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segunda-feira, 9 de abril de 2012






A vacinação antirrábica em cães e gatos começa nesta segunda-feira na zona Rural de Bauru (SP). Três equipes percorrerão os locais das 8h às 14h, todos os dias até dia 30 de abril.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, Bauru tem cerca de 42 mil cães e 6,5 mil gatos. A meta de cobertura é de cerca de 80% do total. Devem ser vacinados cães e gatos com mais de 3 meses de idade e fêmeas grávidas ou em período de amamentação.
A vacinação na área urbana será dividida em 3 etapas. A primeira está prevista para o dia 6 de maio e, as demais, em 20 e 27 de maio, sempre aos domingos.
Os responsáveis pelos animais, no momento da vacinação, precisam seguir algumas orientações:
- Todo animal deverá ser acompanhado por um adulto;
- Levar a Carteira de Vacinação anterior;
- Para a segurança, levar os gatos dentro de sacos de ráfia, sacolas ou carrinhos de feira;
- Será dada preferência na fila para fêmeas em cio, gatos ou animais que estejam causando incômodo ou tumulto;
- É proibida a entrega de vacinas para vacinação domiciliar a qualquer pessoa;
- Animais que nascerem após a Campanha e aqueles que não puderam ser vacinados por qualquer motivo deverão ser encaminhados ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) para receber a vacina.
Confira o roteiro a partir de segunda-feira (9):
- Rodovia Bauru/Iacanga
- Pesqueiro Pé no Chão
- Chácaras São Luiz
- Rio Verde – Barra Grande
- Rodovia Marechal Rondon (lado direito – Tibiriçá)
- Sítios reunidos Santa Maria
- Marechal Rondon (lado direito) até ponte do Rio Batalha
- Vicinal Tibiriçá (Rondon para distrito)
- Estrada Tibiriçá – Avaí (saindo da praça)
- Estrada suinolândia /Marechal Rondon (lado esquerdo) – Bauru
- Marechal Rondon (lado esquerdo) – até trevo Bauru/Marília
- Rodovia Bauru / Marília - lado esquerdo – Ponte do Cedro (Rio Batalha)
- Val de palmas
- IPA
- Matozinho
- Bauru/ Marília - lado direito até ponte do cedro
- Estrada Chácaras Vila Dutra
- Bauru – Piratininga (final da Castelo Branco até a ponte do Rio Batalha)
- Estrada velha de Piratininga (ETA)
- Estrada do Retiro S. José – Piratininga
- Chácaras Cardoso e Imperial (Cemitério do Ipê) até Rodovia Bauru /Ipauçu
- Águas Virtuosas
- Rodovia Bauru/Ipaussu até trevo da Eni
- Estrada de chão que passa defronte a Eni
- Rodovia Marechal Rondon (lado direito) até a divisa de município (após Alameda Qualyti)
- Rodovia Marechal Rondon (lado esquerdo) – Chácaras Bauruenses
- Entrada UNIP – entrada Souza Reis ( Campo Novo)
- Kirilandia ( Rodov. Bauru/Jaú )


Fonte G1

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Assim como você, seu pet é o que come.


Site ensina como alimentar seu animal de estimação com uma dieta caseira e natural com direito a iogurte

CAMILA TURTELLI
camila@bomdiabauru.com.br

Silvia Angélico com sua Teckel


A jornalista e veterinária Sylvia Angélico vai à feira pelo menos uma vez a cada 45 dias. Lá, um feirante que conhece bem sua cliente já deixa tudo selecionado e pronto para ela levar: ossos, peixes e vísceras. Ela chega em casa, separa tudo em potes de plásticos e os congela no freezer. Também faz uma compra quinzenal de ovos, iogurte e legumes – que ela cozinha no vapor com verduras, três vezes por semana. Não, Sylvia não é uma comilona. Todo esse banquete é preparado para os animais de estimação dela.

“Há cinco anos, meus cães e gatos jovens eram alimentados exclusivamente com ração tida como uma das top do mercado. Mas a saúde deles, no geral, deixava a desejar”, conta Sylvia. Sua cadela da raça teckel (“salsicha”) vivia com otite. Todos soltavam muito pelo o ano todo e começaram a apresentar coceiras e feridinhas na pele. “Achei que tudo isso pudesse ter a ver com alimentação. Já tinha ouvido falar nas dietas caseiras cozidas e cruas para cães e gatos, mas tinha receio de não ter tempo para prepará-las”, lembra.

Sylvia começou uma pesquisa sobre o assunto e descobriu que, em outros países, a chamada alimentação natural para pets já era bastante difundida e aceita. “Há dezenas de empresas que comercializam porções balanceadas prontas, tanto cruas quanto cozidas.”

