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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Seis alimentos perigosos para cachorros.






Seis alimentos perigosos para cachorros.


Fonte: Revista Veja/Ciência
Alimentos como leite, chocolate e uva podem causar de diarreia a insuficiência renal no cão.





Muitas pessoas não resistem ao olhar de pidão de seus cachorros e oferecem ao animal um pedacinho do que estão comendo. Na maioria das vezes, os agrados são inofensivos. “A domesticação praticamente adaptou o cão à dieta humana. Em comparação com o homem, o cachorro só precisa de um pouco mais de proteína e menos de carboidrato”, diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Massas, pães, carnes e boa parte das frutas e legumes não fazem mal ao bicho. No entanto, há algumas comidas prejudiciais à saúde canina. Chocolate, uva e leite são exemplos que podem causar problemas como diarreia, insuficiência renal e parada cardíaca.

Segundo a veterinária Ane Amaral, professora da Universidade de Santa Maria (UFSM), o cachorro não é muito seletivo nas escolhas alimentares e, para piorar, come compulsivamente. “Como a espécie costumava viver em matilha, a incerteza de que sobraria comida fazia o cachorro comer até acabar tudo”, diz Ane. Por causa dessa herança, o cão ingere praticamente qualquer alimento oferecido a ele, característica que contribui para o sobrepeso. “A obesidade pode ser o agente complicador de doenças respiratórias e cardiovasculares. Cabe ao dono controlar as comidas e o tamanho das porções”, afirma Wagner Luis Ferreira.


1. Chocolate
O cacau possui uma substância chamada teobromina, que estimula o sistema nervoso e aumenta a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos. "Em cachorros, o alimento pode causar uma parada cardíaca ou uma convulsão", diz a veterinária Ane Amaral, professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Um fator agravante é que o paladar do cachorro gosta (e muito) do sabor doce.

2. Leite
Por volta dos 40 dias de vida, o cão já desenvolveu dentição para ingerir alimentos sólidos e não precisa mais de leite. Se a bebida deixar de ser oferecida ao animal, a lactase intestinal, enzima que digere a lactose, se tornará inativa e perderá a capacidade de digestão. Caso o animal tome leite depois de adulto, poderá ter diarreia. "Além disso, o leite da vaca tem mais lactose que o da mãe canina, o que pode aumentar o risco de diarreia", diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp).


3. Uva
Os veterinários ainda não sabem explicar por que, mas alguma substância presente na uva faz mal para o cachorro. "A ingestão da fruta pode causar insuficiência renal aguda no animal", diz a veterinária Ane Amaral.

4. Alho e cebola
O alho e a cebola têm, respectivamente, dissulfeto de alipropila e alicina. Essas substâncias oxidam as células vermelhas e levam à destruição da hemoglobina. "A hemoglobina dos cães se oxida mais facilmente do que a dos humanos. O animal pode desenvolver anemia se consumir comidas temperadas com alho e cebola", explica Ane Amaral.

5. Produtos com cafeína
A cafeína presente em refrigerantes faz mal aos cães. Assim como o chocolate, a substância acelera os batimentos cardíacos e estimula o sistema nervoso. Como consequência, o cachorro pode sofrer uma parada cardíaca ou uma convulsão.

6. Ossos
Ossos de todas as origens — principalmente os ocos por dentro, como os de galinha — são perigosos para cachorros. Eles possuem farpas que podem machucar a mucosa do esôfago, estômago ou intestino, além de obstruir algum desses órgãos. "Em termos nutricionais, o osso é desnecessário para o cão. Para agradar o bicho, é melhor oferecer aqueles industrializados, próprios para cachorros", diz Wagner Luis Ferreira.

Fontes: Ane Amaral, veterinária e professora da Universidade de Santa Maria (UFSM), e Wagner Luis Ferreira, veterinário e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp)

sexta-feira, 16 de setembro de 2016













por George Augusto acadêmico de Medicina Veterinária

É bastante comum ouvirmos perguntas do tipo: devo dar ração ou comida caseira (sem acompanhamento veterinário) para o meu cachorro? Há diferença nutritiva?

Para entendermos melhor, os animais, assim como as pessoas, necessitam de uma dieta balanceadapara que tenham uma vida saudável. O tutor tem a função de acompanhar alguns pontos do animal, como: peso, comportamento, dieta e etc.

É bastante comum vermos proprietários de cães, permitindo que o animal fique extremamente obeso, por conta da opinião de que o cachorro estando gordo indica sinal de saúde. Um cachorro acima do peso é um forte candidato a apresentar cardiopatia (doença no coração), problemas no fígado, dificuldade respiratória, e dependendo da situação, apresentar um infarto.

Para facilitar, vamos apresentar os pontos positivos e negativos da ração e da comida caseira.


Pontos positivos e negativos da ração

A ração industrializada, que compramos em petshops, é acompanhada por um médico veterinário na sua elaboração, sendo assim, são obtidos todos os nutrientes de que seu pet precisa.

Outro ponto também, que é importante ressaltar, é que o uso da ração industrializada evita que a tutora precise cozinhar para o animal. Além disso, a comida caseira, normalmente, leva temperos que são tóxicos para o animal. O ponto negativo, é o custo. Dependendo do porte do animal, a compra da ração pode ter um custo bem eleva

Pontos positivos e negativos da comida caseira (sem acompanhamento de um veterinário)

O que mais chama a atenção é a palatabilidade. É bem mais comum cães enjoarem da ração do que da comida caseira.

Na comida caseira, sem acompanhamento veterinário, diferentemente da ração, deve-se ter um cuidado maior na administração de alimentos com gorduras e temperos.

A comida caseira causa um ganho de peso maior do que a ração. Deve-se tomar muito cuidado com a obesidade. Um ponto negativo da comida caseira, é que faz com que as fezes do animal fiquem com o cheiro bem forte.



A alimentação do seu cão deve ser acompanhada por um médico veterinário. O animal deve ter uma dieta de acordo com sua saúde. Muitos proprietários costumam oferecer comida caseira para o animal, porém ela não pode suprir certas necessidades nutricionais, fazendo com que o mesmo apresente uma queda na imunidade, consequentemente havendo susceptibilidade a diversas moléstias, e também podendo ficar debilitado fisicamente.

O sistema imunológico do ser humano e dos animais, depende também da alimentação que é consumida. Um animal bem alimentado, dificilmente apresenta patologias virais. A longevidade também tem influência com a alimentação.

