domingo, 11 de março de 2012

Gatos também são heróis.

Lionel Adams e o gato herói Tiger


O amor dos animais pelos seus donos é incomensurável. No mundo todo, há casos de gatinhos que salvaram seus “humanos de estimação”. São verdadeiros gatos heróis! Veja só alguns casos.


No Canadá, Lionel Adams foi alertado pelo seu gato Tiger sobre um tumor no pulmão. O felino arrastou sua pata para baixo, no lado esquerdo do órgão, exatamente onde estava o tumor. Adams foi ao médico, que detectou a doença em estágio inicial, fez a cirurgia para retirada do tumor e hoje passa bem. "Eu diria que ele é o meu herói", afirmou.

Gato vigia
Na Alemanha, um gato salvou a vida de um recém-nascido abandonado na porta de uma casa. Ao ver o bebê, o gato miou bem alto, até acordar os moradores. Eles levaram a criança para o hospital, salvando-a da hipotermia, que poderia tê-la matado. "O gato é um herói", afirmou o policial Uwe Beier.


Gato bombeiro
Nos Estados Unidos, o gato Boo Boo salvou sua dona Grace George de um incêndio na casa. Ela, que tem 97 anos, acordou de madrugada com os altos miados do bichano. Ao ir à cozinha, sentiu o cheiro de fumaça. A casa foi totalmente destruída, mas ela e seu felino escaparam com vida. "O gato salvou minha vida”, conta Grace.

Gato enfermeiro
Ainda nos Estados Unidos, o gato Tommy salvou seu dono Gary Rosheisen, que é paraplégico e sofre de osteoporose. O bichano ligou para a polícia quando Gary caiu de sua cadeira de rodas. O felino havia sido treinado para apertar a tecla de emergência do telefone. "Quando chegamos, vimos o gato ao lado do telefone, e o proprietário do animal desmaiado ao lado da cadeira de rodas", conta o policial Patrick Daugherty.

Fonte: lili-gata.blogspot.com

sábado, 10 de março de 2012



Jack o cão herói do Reino Unido


O cãozinho Jack, mestiço de collie, até se parece com Lassie - a famosa estrela canina que conquistou o mundo com sua esperteza e sua coragem em um dos mais longos programas de televisão. A diferença é que ele é um herói de verdade.

Graças ao pet, seu vizinho, o velhinho David Feltham (que sofre de demência), conseguiu ser resgatado com vida após passar seis horas caído ao relento, sem conseguir se mover nem gritar por socorro, sob uma temperatura congelante.

A história se passou Stourbridge, West Mids, no Reino Unido, no fim do mês passado.

Feltham, um guarda aposentado, ouviu um barulho estranho fora de casa e resolveu checar se havia algum bandido por perto. Foi então que escorregou no gelo que se formava na calçada e ficou praticamente paralisado, conta Pat, sua esposa (que dormia quando o incidente aconteceu).

A única coisa que o velhinho conseguia fazer era batucar com o dedo sem parar em um cano, o que acabou despertando Jack. Intrigado com o barulho, o cachorrinho se pôs a later insistentemente, chamando a atenção de seu dono.

Preocupado, John Wheatley, dono de Jack, resolveu ir à rua para saber por que o pet latia tanto. Assim, encontrou seu vizinho caído no chão, usando apenas uma camiseta e uma calça leve, apesar do frio congelante.

Segundo Pat Feltham, seu marido deve ter ficado cerca de seis horas caído ao relento. Resgatado por uma ambulância, o aposentado ficou dois dias no hospital, onde recebeu tratamento para uma grave infecção pulmonar, e já está em casa.
David Feltham e Jack seu herói

Fonte: R7

sexta-feira, 9 de março de 2012




Maiores detalhes Clique no link.


