficou. Eu tentei chamar ele de Fred várias vezes, mas ele não atendia. Ele só olhava pra mim quando eu chamava por Moro – disse.

Ao todo, 19 funcionários do tribunal dividem os custos com Moro. Mas é Ana Valéria a principal cuidadora do animal de estimação do Fórum

As primeiras acomodações do Agente Moro Foto Arquivo
Pessoal



– Fizemos um grupo no WhatsApp chamado "Apoio ao agente Moro" com os funcionários aqui do Fórum e dividimos tudo que ele precisa. Coloco ração e água todos os dias. Os vigilantes também fazem isso. Dou banho uma vez por semana e todos os dias passeio com ele no meu lanche. Prefiro perder o lanche a deixar de passear com ele – diz aos risos.
Durante o dia, Moro fica em um jardim cercado, onde há comida, água e uma casinha feita pela equipe para ele dormir. Durante a noite, ele atua nas rondas da vigilância do prédio.
– Colocamos ele num jardim que é cercado e lá eu coloquei uma casinha de madeira pra ele dormir. À noite ele fica solto no lote com os vigias. Ele é um ótimo vigilante! O Gabriel diz que é o melhor funcionário que ele tem. Não falta, está sempre bem humorado, fica a noite toda acordado pra vigiar o Fórum e não apresenta atestado – brincou

"Nova Casa" do Agente Moro. Foto Arquivo Pessoal


A atuação de Moro na segurança já foi testada e aprovada. Todos as noites, um carro parava em frente ao Fórum e o cachorro não parava de latir para o veículo. A equipe, então, resolveu checar a placa e percebeu que se tratava de um carro roubado. Quando o criminoso retornou, acabou preso.



– Ele vigia o Fórum a noite toda. É um ótimo vigilante esse nosso agente. Ele é muito, muito dócil e danado pra vigiar o Fórum. Ele sabe que essa é a missão dele aqui. Durante a noite ele percorre todo o lote e late pra avisar quando percebe algo estranho – disse.

O cachorrinho já é tão integrado com a equipe do Fórum que tem até crachá com seu nome e foto.

– A ideia foi do Gabriel. Tem agente Moro K-09 escrito. Mas ele sempre come o crachá! – disse Ana, enquanto passeava com o animal.




Tanto amor e entrosamento entre Ana e Moro dificulta até a saída para as férias dela para as férias.– Eu amo o Moro. Até para tirar férias eu acho ruim. Sinto falta dele e ele de mim - disse a servidora, que não levou o animal para seu apartamento por causa de seus outros três cachorros.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Vira-lata invade cerimônia de casamento





por Marta Szpacenkopf.




Cachorro que dormiu no véu será adotado pela noiva Foto: Acervo pessoal / Felipe Paludetto




Vira-lata invade cerimônia de casamento, deita no véu da noiva e será adotado por ela.


O casamento de Marília Pieroni e de Matheus Martins, ambos de 28 anos, foi minuciosamente planejado por dois anos. A ideia era fazer uma cerimônia ao ar livre em um clube, em Laranjal Paulista, no interior de São Paulo. Porém, no dia da festa, no último dia 30, a chuva não deu trégua e o casal se viu obrigado a abandonar a ideia de cerimônia a céu aberto.

A chuva também trouxe um elemento surpresa para a cerimônia: um cachorro vira-lata que ficava na região e foi se abrigar entre os convidados. No meio da prece das alianças, ele acabou se deitando no véu da noiva. Marília contou que o cachorro deu trabalho para os organizadores antes mesmo da cerimônia começar e acabou atrasando a entrada da noiva.

— Ele ficou entrando na tenda improvisada e como estava molhado e sujo ninguém queria ele lá. Na hora que iam pegá-lo para tirar da festa ele deitava de barriga para cima e pedia carinho. Eu não vi nada disso, me contaram depois. Estava pronta dentro do carro e queria que começasse logo a cerimônia, mas não me deixavam sair. Fiquei irritada porque não gosto de atrasos — lembrou.