Tanto a comida caseira (que seja feita balanceada para o cão) quanto a ração devem ser usadas cautelosamente pelo tutor. Existem inúmeras restrições alimentares para cães. Consulte um médico veterinário para a melhor informação. Existem médicos veterinários que preferem comidas caseiras e outros que preferem rações. Procure um profissional de sua confiança para acompanhá-lo. É pela alimentação que começa a saúde do animal.



Atualização (13/03, 12:47): O artigo acima se refere a comida caseira, não alimentação natural, preparada pelo tutor e sem o acompanhamento de um médico veterinário. Posteriormente iremos dedicar uma artigo profundo e abrangente sobre o tema de alimentação natural.

Fonte: http://portaldodog.com.br/

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Gatos têm maior necessidade de alimento no inverno.






Lúcia Vinheiras Alves







No maior estudo até à data realizado em gatos domésticos para avaliar as necessidades alimentares destes animais é agora publicado na revista científica PLoS One e cientistas alertam que gatos consomem 15% menos alimentos nos meses de verão quando comparado com os meses de inverno. 

O estudo desenvolvido por investigadores da School of Veterinary Science, da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, e do Royal Canin Research Centre, em França, envolveu trinta e oito gatos de várias raças, géneros e idades. 

Aos animais que durante quatro anos foram monitorizados no Royal Canin Research Centre foi-lhes colocada uma coleira com um chip que lhes permitia ter acesso ao recipiente de comida sempre que assim o desejassem e registava as vezes e horas em que os animais se alimentavam. 

Esses dados foram depois cruzados com dados sobre o clima na região para que os cientistas pudessem avaliar se as necessidades alimentares mudavam com as alterações de temperatura e da duração da luz do dia. 

No artigo publicado na PLoS One os investigadores indicam que «o consumo de alimentos foi menos nos meses de verão (junho a agosto) e maior durante os meses do outono e inverno (de outubro a fevereiro), com um consumo intermédio na primavera (março a maio) e no início do outono (setembro)». 

Os investigadores revelam que «períodos de picos e de quedas na ingestão de alimentos coincidiram com picos e quedas na temperatura e duração do dia. Em conclusão, em média a ingestão de alimentos no verão é aproximadamente menos 15% que a ingestão de alimentos durante os meses de inverno e provavelmente isso deve-se aos efeitos das temperaturas exteriores e diferenças na duração da luz do dia».

Neste sentido, aconselham os investigadores, o «efeito sazonal na ingestão de alimentos deverá ser considerado quando se estima a manutenção das exigências diárias de energia dos gatos».








Fonte: www.tvciencia.pt

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Confira os vegetais que seu cachorro pode comer.











Confira os vegetais que seu cachorro pode comer.
Da Redação
Os Paparazzi


Você sabia que os vegetais ajudam na alimentação dos cães e podem prevenir doenças?

Cachorro comendo verdura


Oferecer diferentes vegetais para os cachorros pode ser a saída para alguns problemas como por exemplo, a prisão de ventre. Fique por dentro das propriedades de alguns vegetais e sua função no organismo. Alem de serem nutritivos, os vegetais são saborosos e fazem bem a saúde dos cães. A quantidade de vegetais que seu cachorro pode comer vai depender do tamanho dele, o ideal é levá-lo ao veterinário para se definir a quantidade certa diária para a alimentação.




Alface para cachorro: dar alface para os cães ajuda a combater a prisão de ventre. Os cachorros que têm problemas digestivos vão adorar comer algumas folhas. A alface quase não tem calorias e faz uma verdadeira limpeza no intestino, pois é rico em fibras. Você pode dar alface para seu cão misturado à ração, picada crua ou como petisco entre as refeições. O alface tem vitaminas A, C, E e K, alem de possuir minerais com zinco e ferro. Esse é o motivo de os cachorros comerem grama, ele precisam de fibras para combater algum desconforto gástrico, mas evite que seu cão coma grama em local público, pois pode estar contaminada com vermes e agrotóxicos. 



Couve para cachorro: Dentre tantos benefícios, a couve ajuda a proteger o cão de anemia. A couve também pode ajudar os cachorros que estão acima do peso, pois ela contém fibras que em contato com a água vira uma espécie de gel, aumentando a sensação de saciedade e dificultando a absorção de gorduras. Mas não exagere na quantidade, pois em excesso ela pode causar flatulência. Outra boa notícia sobre a couve é que ela protege os ossos e a formação dos dentes, pois é rica em cálcio.


Brócolis para cachorro: Se você ainda não deu brócolis ao seu cachorro, experimente! Este vegetal costuma ser o preferido dos caninos. Ele é rico em fibras e, por isso, contribui ao sistema digestivo. Alem disso, o brócolis ajuda no controle da pressão arterial, sendo um aliado aos cães idosos ou com sobre peso. Também indicado as raças de cachorro com tendência a engordar, como o Bulldog Inglês. Dar brócolis em excesso pode soltar o intestino do cachorro, portanto, dê em poucas quantidades.

Beterraba para cachorro: É fonte de ferro, um mineral que combate a anemia. Nos cachorros com alguma intolerância a ração, a beterraba entra no complemento da dieta dos pets. Também possui muitas fibras, logo contribui para o bom funcionamento do intestino. É normal se você observar uma alteração na coloração das fezes do cachorro por conta da ingestão de beterraba.

Cenoura para cachorro: Fonte de vitamina A, C e K, a cenoura é capaz de oferecer conforto aos filhotes que estão na fase de formação dos dentes, pois mastigar a cenoura crua alivia o incomodo. Alem de deliciosa, a cenoura possui nutrientes que vão estimular o sistema imunológico. Seu cachorro vai adorar comer pedaços de cenoura crua como petisco.

Vagem para cachorro: Com baixo teor calórico e fonte de vitamina C, a vagem pode contribuir no controle do colesterol e ser capaz de reduzir as taxas de açúcar no sangue, indicados para os cachorros diabéticos. É indicado servir o alimento cozido e não muito quente para não queimar a boca do cão, podendo substituir os snacks durante as refeições.

Abóbora para cachorro: Muito saborosa e rica em vitamina A, a abóbora vai proteger os olhos e a pele do seu cachorro. Tem o poder de prevenir algumas doenças e ajudar na absorção do ferro e proteínas no organismo. Pode ser ao seu cão cozida na água ou vapor, cortada em cubos. Mas em qualquer caso, pergunte ao seu veterinário qual verdura é recomendada ao seu cachorro.