Bahia

10/03  Feira de Adoções ABPA-BAHIA - Pituba -  Salvador  BA

Distrito Federal

10/03  Feira de Adoção SVPI - Sudoeste -  Brasília  DF

10/03  Feira de Adoção SVPI - ASA NORTE -  Brasília  DF

Paraná




Rio de Janeiro

10/03  Solidariedade Animal - Leblon -  Niterói  RJ

Rio Grande do Sul


Santa Catarina

10/03  Evento de Adoção APRAP - Rio Grande -  Palhoça  SC

São Paulo

Grande SP
10/03  Feira de Adoção União SRD - Pompéia -  São Paulo  SP

10/03  Adote um Focinho Carente em Santana - Santana -  São Paulo  SP
10/03  Feira de Adoção - Cerâmica -  S. Caetano do Sul  SP
10/03 - 11/03  Feira de Doação APAA - Jardim Marajoara -  São Paulo  SP
10/03 - 11/03  Feira de Animais Proteção Animal - Higienópolis -  São Paulo  SP
10/03  Feira de Adoção Auqmia - Interlagos -  São Paulo  SP
11/03  Centro de Adoção Natureza em Forma - Centro -  São Paulo  SP
Interior

10/03  Doações de Animais - Centro -  Botucatu  SP





Bahia

10/03  Feira de Adoções ABPA-BAHIA - Pituba -  Salvador  BA

Distrito Federal

10/03  Feira de Adoção SVPI - Sudoeste -  Brasília  DF
10/03  Feira de Adoção SVPI - ASA NORTE -  Brasília  DF

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10/03  Solidariedade Animal - Leblon -  Niterói  RJ

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10/03  Evento de Adoção APRAP - Rio Grande -  Palhoça  SC

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10/03  Adote um Focinho Carente em Santana - Santana -  São Paulo  SP
10/03  Feira de Adoção - Cerâmica -  S. Caetano do Sul  SP
10/03 - 11/03  Feira de Doação APAA - Jardim Marajoara -  São Paulo  SP
10/03 - 11/03  Feira de Animais Proteção Animal - Higienópolis -  São Paulo  SP
10/03  Feira de Adoção Auqmia - Interlagos -  São Paulo  SP
11/03  Centro de Adoção Natureza em Forma - Centro -  São Paulo  SP
Interior
10/03  Doações de Animais - Centro -  Botucatu  SP



Confirmada para maio a vacinação antirrábica em Mato Grosso:

Cerca de 600 mil animais devem ser vacinados, em 12 maio, durante a Campanha Estadual de Vacinação Antirrábica deste ano, em Mato Grosso. Em cada cidade haverá dezenas de postos de vacinação - além de unidades de saúde, escolas também serão locais de imunização.
Na última campanha, em 2010, haviam sido vacinados cerca de 618 mil animais no Estado. A meta para a campanha atual ainda não foi divulgada mas pode ser até 15% maior. Em Sorriso, na última campanha, a expectativa era de 10,8 mil cães e 1,7 mil gatos. Em Sinop, a projeção é passar de 30 mil imunizados. Em Nova Mutum a meta oficial é 5, 9 mil animais.

Reações adversas as doses da vacina, principalmente em São Paulo, cancelaram a campanha no segundo semestre de 2010. O atraso, segundo o Ministério de Saúde, foi em razão das analises laboratoriais, onde foram desenvolvidas novas fórmulas da vacina, que é gratuita.


Fonte: Só Notícias/Editoria com Aline Dessbesell, de Sorriso

quinta-feira, 8 de março de 2012






Atenção para não perder: começa no dia 17 de março.


A Secretaria Municipal de Saúde realiza, em março, a Campanha de Vacinação contra a Raiva Animal. Catanduva está entre as 57 cidades, dos 645 municípios do Estado de São Paulo, que terão vacinação em massa.

Além de Catanduva, a lista de cidades ainda conta com São José do Rio Preto, Barretos, Santa Fé do Sul, Paulo de Faria e Sales. No município, a vacinação ocorrerá nos dias 17 e 18, 24 e 25 e 31 de março e nos dias 1º de abril, das 8 às 17 horas (confira abaixo relação de locais, com endereço).

Neste ano, a previsão é imunizar mais de 23 mil animais. São 19.182 cães e 4.149 gatos. A vacina já está disponível, de segunda a sexta-feira, das 7 às 11 horas e das 13 às 17 horas, no Centro de Controle de Zoonoses. Cães e gatos da zona rural já foram vacinados. O trabalho foi realizado no dia 25 de fevereiro.