Quando começou a marcha nupcial, Marília se preparou para sair do carro, mas foi impedida mais uma vez por uma das cerimonialistas: o vira-lata tinha entrado no lugar da noiva.
Reação de Marília ao ver o cachorro deitado no véu Foto: Acervo pessoal / Felipe Paludetto


— Pensei: "Meu Deus, não querem que eu entre! Acho que o noivo sumiu" — lembrou, divertida.

Preocupada com o toldo improvisado e com a chuva, a noiva não fazia ideia de toda a confusão que o cachorro já tinha provocado na cerimônia. Foi na hora da benção das alianças que ela percebeu a presença do convidado.



— Eu olhei para o reverendo e do nada ele ficou paralisado. Ai eu olhei para trás e vi o cachorro deitado ali bem em cima do meu véu. Foi tão espontâneo, nem lembro direito o que eu falei, mas achei super bonitinho. Acho que ele percebeu que eu gosto de animais — lembrou.


Uma das convidadas faz carinho no vira-lata
Foto: Acervo Pessoal

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

10 motivos para adotar um SRD.






por APIPA - Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais.







No Brasil existem milhões de cachorros abandonados e outros milhares acolhidos em abrigos, à espera de adoção. Tudo que eles querem é uma caminha quente, comidinha no pote e o seu amor.

A grande maioria, quase que a totalidade dos cães de abrigos são animais Sem Raça Definida (SRD), ou seja, o famoso vira-lata. Entre estes milhares de vira-latas acolhidos nos abrigos, esperando por adoção, encontram-se alguns cachorros de raça que, via de regra, também são abandonados. Os 'motivos' ou as 'desculpas' para os abandonos, são os mais variados, mas sempre resultam da falta de consciência e das ações inconsequentes de tutores irresponsáveis. Às vezes, estes 'tutores' não ficam satisfeitos com o temperamento do cão, ou mesmo os famosos "preciso me mudar pra apartamento", como se o cachorro não fizesse parte da família. É triste, mas é a realidade em que vivemos.

Confira os bons motivos para se adotar um vira-lata

-Uma caixinha de surpresas

Quando você tem um cachorro de raça pura, já consegue saber muita coisa sobre o seu temperamento e características. Mas quando você adota um vira-lata, é como se você tivesse um filho. Você ainda não sabe nada sobre ele, vai conhecendo ele aos poucos e isso torna a ligação de vocês ainda mais especial.

-Você está salvando uma vida

Os cães que vivem em abrigos, quase sempre ficam confinados em canis de 4m2. Em alguns abrigos, eles não brincam, não recebem carinho e nem companhia constante de humanos. Não tem uma família pra chamar de sua. Esses cães muitas vezes são eutanasiados quando estão mais velhos, pra liberar espaço pra outros cães mais jovens no abrigo. Tenha certeza que se você resgatar ou adotar um animal, ele nunca irá esquecer.

-Custo inicial baixo

Você não vai ter o custo de comprar (nunca compre) um cão de raça pura, que é bem alto. Além disso, os vira-latas pra adoção já estão, quase sempre, castrados e você economiza de R$400 a R$1200, se fosse castrar um cão de raça.

-São mais resistentes

Algumas raças puras tem predisposição a desenvolver certas doenças, dependendo da raça. O cachorro vira-lata vem por anos e anos sendo selecionado naturalmente, pois eles precisam ser fortes e resistentes pra sobreviver nas ruas, sem a ajuda do homem. Os mais fracos não resistem e morrem, ficando assim os mais fortes.

-Você pode pular a fase de filhote

Ter um filhote em casa pode ser, em alguns casos, uma grande dor de cabeça. Muitas pessoas não têm tempo de treinar e educar um filhotinho, que demanda muita atenção, pelo menos nos 6 primeiros meses. Quando você adota um vira-lata, você pode escolher a idade do cachorro. E são os adultos que mais precisam, pois infelizmente eles são mais difíceis de serem adotados. Veja aqui as vantagens de se ADOTAR um cão adulto.

-Pode ser que ele já esteja treinado

Muitos cachorros que estão pra adoção foram abandonados pelos seus antigos tutores. Por isso, é muito comum que o cão já seja treinado, já saiba onde fazer xixi e algumas regras básicas, como não mastigar sapatos.