Fonte: http://www.ospaparazzi.com.br

domingo, 21 de julho de 2013

Dicas de alimentação para tratar de um cachorro.










Dicas de alimentação para tratar de um cachorro.
por: Carla Teixeira/Departamento de Comunicação Royal Canin (Portugal)








Uma alimentação equilibrada é essencial para um bom início de vida! É durante a fase de crescimento que se estrutura a futura saúde do cachorro, pelo que é fundamental evitar erros nutricionais durante este período tão importante para a sua vida.

A alimentação do cachorro deve satisfazer não só as suas necessidades específicas como, também, assegurar a máxima qualidade e esperança de vida. Só um alimento completo e equilibrado consegue favorecer o correto desenvolvimento do esqueleto, músculos e órgãos e, simultaneamente, ajudar a manter o peso ideal.

Independentemente da raça, o cachorro tem necessidades em energia, proteínas, minerais e vitaminas muito superiores às de um cão adulto. Além disso, o cachorro não consegue digerir o amido tão bem como um cão adulto. Assim, o alimento para o seu cachorro devem ter elevado teor energético, grande concentração de todos os nutrientes essenciais e nível limitado de amido.

Por outro lado, é importante ter em consideração que, nesta fase, o sistema digestivo do cachorro permanece imaturo, o que pode conduzir a problemas digestivos, nomeadamente diarreias. Além disso, a imunidade adquirida através do colostro (primeiro leite materno) diminui gradualmente, mas o cachorro ainda não desenvolveu totalmente o sua própria imunidade. O alimento deve, por isso, ajudar a reforçar a segurança digestiva e as defesas naturais do cachorro.

A duração e a amplitude do crescimento de um cachorro, as suas necessidades energéticas e sensibilidades específicas, e a sua esperança de vida são elementos que dependem do tamanho do cão. Por exemplo, os cães de raça grande apresentam um crescimento muito longo e muito intenso e uma esperança de vida mais reduzida, o que implica um envelhecimento precoce.

Porque o crescimento dos cachorros se processa de forma distinta consoante o seu tamanho em adulto, a sua alimentação também deve ter este fator em consideração. Por exemplo, um cachorro de raça pequena possui cerca do dobro das necessidades energéticas de um cachorro de raça gigante, porque a sua fase de crescimento é muito mais curta e rápida: 8 a 10 meses para as raças pequenas e 18 a 24 meses para as raças grandes e gigantes.

Tenha em atenção que tanto os excessos como as carências nutricionais são nocivos para a saúde do seu cachorro e, assim, é conveniente que possua um bom conhecimento qualitativo e quantitativo das suas necessidades, que são diferentes das nossas.

Deixamos-lhe alguns conselhos úteis que poderão ajudá-lo a melhor cuidar do seu cachorro:

- Administre o alimento sempre no mesmo local e após as refeições do agregado familiar;

- Até aos 5-6 meses de idade, fracione a dose diária do alimento em 3 refeições;

- Se for necessário alterar a alimentação, introduza o novo alimento de forma gradual ao longo de uma semana, de forma a facilitar a adaptação do sistema digestivo do cachorro;

- Não ceda à tentação de administrar sobras das refeições familiares ou guloseimas, porque estas são prejudiciais para o equilíbrio nutricional do cachorro.

O espaço Nutrição-Saúde é para si. Pode enviar as suas dúvidas sobre a alimentação do seu gato ou do seu cão para nutricaosauderoyalcanin@gmail.com. Vamos procurar responder à sua questão.



segunda-feira, 29 de abril de 2013

CURSO SOBRE ALIMENTAÇÃO NATURAL CASEIRA - SALVADOR BA.





CURSO SOBRE ALIMENTAÇÃO NATURAL CASEIRA - SALVADOR BA.



curso_BA_maio2013




Amigos, é com muita satisfação que anuncio as inscrições para o nosso primeiro curso teórico-prático sobre Alimentação Natural caseira para cães e gatos em Salvador.

Não perca – e divulgue a todos os amigos cachorrófilos e gatófilos!

Data: 18/04/2013 (dezoito de maio de 2013), um sábado
Local: espaço para pós-graduação da Pet Clinic, localizada na rua Tamoios, 35, Rio Vermelho, Salvador, BA.
Horário: 13:00 às 19:00
Investimento: R$150
Público-alvo: tutores (“donos”) de cães e gatos, veterinários, zootecnistas, estudantes, biólogos, protetores e criadores.
Assunto: Alimentação Natural caseira crua e cozida para cães e gatos saudáveis de todas as idades.

Descrição:
Seja o chef do seu peludo! Entenda o que é Alimentação Natural caseira crua e cozida e como preparar você mesmo refeições deliciosas e saudáveis para seu cachorro ou bichano de forma segura e prática!

Programação:

13h – 14:30h: Teoria da Alimentação Natural do Cachorro Verde I:
Por quê alimentar cães como carnívoros oportunistas e gatos como carnívoros obrigatórios?
Origem dos modelos de AN do Cachorro Verde
Vantagens e desvantagens de cada AN
Modalidades de Alimentação Natural (crua com ossos e cozida sem ossos)

14:30-15:00h: intervalo para coffee-break (providenciado pelo curso)

15:00 – 16:30h: Teoria da Alimentação Natural do Cachorro Verde II:
Composição e formulação das dietas
Quanto oferecer por dia
Planejando a compra e montagem prática e segura das porções
Contornando os principais contratempos

16:30h – 17h: intervalo para coffee-break (providenciado pelo curso)

17 – 18h: exibição de vídeos demonstrativos:
Vídeo sobre preparo de AN cozida para cães
Vídeo sobre preparo de AN crua para cães

18 – 18:45h: breve simulação prática do preparo das dietas

19h: término do curso, entrega de certificado de participação e esclarecimento de dúvidas.

Para efetuar sua inscrição:
entre em contato através do email: curso@cachorroverde.com.br
você receberá um pequeno formulário que deverá ser preenchido e dados bancários para o depósito do valor.
envie-nos de volta por email o formulário preenchido juntamente com o comprovante do depósito e sua inscrição será confirmada!