“É importante que os donos levem seus animais para a vacinação, principalmente porque ficamos dois anos sem que pudesse ser feito o trabalho de imunização. Vamos evitar que a raiva faça vítimas. A doença não tem cura”, lembra o veterinário Lincoln Horita. É importante ressaltar que não serão disponibilizadas vacinas para aplicação caseira. Os proprietários devem levar os animais até o local indicado. Para pessoas que possuam mais de dez animais em casa, é indicado o agendamento prévio.

Doença

A raiva é uma doença causada pelo Lyssavirus, da família Rhabdoviridae, que ataca animais mamíferos e é transmitida ao homem principalmente pelo cão e pelo gato. O único modo de se evitar a raiva é pela vacinação dos animais que podem transmitir o vírus. A transmissão ocorre quando o vírus, presente na saliva dos animais infectados, entra no organismo de um animal sadio ou de um humano, através da pele ou de mucosas, por meio de mordedura, arranhadura ou lambedura, mesmo que não exista agressão. Grave, a doença causa sérios problemas de saúde e pode até levar à morte.

Vacina

De acordo com o Centro de Zoonoses, as doses de vacina contra a raiva em cães e gatos que serão utilizadas em Catanduva são importadas, com origem francesa, pelo Ministério da Saúde.

Podem ser vacinados animais a partir de três meses, inclusive fêmeas que estiverem amamentando, prenhas ou no cio. O proprietário recebe um comprovante de vacinação do animal, que é válido por um ano.


Fonte: oregionalonline

quarta-feira, 7 de março de 2012


ALÔ ALGOANOS DE MACEIÓ E REGIÃO.


O Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA) divulgou que está precisando de rações para cães e gatos para adultos e filhotes. A instituição informou que o estoque está baixo e é imprescindível manter os animais alimentados.

A ONG sobrevive de doações de voluntários. Para aqueles que se interessaram em ajudar, a lista das rações recomendadas são: Pedigree, Dog Chow, Kanina (Purina), Faro (Guabi), Nero, Alpo, Sabor e Vida, evitando Biriba, Domus, produção própria do Bompreço e produção própria do Extra. Para os gatos recomendam-se: Friskie, Cat Chow, Whiskas, Willy, Catmeal, Gatsy, sendo nos sabores de peixe e frutos do mar, evitando a de carne.

Ao serem resgatados, os animais chegam ao NEAFA, em sua maioria, muito debilitados com ferimentos, baixa imunidade e vermes. São cães e gatos, vítimas de maus-tratos, abandono, e que acabam quase sem nenhuma perspectiva de vida. Entretanto, a ONG trata, vacina, vermífuga e coloca-os para adoção, esterilizando-os quando completam seis meses.

O Núcleo informou que as rações podem ser entregues em sua sede, situada na Rua dos Bandeirantes, 504, no bairro do Farol. Em casos excepcionais, um voluntário poderá buscar as doações em domicílio.

segunda-feira, 5 de março de 2012



Tirando a presença do execrável Paulo Henrique Amorim, o vídeo mostra momentos emocionantes e um final feliz.

Confira:





Exibido no Domingo Espetacular de 4 de março de 2012

domingo, 4 de março de 2012



Eugênio o chihuahua e Benício o gato maine coon

Eugênio é um chihuahua de oito meses e um 1,5 kg que tem como melhor amigo Benício, um gato maine coon, que já pesa 2,5 kg com apenas cinco meses de vida.

"São melhores amigos! Dormem, brincam e fazem tudo juntos o dia inteiro. Sempre que um descansa, o outro pula e voltam a brincar", diz Eduardo Bueno, de São Paulo.

O curioso é que o chihuahua é uma das menores raças do mundo, enquanto o maine coon é a raça com os maiores gatos.

"Eles se completam pelo carinho e companheirismo. O maior gato do mundo com o menor cachorro", brinca o dono.