A modalidade crua – que trata o cão como seu ancestral, o lobo, e o gato como um felino selvagem – foi a que mais atraiu a atenção da jornalista e veterinária. “Meus cães ficaram alucinados com o novo cardápio. E eu também: dentro de poucas semanas, comecei a notar os benefícios de alimentá-los com ingredientes frescos.”

Sylvia reuniu todos os seus conhecimentos sobre as dietas caseiras no site Cachorro Verde (www.cachorroverde.com.br). Lá, é possível encontrar uma série de informações sobre o assunto, além de cardápios específicos para diversas ocasiões (e como fazê-los), entre outras dicas. Mas fique de olho: por todo o site, é possível encontrar os avisos dizendo para os criadores consultarem o veterinário antes de mudar a alimentação do pet.

A veterinária e jornalista garante que, desde que seus animais deixaram de comer ração industrializada, eles ganharam pelos brilhantes, fezes reduzidas e sequinhas, dentes mais limpos, disposição, fim da coceira, lesões de pele e foi o fim dos episódios de otite da “salsichinha”.

Mas vem cá, cachorro que come comida de gente não acaba subindo na mesa para roubar o almoço dos donos? “A questão, aí, é educação. Cachorro que come ração também mendiga comida se for acostumado assim. O cão é muito esperto e sabe perfeitamente diferenciar nossa comida da comida dele. Mas se sempre damos pedacinhos de tudo o que comemos é como se disséssemos ‘Sirva-se, o que é meu é seu!’. É um convite pra subir na mesa”, avalia Sylvia.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012




A bull terrier virou símbolo da luta contra a crueldade praticada contra animais; relembre o caso:


Na chácara em que mora, em Bauru, a esteticista canina Leandra Marquezini, 36, cuida de 18 cachorros e 22 gatos. Ela e o marido, Carlos Rossi, optaram por uma vida simples, sem luxo nenhum e sem direito a viagens ou folga nos finais de semana. Tudo pelo amor aos animais, quase todos resgatados das ruas.

Ali, cada um tem uma história de superação. Mas a cachorra Vida era especial. A bull terrier virou símbolo da luta contra a crueldade praticada contra animais. Espancada até ficar à beira da morte, ela foi adotada por Leandra e Carlos em julho de 2010.

Eles cuidaram dela até ontem de manhã, quando Vida precisou passar por uma eutanásia após um mês de sofrimento. Com imunidade baixa e apenas 20% da visão depois do espancamento, a cachorra também era portadora de uma sarna crônica, agravada nas últimas semanas. A doença provocou forte anemia e prejudicou os rins. Vida, nos últimos dias, só sofria e gemia o tempo todo.

Mesmo assim, Leandra não estava preparada para a partida. Ontem, ao telefone, chorou várias vezes. Disse que será difícil se acostumar com a casa sem os latidos fortes e o vigor da cachorra, famosa pela trajetória.

“Ela vai fazer falta. Era muito alegre, apesar de tudo. Tinha alegria de viver”, disse a esteticista. “Estou arrasada”.
No último mês, a cachorra precisou de cuidados ainda mais intensos. Além das vitaminas diárias, tomava remédios e a alimentação era induzida.

No período em que viveu com o casal, ela tomava banhos semanais com shampoo terapêutico e precisava passear. Nas ruas, era reconhecida e saudada como sobrevivente guerreira.

“Recebi emails do Brasil inteiro. Ela virou símbolo mesmo”, conta Leandra sobre a época da adoção. “Onde eu passava falavam: olha a Vida!”

Segunda a veterinária que cuidava de Vida, ela tinha entre seis e sete anos. A idade correta não é possível saber porque a cachorra foi abandonada pelos antigos proprietários e, numa rua da Vila Santista, espancada com crueldade até ser resgatada.

Depois do caso, cresceu em Bauru a mobilização contra a violência que atinge os animais.

Donos de uma pet shop no Parque Vista Alegre, Leandra e Carlos são bastante assediados para adotar cães e gatos abandonados, mas, é claro, não conseguem atender todos os casos.
Ela faz um apelo: quem for adquirir um animal, precisa pensar bem se é isso que quer mesmo, para depois não deixar nas ruas.

“A Vida passou por tudo isso porque foi jogada”, ressalta.

A cachorra foi enterrada ontem, na chácara do casal.