Veja o que rolou nos nossos cursos anteriores:
Curso teórico de AN para cães e gatos em Curitiba (março/2013)
Curso teórico de AN para cães e gatos em São Paulo (março/2013)
Curso teórico de AN para cães e gatos no Rio de Janeiro (agosto/2012)
Curso teórico de AN para cães e gatos em Florianópolis (outubro/2012)
Curso teórico-prático de AN para cães em São Paulo (fevereiro/2013)

Confira também:
Depoimentos de como a AN transformou a saúde de dezenas de cães de todo o Brasil
Fotos e vídeos de peludos adeptos das AN crua e cozida devorando suas refeições

Próximos cursos:

Fique de olho nas nossas redes sociais! Em junho repetiremos a dose em São Paulo, e em julho estaremos em uma nova capital – informações em breve!

sexta-feira, 29 de março de 2013

Gatos e alimentação.




Por: Departamento de Comunicação Royal Canin (Portugal)





Espaço Nutrição-Saúde para gatos e cães: como lidar com um gato 'esquisito' com a comida?
Tenho um gato macho com 5 anos de idade e sempre tive um problema com ele: não gosta de quase nada e é muito esquisito com o alimento. Estou sempre a comprar-lhe alimentos novos e acho que isto não está a ajudá-lo. O que é que posso fazer?














Esta situação é mais comum entre os donos de gatos do que possa pensar-se. Os gatos têm esta reputação de serem “esquisitos” com o alimento, e de facto, podem ter um apetite caprichoso. A maioria dos donos destes gatos, fazem exatamente o mesmo que esta leitora: compram vários tipos de alimentos, secos e úmidos e vão oferecendo ao gato, um tipo diferente a cada dia ou a cada semana. Os gatos são animais únicos e com detalhes complexos e portanto, a melhor coisa que podemos fazer para os ajudar é conhecê-los o melhor possível e tentar perceber o porquê dos seus comportamentos.

Cada gato tem um determinado comportamento alimentar, determinado pelas preferências alimentares e pela postura do gato face ao alimento na altura da refeição: há gatos que comem muito depressa, outros mais lentamente, há gatos que não gostam de alimentos úmidos e outros preferem uma mistura de alimento seco e úmido Outros há que só gostam de alimentos úmidos e para os gatos, a preferência geralmente recai sobre as preparações em pedaços, em detrimento das pastas homogêneas.

As preferências alimentares de um gato são muito influenciadas pelas experiências alimentares do gatinho nos primeiros meses de vida que consome, por mecanismo de imitação, os mesmos alimentos que a progenitora. Há casos descritos de gatinhos que isolados, recusam um novo alimento durante dias, e que na presença da progenitora o aceitam em algumas horas. Na maior parte dos casos, o gato adulto dará preferência durante a sua vida, ao alimento que consumiu desde muito jovem. E esta pode ser uma razão possível para explicar os tais casos dos gatos “esquisitos” com a alimentação. Basta que exista uma diferença entre as preferências alimentares adquiridas na infância e o alimento que realmente é oferecido.

A apetência de um alimento, traduz o carácter atrativo desse alimento sobre o animal que o consome, e esta característica de um alimento depende de diversas variáveis. No gato, a ingestão de alimentos é muito condicionada pelo aroma (cheiro), pela sensação do alimento na boca (textura e nutrientes) e pelo seu efeito pós-ingestão. Por exemplo, uma perturbação do olfato do gato por uma rinite (ex: doença do aparelho respiratório) ou a presença de um odor a detergente no comedouro pode induzir anorexia num gato, mesmo tratando-se do seu alimento favorito.

Alguns proprietários adicionam gordura ao alimento (óleos, azeite) para melhorar a apetência do mesmo. Esta medida é desaconselhada em alimentos preparados industrialmente, uma vez que se tratam de fontes concentradas em energia e mesmo uma quantidade reduzida de gordura pode aumentar significativamente o aporte calórico do alimento, predispondo o animal para o excesso de peso. Também a transição constante de um alimento para outro, não só predispõe o gato a perturbações digestivas, como pode acentuar o seu comportamento de recusa de alimento e ajudar a criar um ciclo difícil de quebrar.

Reconhecer a origem deste comportamento alimentar é essencial para a saúde do gato e, tratando-se de uma recusa da alimentação, sobretudo se for do alimento habitual, isto pode muitas vezes constituir um sintoma de doença no gato. Se o seu gato se recusa a comer deverá consultar o seu médico veterinário assistente. Também poderá recorrer ao seu médico veterinário para perceber que alimento é o mais adequado ao seu gato e como poderá proceder para contrariar este comportamento alimentar.

O espaço Nutrição-Saúde é para si. Pode enviar as suas dúvidas sobre a alimentação do seu gato ou do seu cão para nutricaosauderoyalcanin@gmail.com. Vamos procurar responder à sua questão.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012




por Tatiana Sacchi



A comentarista Tatiana Sacchi dá diversas orientações alimentares para os bichinhos de estimação no Pet Shop CBN: cachorros se alimentam de diferentes fontes, enquanto gatos são carnívoros, ou seja, precisam de ter na alimentação uma proteína animal. 



Recomendações Alimentares para Cães e Gatos

CONCEITOS GERAIS

-Cães são animais onívoros com uma alimentação de base diversificada e com uma grande “curiosidade” em relação à alimentos diferentes

-Gatos são carnívoros estritos, com alimentação à base de proteína animal e apetite bastante seletivo

-Por esse motivo cães e gatos não devem, em qualquer hipótese, ter uma dieta vegetariana, independente da preferência alimentar do seu dono!!! Todo cão e gato deve ter uma dieta com base em proteína de origem animal

-Cães devem ter horários específicos para comer. Minha recomendação é de duas vezes ao dia.

-Não deixe comida à disposição do cão. Caso ele não coma tudo, verifique se está dando a quantidade adequada e retire o alimento e guarde, pois isso muitas vezes o torna “chato, enjoado” para comer

-Gatos comem em pequenas quantidades e diversas vezes ao dia, e gostam sempre de pedir comida “nova”, fresquinha por isso muitas vezes é difícil controlar sua alimentação

-Gatos gostam de água fresca ou fontes de água em movimentação como torneiras pingando, chuveiro, fontes e até água da privada!!!