Adotar é tudo de Bom!:

A charmosa gatinha de óculos escuros é Kyara, de dois anos, que vive com Anacélia Mateucci, de São Paulo.
"Ela foi resgatada em um quintal, chegou em casa toda assustada, ficando embaixo do sofá por por dias", diz Anacélia.
Passado o susto, a gatinha resolveu mostrar que é fotogênica.
"Hoje é a perfeita 'madame', toda charmosa, adora tomar sol na varanda e é uma gata muito carinhosa. Ela é quase uma top model, pois adora fazer poses para tirar fotos", completa a dona.



Fonte: Uol-folha

sábado, 3 de março de 2012

Gatos de Roma também sofrem com a crise.




Os gatos de Roma, um dos muitos símbolos da capital da Itália, que são protegidos por lei e os únicos seres que podem subir, dormir e brincar nas esculturas do velho Império, se tornaram os mais recentes afetados pela crise.

Os felinos que vivem nas ruas de Roma estão ficando sem a comida dada pelas associações protetoras dos animais, devido aos cortes no orçamento da prefeitura como consequência da crise econômica e financeira que castiga a Itália.

Associações como a "Earth" vêm advertindo desde junho de 2011 que o Escritório de Bem Estar Animal já não abastece as colônias de gatos da cidade com ração.
Segundo as estimativas dessas organizações, há 180 mil gatos de rua na capital romana, muitos deles agrupados em colônias como a do sítio arqueológico da Torre Argentina, em pleno centro, onde vive a maioria dos felinos da cidade.

Pelas ruínas da Torre - que data dos séculos 4 a 1 antes de Cristo - as centenas de gatos que vagam diariamente entre os templos formam a paisagem ideal para os turistas fotografarem, enquanto os felinos passeiam alheios à comoção gerada nos visitantes.
Para atendê-los, Lia Decquel e Silvia Viviani criaram em 1994 a Associação Cultural Colônia Felina da Torre Argentina, que se encarrega de alimentar os animais que vivem nas ruínas do centro e recolhe doações através de seu site.

Quem quiser ajudar os gatos da Torre Argentina pode fazê-lo através de trabalho voluntário, adotando algum animal ou simplesmente doando dinheiro aos responsáveis pela colônia, que por enquanto não sofre a falta de alimentos que afeta outras comunidades da capital italiana.
A associação oferece diversos tipos de adoção, que vão desde a clássica mudança do gato para a casa de seus novos donos, adoções à distância para os felinos que continuam vivendo nas ruínas e adoções para os casos mais urgentes, como os dos felinos que sofrem a síndrome da imunodeficiência felina (SIF), que é o equivalente ao vírus da imunodeficiência humana (HIV), causador da Aids.
Também há outras comunidades no cemitério Verona (com 416 animais), no hospital de São Camilo (com 130), em Villa Torlonia, nas arquibancadas de San Lorenzo, em Garbatella e na estação de trens e ônibus de Tuscolana.

Os gatos de Roma, cuja imagem, junto às célebres estátuas e monumentos da capital italiana, adorna os pontos turísticos, não sobreviveriam sem o apoio de muitos moradores da capital.
O perfil dos "gateros", - termo italiano para designar os amigos dos gatos - variou nos últimos anos: já não são somente senhoras que vivem sozinhas, entre os que ajudam estão esposas de diplomatas e princesas, aposentados, magistrados, desempregados e estudantes.
Foram estes "gateros" que começaram a se organizar para sustentar as colônias, onde além de alimentar os gatos, fazem o controle demográfico para que sua população não cresça e pagam as despesas veterinárias.

A encarregada da colônia das ruínas da Pirâmide, Matilde Talli, disse em seu site que no início do projeto tiveram dificuldades em conseguir o apoio dos responsáveis municipais destes sítios arqueológicos do século 1 a.C.

Em um momento de crise, no qual as famílias mais pobres de Roma recorrem às associações de caridade para sobreviver, a falta de alimento para os gatos romanos parece fora da pauta do debate público, mas é muito importante para os amigos destes animais, que pedem ao consistório que responda às necessidades dos felinos.
No início do século 20, o prefeito romano Ernesto Nathan pronunciou a frase "não há tripas para gatos" para pedir que seus concidadãos parassem de alimentar os felinos com uma das especialidades gastronômicas romanas, as tripas.
No entanto, os gatos de Roma se transformaram em um de seus mais prezados símbolos e são muitos os moradores e vizinhos que reivindicam a cada dia a proteção destes pequenos felinos de rua da cidade.