-Ele podem realizar tarefas

Muitos vira-latas vêm sendo usados hoje como cão-guia ou cão de terapia. Isso vai depender do temperamento do indivíduo, e não da sua raça.

-Você vai fazer uma boa ação, melhorar a vida de um animal

Imagina pegar um cachorro em um abrigo e dar pra ele ração de qualidade, uma cama quentinha, água fresca toda hora e passeios diários? É uma satisfação enorme!

-São flexíveis

Os vira-latas adaptam-se a qualquer situação. Frio, calor, mudanças no ambiente, casa nova, etc. Eles, infelizmente, foram acostumados e aprenderam a se adaptar, para sobreviver nas ruas, enquanto animais abandonados.

-São exclusivos

Não vai ter nenhum cachorro igual ao seu no mundo.


Fonte: www.apipa10.org

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Vira-latas são mais inteligentes que cães com pedigree.





Vira-latas são mais inteligentes que cães com pedigree.



Um estudo realizado na Universidade de Aberdeen e de Napier, na Escócia, sugere que cachorros vira-latas são mais inteligentes do que os cães de raça com pedigree. A pesquisa aplicou sete testes, inclusive de QI, em 80 cachorros. Os animais foram avaliados pelo desempenho nos testes e recebiam nota de até 30 pontos.

A média entre os os vira-latas foi de 20 pontos, contra 18 dos cães de raça pura.

De acordo com os cientistas, os vira-latas apresentam melhor noção de espaço e resolvem problemas com mais facilidade do que os cachorros com pedigree.

O estudo indica ainda que dos dez cachorros que apresentaram melhor desempenho nos testes, sete eram vira-latas.

"Ser um cachorro de raça pura não melhora a inteligência", diz David Smith, que liderou o estudo. "O risco de ter problemas médicos também diminui para os vira-latas", afirma.

Testes Em um dos testes, os cientistas escondiam um osso embaixo de uma lata para observar se os cães conseguiam identificar que o objeto ainda existia.

Em outro teste, os cachorros tiveram que encontrar a saída de um labirinto.

O cachorro mais inteligente foi uma mistura das raças Collie e Spaniel, que atingiu nota máxima em todos os testes.

O segundo lugar foi ocupado por quatro cães com raças misturadas: uma mistura de Labrador com Spaniel, outra de terrierr Jack Russell com Cocker Spaniel, um Pastor Alemão com Labrador e uma Lhasa Apso com Poodle.

Smith aponta ainda que, na média, os filhotes que tinham a raça Collie na mistura eram mais inteligentes que outros cachorros vira-latas.

Segundo Smith, os resultados demonstram que a polícia deveria treinar cães vira-latas e não confiar apenas nos pastores alemães de raça pura.

Fonte: BBCBrasil

sexta-feira, 23 de setembro de 2016












por Daisy Vivian (revistadonna.clicrbs.com.br/)



E os de raça não definida são mais resistentes? Entendendo mais sobre a saúde do seu pet.

A dúvida é comum e pode ser respondida com outra pergunta: são os de raça não definida mais resistentes?

Sim, eles são. Embora se percam características morfológicas da raça e algumas de suas aptidões, a miscigenação traz lá seus benefícios. Obesidade, doenças cardiovasculares, doenças autoimunes, osteocondrite e até atrofia progressiva de retina são tendências que, se frequentes em uma família, perdem sua força nas próximas gerações quando genética é introduzida no grupo.

Mas por que animais de raça pura têm fama de ser menos resistentes? Isso está no histórico de cada raça. Imagine dez mil cães descendendo de apenas 50 animais? O lado bom é que a consanguinidade imprimiu nas raças o carácter selecionado pelo ser humano para atender a uma finalidade especifica. Da mesma forma, temperamento e características físicas que hoje acreditamos ser obra do acaso na verdade vieram de repetidos cruzamentos entre animais selecionados para esse fim. Cães de pastoreio deviam ser grandes e dóceis; cães de guarda, destemidos e corajosos. Cães de regiões frias deveriam ter grande cobertura pilosa e uma boa camada de gordura para protegê-los do frio. Dependendo da utilidade de canina para cada região selecionou-se os animais mais bem adaptados às exigências naturais.