ESCOLHENDO O ALIMENTO

-O médico veterinário é o melhor profissional para orientar sobre a nutrição ideal do seu amigo peludo

-Alimentar um cão ou gato vai muito além de escolher uma ração. Hoje o médico veterinário trabalha com o conceito de nutrição ótima que vai envolver as necessidades nutricionais específicas de cães e gatos variando de acordo com a espécie, a idade, a raça, a condição corporal e a presença de doenças crônicas entre outros

-Lembre-se que a ração é a única ou principal fonte de alimento do seu animal, enquanto nós humanos temos um cardápio bastante diversificado, portanto, oferecer um alimento balanceado e de qualidade para ele é muito importante, pois vai nutri-lo de forma adequada;

-Um alimento de qualidade pode prolongar a vida do seu pet em até 15% à medida que conseguimos manter o sistema imunológico, a condição corporal e os vários sistemas corporais saudáveis.

-Lembre-se: “nós somos o que comemos!”;

-O preço de uma ração está diretamente relacionado à qualidade do produto. Quanto melhor for a ração, mais nobres são os ingredientes utilizados, sua formulação não sofre variação nos ingredientes, a proteína é de qualidade superior

* Quanto melhor a ração, menor será o consumo diário por parte do animal, pois a absorção dos nutrientes será mais eficiente, e ele estará alimentado e nutrido com quantidades menores de ração. Isso também ajuda a diminuir o volume e o cheiro das fezes;

-NUNCA compre ração à granel. A embalagem é a garantia junto ao fabricante e mantém o odor, frescor e a palatabilidade do alimento. A ração à granel pode ter vários produtos misturados, de qualidades diferentes, pode estar vencida, ter umidade, mofo, urina de rato, sofrer oxidação da gordura e ficar rançosa. É um risco desnecessário à saúde do seu animal;

-Uma dúvida frequente dos proprietários é sobre quais os tipos de alimentos de “gente” que podem ser oferecidos. Alguns veterinários podem ser bastante radicais em relação à isso. Eu penso que alguns alimentos podem ser oferecidos desde que haja bom-senso!!! Não vamos dar uma banana inteira para um Pinscher ou 3 pães franceses para um Labrador. Então, vamos a algumas dicas que estão pautadas no bom-senso;

* Se o seu “pet” tem alguma doença crônica (obesidade, diabetes, hipertensão, problemas de coração/rins), converse com o veterinário dele sobre o que você pode oferecer sem prejudicá-lo;

OS PETISCOS E COMPLEMENTOS PARA CÃES E GATOS
  


-Procure dar petiscos em pequenas quantidades e sempre como forma de recompensa. Nunca ofereça qualquer tipo de petisco como principal fonte de alimento ou substitua a refeição principal por petisco;

-Não dê petiscos e agrados na hora das refeições da família, muito menos a comida que a família está comendo, pois isso se torna um hábito desagradável, com animais insistentes e “chatos”;

* Prefira sempre os petiscos elaborados especificamente para os pets, como biscoitos, bifinhos, snacks, de preferência sem corantes.

-Os gatos por serem mais seletivos muitas vezes não aceitam “petiscos humanos”, mas podem ser vorazes por um pedaço de carne, por isso, cuidado com alimentos em cima de pias, mesas, fogões e com o lixo, pois quando viramos as costas eles “roubam” a comida e se fartam!

-Gatos costumam gostar muito de peixe cru, carnes cozidas, milho cozido, mamão. Mas já soube de gatos que comem rúcula, alface, pinhão, melão e melancia entre outros!

-Os cães costumam ser bastante gulosos e temos que ter muito cuidado com os excessos. Lembrar que o tamanho e o porte do cão é importante na hora de oferecer petiscos!

-Costumo falar para meus clientes oferecerem frutas não ácidas como banana, maçã, manga, mamão. Cenoura é um ótimo petisco.

CUIDADOS COM O AMBIENTE ONDE FICA O ALIMENTO


-Deixe a água e a o alimento protegidos do sol e da chuva

Mantenha água potável e fresca à disposição, trocando-a diariamente

-Lave os potes de água sempre que possível, evitando o acúmulo de biofilme (aquela “gosminha” que fica aderida) e a proliferação de musgos

-Mantenha os pacotes e os potes de ração sempre bem vedados para evitar que o alimento estrague ou perca o sabor

* Se perceber que a ração está úmida e estufada, troque imediatamente, pois a fermentação é um risco à saúde do animal

* Nunca deixe ração exposta à noite, pois isso é um chamariz certo para ratos 

MITOS EM RELAÇÃO À ALIMENTAÇÃO DE CÃES E GATOS


- “Essa ração é muito boa porque meu cão come bastante!!!” 

Quanto pior for a qualidade da ração, mais o animal precisa comer para ser saciar. Além disso essas rações possuem quantidades exageradas de sal e gordura, que são usados como palatabilizantes e a tornam mais “atraente”;

-“Essa ração é muito boa porque tem bastante proteína, eu vi no rótulo dela!!!!” 

Quantidade de proteína não tem a ver com qualidade, o que importa é a fonte de proteína: farinha de pena e de cascos por exemplo é fonte de proteína, mas não tem valor nutricional pois o organismo não consegue assimilar, enquanto carne de frango, ovos, farinha de vísceras são proteínas de alto valor biológicos, altamente aproveitadas pelo organismo.



Fonte: pet shop CBN


sexta-feira, 10 de agosto de 2012


Os gatos entram no último terço de sua vida quando atingem 10 anos, e para que esta fase da vida decorra do melhor modo possível, é necessário fornecer-lhes uma alimentação que respeite as modificações fisiológicas da idade.

MANTER O PESO IDEAL
Devido a problemas dentários, diminuição do olfato e do paladar, observa-se pouco apetite nos gatos idosos. A assimilação dos alimentos dos gatos idosos também é menor do que em gatos jovens, demonstrando desta forma uma performance digestiva em baixa.

Assim sendo, um gato idoso possui freqüentemente dificuldades em manter seu peso.

Para que o alimento possa ser bem consumido, deve ser fabricado com ingredientes e aromas especialmente atrativos para o gato, e os croquetes não devem ser muito duros, para evitar dores durante a mastigação.

Para mantermos o peso ideal do gato idoso, devemos fornecer um alimento altamente energético e muito digestível.

Ação contra os radicais livres e estímulo das defesas do organismo
O enriquecimento em ácidos graxos essenciais (ômega 3 & 6), ajudam a manter a pelagem brilhante e flexível, visto que a pelagem dos animais idosos tende a ficar mais grossa.