Fonte: EFE/Noticias Terra.

sexta-feira, 2 de março de 2012



Adotar é tudo de bom

Em Recife:


Quem estiver interessado em adotar um animalzinho poderá escolher um novo amiguinho no 4º Evento de Adoção de Cães e Gatos. A ação acontecerá neste sábado (3), a partir das 9h, no Parque de Exposições do Cordeiro, no Recife.

Os organizadores colocarão para adoção cães e gatos saudáveis, castrados ou com a cirurgia agendada, sem custo para os interessados. Para adotar, o pretendente deve ser maior de 18 anos, apresentar comprovante de residência e documento com foto. Além disso, a pessoa deve estar disposta a cuidar do animal por toda a vida dele.

Para levar o bichinho para casa, ainda será necessário assinar um termo de compromisso para assumir a responsabilidade sobre o animal.

O evento será realizado em parceria entre o Projeto Adote um Vira-lata/UFPE, o Movimento de Defesa Animal de PE (MDA-PE) e o Centro de Vigilância Ambiental do Recife (CVA).

Em Ribeirão Preto:

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Ribeirão Preto promoverá uma feira de adoção de cães e gato no próximo sábado (3), das 9h às 15h, na sede do órgão, na Via Norte, 4.255, no bairro Marincek.

Haverá ao menos 50 animais para adoção, sendo que os adultos já estão castrados e vacinados. No caso dos filhotes, a castração deve ser agendada quando o animal completar seis meses, segundo a bióloga Eliana Colucci, responsável pelo CCZ.

"O adotante assina um termo de responsabilidade e recebe orientação sobre guarda responsável", explica Eliana.

Outras informações sobre a feira podem ser obtidas por meio dos telefones 3628-2015 ou 3628-2778.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012



Contente? Irritado? Apreensivo? Quer saber qual é o estado de espírito do seu gato?.

“Uma das formas de expressão felina é a da cauda, a que se deve associar as expressões das orelhas, dos olhos, da cabeça, do posicionamento corporal, dos bigodes e as vocalizações” diz Firmino Coutinho, da Clínica Veterinária dos Milagres.

Será que o seu gato está contente? Um felino satisfeito está, na maioria dos casos, de cauda levantada e a “murmurar” de tal forma que parece querer dizer alguma coisa.
Quem não gosta de ver um gatinho de barriga para cima? Assim se comportam os gatos que se sentem felizes, seguros e tranquilos, dizem os especialistas.
Mas cuidado! Se o seu gato ficar com o corpo levantado e com o pelo arrepiado, é melhor não se aproximar. É esta a estratégia adotada por estes felinos para impor medo ao inimigo e obrigá-lo a recuar.

As orelhas dos gatos falam por si. Se estão para cima, significam que o gato está concentrado e atento ao que se passa à sua volta. Orelhas para trás revelam que o animal não está a gostar do que está a acontecer. Se as orelhas estiverem coladas à cabeça, então estamos na presença de um gato pronto para lutar.
A cauda destes felinos é o reflexo do seu estado de espírito. Uma cauda repousada, ao lado do corpo, é sinal de serenidade. Por outro lado, uma cauda esticada, ao andar, funciona como uma antena para ajudar o gato a explorar um lugar. Se o felino entrelaça a cauda na perna do seu dono, este é um claro sinal de que necessita de atenção.

Olga Lagoa de Sousa, médica na Clínica Veterinária do Lis, recomenda: “Não nos devemos guiar só pelo aspeto corporal, mas sim por um conjunto de ações e comportamentos felinos”.
“Um dono atento sabe conjugar estas diferentes formas de comunicar e ‘construir’ um significado bastante claro e diferenciado” diz Firmino Coutinho.