Boa parte das raças conhecidas na atualidade teve sua origem na Idade Média. Se considerarmos as dificuldades de locomoção e o frio da região europeia, fica fácil entender porque houve tantos endocruzamentos. São Bernardo nada mais é do que um cão desenvolvido no Mosteiro de mesmo nome, assim como seu primo distante, Saint Hubert. O Rotweiller nasceu da região de Rotweill, na Alemanha, mesmo país de onde tiveram origem nossos estimados Pastor Alemão e Weimaraner. Assim, pelo próprio nome, se remete à origem de várias raças, como Pastor de Shetland, pequinês, dinamarquês e buldog francês. Algumas raças ganharam o nome de seus criadores, como o Dobermann, outras representam um orgulho para a nação, como a raça Kuvasz é para os húngaros. Durante a Segunda Guerra Mundial, devido a sua robustez e marcado instinto de proteção à família, os Kuvasz foram abatidos pelos soldados restando apenas 9 exemplares ao final da guerra.

Cruzando os descendentes uns com os outros imprimiu-se no fenótipo dos animais características que conferem valor à raça. Mas isso teve seu preço. Genes que tenderiam a desaparecer em exocruzamentos atravessaram gerações, isso para o bom e para o ruim. Daí a tendência para algumas patologias em função da anatomia de seus exemplares. Pastor Alemão e outras raças de médio e grande porte ficaram conhecidas por apresentarem com mais frequência displasias coxo-femurais, o que compromete sua saúde e finalidade da raça como guardiã, além de precisar o animal de medicação para controlar a dor. Cães com nariz enfiado no meio dos olhos têm tendência a doenças respiratórias. Cães grandes, como o Dog Alemão, deve o proprietário estar atento à torção de estômago. Ácido úrico? Dálmata. Coluna? Dachshund. Otite? Cocker Spaniel e Basset Hound. Luxação de patela? Poodle. E por aí vai.




Tá, e daí? Vamos deixar de abraçar um Collie porque a raça tem predisposição à dermatite?

Aos cinófilos de plantão, um esclarecimento: tendência não significa obrigatoriedade, e muitos criadores já estão há muito tempo selecionando seus animais com vistas à redução e até à extinção do risco de desenvolver determinadas doenças. 

Pensando no resistente vira-lata? Sim, de fato. A miscigenação fez dos cães mestiços animais mais fortes, Quem não resistiu morreu ainda filhote e não transmitiu seus genes adiante, seleção natural que foi dando seu alô. Mas atenção! Mais resistente não quer dizer imune, e não é raro cachorro sem raça definida apresentar qualquer uma das patologias comuns em animais de raça. Basta ser o cão pequeno e ter frouxidão nos ligamentos do joelho para nosso vira-latas estar no veterinário com luxação de patela. Alergia alimentar não é raro em cãezinhos que pegamos da rua, o mesmo vale para alergia a pulgas e displasia. É bom ter em mente que animais, de raça ou não, são criaturas vivas e isso por si só já é passaporte para em algum momento aparecerem doenças que vão comprometer a saúde e o bem-estar de seu mascote nem que seja na sua velhice.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011







Neste sábado (10 de dezembro), no Dia Internacional dos Direitos dos Animais, o projeto "Adote um vira-lata" estará realizando o I Evento de Adoção de Cães e Gatos do Parque de Exposições do Cordeiro. Estarão disponíveis para adoção animais saudáveis, esterilizados ou com a cirurgia agendada sem custos. Teremos a participação de grupos e ONGs de proteção aos animais. Será realizada ainda a venda de produtos em prol dos animais abandonados e sorteio de brindes!
Os interessados em adotar, devem levar identidade, CPF e comprovante de residência.

Quando: Sábado, 10 de dezembro;
Onde: Parque de Exposições do Cordeiro, Av. Caxangá, 2200 - Cordeiro - Recife PE
Horário: Das 08h às 17h

Compareça e adote um amigo!

Fonte: Projeto Adote Um Vira-Lata