Como no ser humano, conforme o envelhecimento do organismo felino, ocorre um aumento na produção de radicais livres, responsáveis pela destruição acelerada das células. Contudo, devemos estimular as defesas do organismo através da nutrição, aumentando o fornecimento de vitamina E e adicionando a vitamina C (pois estas vitaminas auxiliam o organismo a lutar melhor contra os radicais livres).

O gato é um grande consumidor de proteínas e diminuir drasticamente o fornecimento protéico durante o envelhecimento é prejudicial à sua saúde, podendo também diminuir suas defesas imunitárias.

PREVENÇÃO DOS PROBLEMAS URINÁRIOS
Muitos dizem que restringindo a quantidade de proteína na alimentação do gato idoso, previne-se problemas renais.

Esta idéia é falsa!

A restrição protéica não apresenta nenhum interesse na prevenção dos processos de envelhecimento renal.

Se a restrição protéica é desaconselhável até ser constatada clinicamente uma insuficiência renal, uma restrição precoce de fósforo é, ao contrário, indicada para tentar diminuir a evolução de uma doença renal.

O produto para gatos idosos não deve promover uma acidificação muito intensa da urina.

O pH do alimento para gato idoso deve ser próximo do neutro (6,5-7) para prevenir a formação do cálculo de oxalato (renal), que são muito mais comuns em gatos idosos. Nos gatos jovens os cálculos de estruvita são mais comuns (bexiga e uretra), por isso acidificam-se os produtos para gatos nesta fase de vida.

Ao contrário dos cálculos de estruvita, os cálculos de oxalato se formam em meio ácido portanto não deve ser fornecido alimento de gato jovem (que possui pH acidificado) para um gato idoso.

TRÂNSITO INTESTINAL
O alimento para gato idoso deve possuir um ligeiro aumento do nível de fibras para prevenir o eventual risco de constipação e fecalomas, pois devido a diminuição da atividade física, ocorre uma diminuição do trânsito intestinal.

Autoria
Dra Carolina GALLI
Médica Veterinária Royal Canin

Fonte: www.petvale.com.br

quinta-feira, 9 de agosto de 2012



por www.incovet.com.br



Cães e gatos, quando chegam à fase senil, necessitam de uma alimentação adequada, pois várias mudanças estão ocorrendo em seu organismo.
O cão começa a ser considerado idoso por volta dos 6 a 8 anos de idade (dependendo da raça), enquanto o gato entra na fase senil aos 8 anos. A partir dessa idade, tornam-se necessárias alterações na sua nutrição, para que tenha um envelhecimento saudável, pois, como na espécie humana, a idade também traz mudanças no metabolismo destes animais.

Dentre as alterações mais comuns em cães e gatos idosos estão: cálculos dentários (tártaro); gengivites (inflamações na gengiva); perda de dentes; alterações nas funções dos rins, fígado, pâncreas, coração; espessamento e escurecimento da pele; acinzentamento do focinho; perda de massa muscular; inflamações e degenerações articulares; maior tendência à obesidade (devido à redução do metabolismo e da atividade física); e aparecimento de tumores, entre outras.

Para que o aparecimento destas alterações seja minimizado ou retardado, torna-se necessária uma alimentação específica para animais idosos.

Existem hoje, no mercado, rações comerciais preparadas especificamente para esta fase de vida dos cães e gatos, que são as rações sênior. Estas, além de ter ingredientes para minimizar ou retardar algumas das alterações anteriormente citadas, vêm balanceadas de acordo com o metabolismo mais lento destes animais.

Dentre alguns dos ingredientes utilizados, estão o sulfato de condroitina, para as articulações; ômega-3 e ômega-6 para uma boa saúde da pele; antioxidantes (como a taurina e o tocoferol, que combatem os radicais livres decorrentes do processo de envelhecimento); e quantidade de fibras aumentada para evitar a obesidade e garantir um bom funcionamento do intestino. Por isso, dificilmente se consegue suprir as exigências nutricionais de um animal idoso com alimentos caseiros.

Os cães conseguem ingerir uma grande quantidade de alimento em apenas uma refeição rápida (uma média de 100g de alimento seco em 1 a 3 minutos, dependendo da raça). Isso leva a uma distensão do estômago e a um desconforto desnecessário.

Para evitar que isso ocorra no cãozinho idoso, recomenda-se dividir a quantidade diária de alimento a ser oferecido em duas a quatro refeições, respeitando a quantidade recomendada pelo fabricante (tabela que se encontra na embalagem de cada ração), de acordo com o peso e a idade do animal. A alimentação à vontade não é recomendada para cães idosos, uma vez que há necessidade de se observar o consumo, a fim de se evitar a obesidade e verificar se o animal está saudável, pois, quando está doente, pára de comer. Devido a este fato, qualquer redução súbita no consumo de alimentos deve ser investigada.

No caso dos felinos, que têm o hábito de fazer várias pequenas refeições (7 a 20) e de curta duração, ao longo do dia e da noite, o recomendado é que a restrição alimentar seja apenas quantitativa ou calórica.

O consumo de água deve ser estimulado, pois estes animais geriátricos são mais propensos à desidratação, principalmente os gatos, que, por natureza, não têm o hábito de beber muita água, o que os predispõe a doenças do trato urinário (como cálculos, por exemplo). O fornecimento de água para estes felinos deve ser feito, preferencialmente, em recipientes de plástico, porcelana ou vidro, que devem ser rasos para que não encostem os "bigodes" nas bordas. Tanto o recipiente quanto a água devem estar constantemente limpos, pois o gato não bebe se estiverem sujos.