O responsável da Clivefar, Clínica Veterinária de Leiria, conta como estes felinos veem os seus donos: “Nos gatos, somos olhados como iguais, e o grau de tolerância que nos é atribuído varia consoante o gato e dos laços que cria connosco, razão pela qual os gatos são normalmente descritos como mais independentes”.

Apesar de não falar, o gato “esforça-se” para que o dono perceba o seu estado de espírito e os seus desejos.
Esteja atento aos sinais!

Fonte: regiaodeleiria.pt

domingo, 26 de fevereiro de 2012


O Veterinário Alfredo Lima fala sobre os benefícios do procedimento.

Entre março e abril, a Prefeitura Municipal de Piraju vai promover o 1º mutirão de castração de animais. Nesta etapa serão castradas 100 cadelas fêmeas do abrigo da Dona Maria. Em reunião com membros da Associação Protetora dos Animais, o Diretor Administrativo da Prefeitura, Ronaldo Guardiano, afirmou que serão realizados mais dois mutirões ainda esse ano, promovendo a castração dos animais de rua. O profissional responsável pelas castrações, Dr. Alfredo Lima, da UNESP de Botucatu, explica nesta entrevista as particularidades da cirurgia minimamente invasiva e comenta os benefícios da castração para a saúde pública.



1- Há quanto tempo você atua como veterinário? Fale um pouco de sua trajetória e carreira.

Sou carioca, tenho 44 anos de idade. Graduei-me pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1996. Durante os anos de 1997 a 1999 estive em Londrina mais especificamente na Universidade Estadual de Londrina (UEL) atuando como residente na Clínica e Cirurgia de animais de companhia no Hospital Veterinário desta Universidade. Em 2000 retornei a Salvador onde tive a oportunidade de ministrar aulas como Professor substituto na disciplina de Técnica cirúrgica e obstetrícia. No ano de 2001 me mudei para Botucatu onde fiz meu mestrado e Doutorado em Cirurgia Veterinária. No ano de 2008 fui contratado pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, onde ministrei aulas de Técnica e Patologia Cirúrgica pelo período de 1 ano.

Em 2009 retornei ao Brasil para desenvolvimento de um projeto de Pós Doutorado fomentado pela FAPESP, onde busquei elucidar algumas dúvidas a respeito das cirurgias contraceptivas em cadelas. Após o término de meu Pós Doutorado, fui aprovado num concurso na FMVZ UNESP Botucatu para o cargo de Professor Substituto no Depto. de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária.

Desde 2002 venho atuando juntamente com a UNESP Botucatu em programas de controle populacional. Inicialmente tínhamos um programa vinculado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, no qual promovíamos cursos de capacitação Médicos Veterinários em cirurgias contraceptivas minimamente invasivas, visando torná-los capazes de atuar em mutirões de cirurgias contraceptivas minimamente invasivas em suas regiões. Atualmente esses cursos não estão mais vinculados à Secretaria de Saúde, mas ainda continuam sendo oferecidos com a mesma finalidade. No momento atuo como professor voluntário no Depto. de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária.

Venho atuando durante todo esse tempo em diversas cidades do Estado de São Paulo, promovendo mutirões de controle populacional e Educação sobre Guarda responsável.

2- Como é feita essa cirurgia minimamente invasiva nas fêmeas? Qual a diferença dela para a castração tradicional?