Relembrando o caso:

A cadela tinha lesões em todo o corpo, mas o mais grave eram ferimentos nos dois lados da face. Faltavam até pedaços de carne. Havia edemas na cabeça e outras partes. “As lesões indicam espancamento com pedaços de pau ou pedras”, constata o veterinário Denilson José de Souza, que cuidou da filhote.
‘Foi exagero o que fizeram com a Vida’
Inconformado com o que viu na segunda-feira, Cristiano retornou à Vila Santista e conversou com os moradores. “Alguns viram-na atacar outro cão que estava com o tutor. Esse cara, querendo separar a briga, a espancou”, conta o vendedor.
O diagnóstico aponta ainda que a cadela teria sido abandonada, já que apresentava sarna, doença típica de cães de rua. “Foi um exagero, é um filhote. Podia ter separado sem ter quase matado ela”, desabafa Leandra.
Os três estão investigando o ocorrido e pretendem processar o autor. “É preciso entender que maus-tratos a animais é crime. A gente vai lutar para que os responsáveis paguem”, diz.
A cachorrinha, após quatro dias em coma induzido, teve alta ontem. O estado de saúde ainda inspira cuidados, mas ela já ganhou um nome que representa bem sua luta: Vida.
‘Diziam que socorrer era perder tempo’
Na visão do empresário Carlos, agredir um animal é demonstração de violência à vida no seu sentido mais amplo.“Quem espancou a Vida pode vir a ser o assassino de um ser humano no futuro.”
O vendedor Cristiano relata que outras pessoas já tinham visto o sofrimento da cadela antes dele socorrê-la. “Quem passava por ela dizia que era melhor não perder tempo socorrendo já que ia morrer.”
Leandra faz um alerta aos futuros tutores de animais.
“Antes de adotar, pense bem. O principal criminoso contra a vida ali presente não é quem a machucou, mas sim quem a abandonou.”

Fonte: Bom dia Bauru e AAIPA

sábado, 28 de janeiro de 2012



EM SANTO ANDRÉ:

A Adotanimal, tradicional feira gratuita de adoção da cidade de Santo André (SP) começa 2012 com recorde de animais disponíveis para adoção. No total, 196 animais entre cães e gatos estarão à espera de um novo lar. A feira acontece no próximo domingo (29/janeiro/2012), das 10 às 15 horas no Parque Central, na Avenida José Bonifácio, s/nº, na Vila Assunção.
Serão 22 cães adultos e 135 filhotes, além de 29 filhotes de gatos e outros 10 adultos.

Os animais disponíveis para adoção diferem em raça, temperamento e idade. Veterinários e agentes da Gerência de Controle de Zoonoses estarão no local informando sobre os cuidados necessários após a adoção e dando orientações sobre a posse responsável e os cuidados necessários para os novos amigos adotados. Os interessados passarão por uma breve entrevista para avaliar as reais condições de adoção e se o perfil da pessoa se adequa aos padrões solicitados.
Os interessados passarão por uma breve entrevista para avaliar as condições de adoção e o perfil do adotante.

Como adotar
Para adotar um animal, é necessário ter mais de 18 anos, apresentar RG, CPF originais e um comprovante de endereço. Antes de levar o animal escolhido, um veterinário da GCZ complementa as informações com orientações gerais sobre cuidados, alimentação, vacinas e dicas de educação. A adoção pode ser feita por intermédio das feiras do Adotanimal ou direto na GCZ, na Rua Igarapava, 239, Valparaíso.

EM BAURU:


Neste domingo (29/janeiro/2012), a Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde realiza mais uma Feira de Adoção de Cães e Gatos, das 9h às 16h. Os interessados em dar um novo lar para um “bichano” ou para um “melhor amigo” devem comparecer à sede do Centro de Controle de Zoonoses, na quadra 2 da rua Henrique Hunzicker, no Jardim Redentor.

A assessoria da prefeitura informou que serão cerca de 60 animais disponíveis e em condições de adoção, sendo 20 cães e 40 gatos. Esses animais foram recolhidos por estarem perdidos, terem sofrido maus tratos, além de outras condições de abandono.

A coordenação da Seção de Controle de Zoonoses ressaltou que os animais passam por avaliação clínica. Para adotar, os interessados deverão levar o CPF, RG e um comprovante de residência.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (14) 3103-8050.

Os animais deixam a feira ou o canil com o Registro Geral de Animal (RGA), castrados, vacinados, vermifugados, de banho tomado e com adereços. Os animais menores de cinco meses doados não são castrados, porém é obrigatória a castração quando atingirem a idade apropriada. Para quem adota um animal na feira de adoção ou na GCZ, a castração realizada pela prefeitura com convênio com a UIPA e Clínicas Veterinárias, será gratuita.

Posse responsável
O Projeto de Posse Responsável, criado em parceria com a Sabina, Escola Parque do Conhecimento, da Secretaria de Educação, tem como objetivo despertar nas crianças e adultos a preocupação com o bem-estar dos animais, o combate ao abandono, a importância da atenção aos cuidados necessários para a boa saúde do animal e, consequentemente, da sociedade.

Escolas particulares e públicas agendam e participam de aulas focadas para alunos da educação infantil e do ensino fundamental, com aulas direcionadas para abordagem exclusiva desses assuntos.