terça-feira, 13 de março de 2012




Não basta ter um palatável ótimo ao cão. A ração precisa estar adequada para cada fase da vida e às condições de saúde do amigo de 4 patas.
Nos tempos atuais poucas pessoas têm condições de preparar diariamente uma alimentação caseira balanceada ao seu cão. Deste modo, a ração irar suprir essas dificuldades. Porém, devemos tomar certos cuidados na hora de comprá-la, pois há muitas rações que são feitas a base de muito sal e corantes, que provocam problemas de saúde ao cão, além disso, geram muitas fezes.
Pague mais caro na ração, procure marcas conhecidas, sendo assim, a melhor economia a ser feita quando se tratando do assunto. As recomendáveis são as da linha Super Premium, que são as rações de alta qualidade.
Para cada fase da vida do amigo de 4 patas existem rações que se adaptam a cada uma delas. Confira as informações, descobrindo o tipo de ração seu cão está precisando:
Cachorra gestante:
Durante a gestação e a amamentação, fêmeas precisam de reforço de energias e proteínas, evitando assim, quadros de eclampsias que poderão levar o animal a óbito, desse modo, ofereça a ela ração de filhote. Dê preferência a Linha Super Premiun.
Filhote:
Caso o filhote tenha desmamado cedo, após 30 dias até 45 dias de vida, nesse período ofereça a Papinha Desmame. Ela é vendida em Pet Shops. Após 45 dias de vida, dê ração a ele. Existem rações de diferentes formatos e padronizadas para cada variedade canina. Dê preferência a Linha Super Premiun.
Cão órfão:
Filhotes recém nascidos, por algum motivo, órfãos da mãe, podem ser alimentados com um substituto do leite materno. Ele é encontrado em Pet Shops. Existe também uma formulação caseira:
. 3/4 de xícara, sendo metade creme de leite integral + metade leite integral (de preferência, de cabra), caso não tenha, poderá ser de vaca
. 1 xícara de leite integral (de preferência, de cabra), , caso não tenha, poderá ser de vaca
. 2 ovos grandes
. 1/2 colher de sopa de proteína em pó (de fontes animais)
. 1/3 de uma colher de chá de pó de casca de ovos
. 5 gotas de limão
O pó de proteína é um opcional que, como o próprio nome explica, aumenta os níveis protéicos da fórmula. Escolha um produto à base de albumina, sem sabor, composto por 80% de proteína de origem animal. Produtos similares à base de soja não são adequados para filhotes. A proteína em pó pode ser comprada em lojas de suplementos para atletas.
As gotas de limão são opcionais, que potencializa a absorção do cálcio do pó de casca dos ovos no intestino do filhote.
Caso prefira optar por uma fonte de cálcio diferente, como gluconato ou lactato de cálcio, consulte um médico-veterinário para determinar a quantidade a ser oferecida. Não suplemente o cálcio sem o devido conhecimento. O excesso de cálcio faz mais mal do que uma leve deficiência neste mineral. Vale lembrar também que o cálcio porventura presente em complexos vitamínico-minerais para cães e gatos geralmente não contém esse mineral em quantidade suficiente.
Preparo:
Misture bem os ingredientes. Aqueça a mistura à temperatura do corpo e ofereça usando mamadeira de boneca, conta-gotas, seringa ou mamadeira própria para filhotinhos. É importante que o leite seja oferecido sempre aquecido. Para isso coloque a mamadeira dentro de uma panela com água quentinha (não muito quente). Mas atenção: precisar ficar à temperatura do corpo, caso contrário, o leite provocará queimaduras na boquinha e no esôfago do filhote. Para evitar acidentes, não use o micro ondas para aquecer a fórmula.
Antes de oferecer pingue algumas gotas na parte interna de seu pulso ou afira a temperatura usando um termômetro. A fórmula deve estar a 38 graus centígrados.
Como oferecer:
A quantidade varia de acordo com dias de vida, raça e porte. Se estiver em dúvida, consulte o veterinário ou consulte as recomendações dos rótulos de fórmulas comerciais. De modo geral, ofereça ao cãozinho apenas o suficiente para aumentar discretamente o abdômen, sem distendê-lo. Cuidado para não se empolgar. Interrompa a “mamada” antes do filhote perder o interesse, ou ele consumirá demais. O importante não é o volume oferecido a cada mamada, e sim a regularidade da oferta.
Após cada “refeição”, é preciso ter alguns cuidados importantes. Coloque o filhotinho para “arrotar”, como é feito com os bebês humanos. Massageie gentilmente a barriguinha do filhote para estimular o trânsito intestinal. Com um algodão limpo embebido em água morna, esfregue gentilmente a região genital e anal. Com isso você imita a mamãe cadela, que lambe essas regiões para estimular a micção e a defecação nos bebês. Quando o filhote completar três semanas de vida, você pode começar a adicionar um pouco de aveia cozida e um pouquinho de fígado, rim ou coração moído à fórmula. A partir da 4ª semana promova o desmame.
Cão adulto:
Cão de pequeno e médio porte virar adulto mais rápido do que o cão de grande porte. Todavia, o envelhecimento de um cão de pequeno e médio porte é mais tardio do que o cão de grande porte. Ofereça ao cão adulto ração adequada a sua variedade de porte.
Cão idoso:
O cão de grande porte vira idoso aos 7 anos de vida. Já, o de pequeno e médio porte, após 10 anos. O recomendável ao cachorro idoso são as rações apropriadas a essa fase de vida. Elas fortalecem a imunidade, retardam o envelhecimento, previnem alterações articulares e dão uma força extra ao intestino do cão idoso.
Cão obeso:
A obesidade é um caso sério. Ela poderá provocar doenças, como, câncer, parada cardiopulmonar entre outras complicações na saúde e bem estar do cão. Além de exercícios, deverá ser oferecido ao cão uma ração light.

Fonte: portaldacinofilia.com.br

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012


Ayrton Mugnaini Jr.


“Você é o que você come”. Esta frase acabou virando lição de boa alimentação e também estereótipo. Vejam só: não demora muito para se associar gaúchos a churrasco, italianos a pizza, alemães a chucrute, árabes a esfirras, espanhóis a paella e assim por diante. Daí é um passo para lembrarmos do mundo animal: pássaros e alpiste, vacas e grama, macacos e banana, gatos e leite e... isso mesmo, cães e ossos.

Folclore e regionalismos vão até onde começa essa coisa estranha chamada nutricionismo: esta ou aquela comida não é necessariamente boa – ou ruim – para a saúde só por ser típica deste ou daquele local, pessoa ou bicho. E osso, mais que alimento ou guloseima típica de cães, rendeu uma boa coleção de símiles.

Uma pessoa muito apegada a algo é comparada a “cachorro que não larga o osso”; muitos esperam que outros se contentem com “sobras”, “migalhas” ou “ossos”; e uma tarefa, situação ou pessoa muito difícil é isso mesmo, “osso duro de roer”. Pois bem, vamos atacar a questão direto “no osso”: é verdade mesmo que ossos podem fazer mal ao cão? Bem, sem querer fazer suspense, vejamos.