Na verdade a castração em machos (orquiectomia) pode ser uma cirurgia mais rápida e menos cruenta, desde que sejam respeitados os conceitos determinados para essa técnica, controle adequado das possíveis hemorragias oriundas das veias e artérias e também da experiência do cirurgião conta muito. Trata se também de uma cirurgia contraceptiva definitiva, o que significa que um cão/gato castrado não terá mais crias. Uma alternativa para aqueles que não desejam que seus cães machos cruzem, mas não aceitam castrá-los, é a vasectomia, onde procede se com a secção e ligadura do ducto deferente, semelhantemente como realizada nos homens. Ao meu ver, é um bom método para controle populacional, mas não evita que os problemas gerados pelos machos circulando pelas ruas, brigando por fêmeas, sofrendo maus tratos, transmitindo doenças para os outros e para a população humanap estejam presentes. Por isso acho que no momento devemos mesmo é promover castrações, como uma ferramenta de controle populacional nos machos também.
Já a castração das fêmeas (ovariossalpingohisterectomia) é uma cirurgia onde ocorre a entrada no abdômen, e uma vez tendo sido penetrada a cavidade abdominal, promove-se a ligadura dos vasos sanguíneos e a retirada dos ovários, tubas uterinas e útero. Todo esse procedimento exige mais tempo quando comparada à castração em machos. A vantagem das cirurgias minimamente invasivas em relação às realizadas com pela técnica cirúrgica tradicional, é que na primeira técnica o animal sofre menos trauma cirúrgico, por ser um procedimento menos invasivo, menos manipulatório, mais rápido e com menores custos. Desde que o cirurgião tenha domínio sobre essa técnica, essa lhe propicia realizar um número maior de cirurgias por dia, o que é interessante para um programa de controle populacional, já que existe a necessidade de castrarmos um número elevado de animais. Gostaria de ressaltar que a castração de fêmeas é a cirurgia eletiva mais realizada dentre todos os procedimentos cirúrgicos, seja para controle populacional ou por casos onde haja doenças acometendo o aparelho reprodutivo, mas nem por isso deve ser realizada de forma contrária aos padrões exigidos pela técnica cirúrgica, e claro por um Médico Veterinário.
As castrações de fêmeas podem ser realizadas a partir do quinto mês de idade, desde que todas as vacinas já tenham sido aplicadas, inclusive a vacina contra a raiva.

3- Qual a importância de se castrar os animais de rua?

Na verdade quero elucidar que não existe importância somente em castrarmos animais de rua, mas sim todo aquele animal sem fins reprodutivos, uma vez que por se tratar de um método contraceptivo definitivo, as cirurgias contraceptivas evitam uma série de danos e crias indesejadas. Dentre os benefícios das cirúrgicas contraceptivas em animais podemos citar: a procriação indesejada e indiscriminada, a redução de incidência de tumores mamários, o bloqueio da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, a diminuição das agressões tanto aos animais errantes quanto à população, a melhoria da saúde pública como um todo, tendo em vista que muitos animais sem cuidados veterinários acabam por se tornar fontes de transmissão de zoonoses, e por fim, a melhoria da qualidade de vida dos animais.

4- A castração desses animais é de responsabilidade do Poder Público?

Na verdade a responsabilidade é de todos, mas o poder público muitas vezes se torna ausente, ou melhor, os governantes fazem pouco caso a respeito da causa. No estado de São Paulo existe legislação (vide Boletim Epidemiológico Paulista) vigente que rege que todo o município do estado de São Paulo deve ter um programa de controle populacional e educação sobre Guarda responsável, inclusive havendo verba disponível no orçamento para tal fim.

5- É notável por parte de algumas pessoas um ‘preconceito’ contra a castração dos animais. Eles acham que o procedimento machuca ou que tira a ‘alegria de viver’ do animal. Você, veterinário, nota esse preconceito? O que pode ser feito para mostrar às pessoas que esse pensamento não é correto?

Esse conceito por parte da população existe sim, mas isso se dá em função de ainda não termos alcançado um grau elevado de educação sobre a guarda responsável de animais, o que gera todo esse processo de abandono, maus tratos e descaso para com os animais. Esse preconceito é bem evidente nos proprietários de animais machos, pois ainda impera certo machismo e preconceito no que se refere à cirurgia contraceptiva de machos. O que devemos fazer para obtermos melhorias nesse aspecto é educar a população, trazer para ela as informações necessárias a respeito das cirurgias contraceptivas e seus benefícios tanto para nós seres humanos, quanto para os animais.

Gostaria de terminar essa matéria dizendo que as cirurgias contraceptivas são somente um dos pilares para atingirmos o controle populacional de cães e gatos, no entanto existem ainda dois outros pilares que são a educação sobre a Guarda Responsável de animais e a identificação animal. Sem a adoção dessas três medidas de forma incisiva, não será possível obtermos uma satisfatória condição de qualidade de vida tanto dos animais quanto dos seres humanos.

Fonte: observadorpiraju.com.br