Prós e contras
Mastigar ossos – assim como qualquer coisa razoavelmente dura – é bom para ajudar o peludo a se libertar do tártaro e sujeira que se acumulam nos dentes e gengivas. Os nutrientes que ele encontra nos ossos, como proteínas e sais minerais, também fazem bem a ele – especialmente os que tiverem carne e tutano. Além disso, roer ossos é um bom passatempo para o cão, especialmente se ele precisar ficar preso em casa devido a chuva forte ou outro motivo de força maior e se estiver na fase de mastigação.

Mas todo exagero é perigoso. Dar um osso ao canino não significa todo e qualquer osso que aparecer. Para começar, ossos muito pequenos e “engolíveis” podem parar na garganta e causar sufocação, além de perfurar ou obstruir os órgãos internos do bicho.

Verifique também se o osso, ao ser mastigado, não se quebra em lascas ou pedacinhos que possam ser engolidos. Ossos de peixes e aves estão entre os maiores “vilões”, além de ossos de costeletas e “tibones” bovinos. Cães de raças que mastigam duro e forte, como o Bull Terrier, podem ingerir fragmentos pequenos de osso e estes, por sua vez, podem ir se acumulando e misturando às fezes, com risco de prisão de ventre – que, conforme o caso, pode até exigir cirurgia abdominal para remover a mistura de cocô e osso. Além de engolidas, lascas de ossos podem prender nos dentes ou gengivas do cão, exatamente como espinhas de peixe para os humanos.

Tem mais: se o peludo estiver ansioso por algum motivo, poderá ir engolindo o osso, ração ou o que for sem mastigar ou salivar o suficiente para facilitar a digestão. É o caso de observar e tranquilizar o cão, se for preciso até com a ajuda do veterinário.


Com tudo isso, não é à toa que muitos chegam a radicalizar, recomendando eliminar de vez os ossos da dieta e prazer do cão. Mas radicalizar também pode ser exagero e, portanto, perigoso.

Precauções e remédios
Cuidado com ossos duros demais, e osso cru é sempre melhor que cozido, por ser mais fácil de digerir. Se o bicho demonstrar dificuldade em evacuar e o cocô estiver muito duro ou seco, ou se o peludo estiver demorando a aprender a mastigar como se deve, diminua a quantidade de ossos ou, em último caso, substitua-os de vez por garrafas pet ou outro passatempo-petisco menos perigoso. (E não se esqueça de correr com ele ao veterinário se a prisão de ventre persistir!) Ossos recomendados incluem os das articulações e peitoral do boi e os maiores cheios de tutano.

Como já dissemos, ossos de peixes e aves devem ser tão evitados quanto chocolate. E osso tem prazo de validade. Se você é carnívoro, que tal deixar carne fora da geladeira por alguns dias? Pois bem, é a mesma coisa que largar um osso ao relento; restos de carne ou gordura são ótimos para atrair moscas e micróbios em geral que podem causar doenças até fatais para o canino. É bom trocar o osso após no máximo 24 horas.

Enfim, dar ossos ao cão é bom – mas não qualquer osso, e não ossos somente. E vamos terminar com a frase com que iniciamos, “você é o que você come”. A frase virou também música do grupo de rock progressivo Genesis, e, bem a propósito, eles complementam: “Você é o que você come... coma bem!”


Fonte: Vidadecão

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Assim como você, seu pet é o que come.


Site ensina como alimentar seu animal de estimação com uma dieta caseira e natural com direito a iogurte

CAMILA TURTELLI
camila@bomdiabauru.com.br

Silvia Angélico com sua Teckel


A jornalista e veterinária Sylvia Angélico vai à feira pelo menos uma vez a cada 45 dias. Lá, um feirante que conhece bem sua cliente já deixa tudo selecionado e pronto para ela levar: ossos, peixes e vísceras. Ela chega em casa, separa tudo em potes de plásticos e os congela no freezer. Também faz uma compra quinzenal de ovos, iogurte e legumes – que ela cozinha no vapor com verduras, três vezes por semana. Não, Sylvia não é uma comilona. Todo esse banquete é preparado para os animais de estimação dela.

“Há cinco anos, meus cães e gatos jovens eram alimentados exclusivamente com ração tida como uma das top do mercado. Mas a saúde deles, no geral, deixava a desejar”, conta Sylvia. Sua cadela da raça teckel (“salsicha”) vivia com otite. Todos soltavam muito pelo o ano todo e começaram a apresentar coceiras e feridinhas na pele. “Achei que tudo isso pudesse ter a ver com alimentação. Já tinha ouvido falar nas dietas caseiras cozidas e cruas para cães e gatos, mas tinha receio de não ter tempo para prepará-las”, lembra.

Sylvia começou uma pesquisa sobre o assunto e descobriu que, em outros países, a chamada alimentação natural para pets já era bastante difundida e aceita. “Há dezenas de empresas que comercializam porções balanceadas prontas, tanto cruas quanto cozidas.”

A modalidade crua – que trata o cão como seu ancestral, o lobo, e o gato como um felino selvagem – foi a que mais atraiu a atenção da jornalista e veterinária. “Meus cães ficaram alucinados com o novo cardápio. E eu também: dentro de poucas semanas, comecei a notar os benefícios de alimentá-los com ingredientes frescos.”

Sylvia reuniu todos os seus conhecimentos sobre as dietas caseiras no site Cachorro Verde (www.cachorroverde.com.br). Lá, é possível encontrar uma série de informações sobre o assunto, além de cardápios específicos para diversas ocasiões (e como fazê-los), entre outras dicas. Mas fique de olho: por todo o site, é possível encontrar os avisos dizendo para os criadores consultarem o veterinário antes de mudar a alimentação do pet.

A veterinária e jornalista garante que, desde que seus animais deixaram de comer ração industrializada, eles ganharam pelos brilhantes, fezes reduzidas e sequinhas, dentes mais limpos, disposição, fim da coceira, lesões de pele e foi o fim dos episódios de otite da “salsichinha”.

Mas vem cá, cachorro que come comida de gente não acaba subindo na mesa para roubar o almoço dos donos? “A questão, aí, é educação. Cachorro que come ração também mendiga comida se for acostumado assim. O cão é muito esperto e sabe perfeitamente diferenciar nossa comida da comida dele. Mas se sempre damos pedacinhos de tudo o que comemos é como se disséssemos ‘Sirva-se, o que é meu é seu!’. É um convite pra subir na mesa”, avalia Sylvia.